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Rondonópolis recebe palestra sobre Direitos Humanos nesta quinta-feira

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A jovem de 21 anos e estudante do 5° ano de Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Monique Geane Silva, nesta quinta-feira (15), às 19h, no auditório da Uniasselvi, em Rondonópolis (MT), vai realizar palestra com o tema “Jovens de Expressão: o jovem no cenário internacional e seu protagonismo na persecução da agenda 2030 da ONU e dos Direitos Humanos”.

O evento conta com o apoio do deputado Delegado Claudinei (PSL), que reconhece a importância do tema para a sociedade mato-grossense, principalmente com foco na juventude que necessita ter um olhar no presente e refletir as problemáticas do país e, consequentemente, realizar propostas para buscar meios de solucioná-las.

A palestrante já aplicou este tema para públicos de outros estados, como por exemplo, São Paulo. Ela explica que o principal foco é mostrar a situação dos direitos humanos nacional e internacionalmente. “Enfatizar o protagonismo dos jovens, em relação a levantar, ter um posicionamento crítico e buscar melhorias. Não ficar só reclamando do governo, ficarem sentados e esperando que aconteçam coisas melhores. Os jovens não são líderes de amanhã e, sim, líderes de hoje”, destaca Monique.

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História – Nascida e criada na periféria de Brasília – DF, Monique Silva. sempre estudou em escola pública. Os pais trabalhavam dia e noite para dar o sustento necessário para ela e seus dois irmãos, sendo que não foi uma infância fácil.

As conquistas obtidas por Monique, como participar de importantes eventos da Organização das Nações Unidas (ONU) de forma nacional e internacional (França e Washington), ingressar em uma universidade pública e fazer intercâmbio, se deve o exemplo dos pais em relação à importância do estudo para a garantia de um futuro promissor. Tanto que eles fizeram o ensino médio por meio do Ensino de Jovens e Adultos – EJA e depois concluíram o curso superior. “Minha família é minha base, é por causa dela e a visão de vida que me deram, que eu consigo conquistar o que consegui até hoje”, enfatiza a jovem.

Recentemente, a palestrante realizou um processo seletivo para participar de uma assembleia da juventude na ONU e foi convidada pela presidência do ECOSOC – que é o conselho social e econômico da organização, para fazer parte da Conferência da Juventude, em Nova York, como também, do Fórum de Complaince na OCDE sendo que é uma organização internacional para cooperação e desenvolvimento econômico que fica em Paris, na França – para debater sobre mecanismos anticorrupção.

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“O jovem tem que criar as oportunidades. Sonhar não é algo impossível e inalcançável. Mas, precisamos trabalhar para realizar os nossos sonhos. Luto muito por uma educação de qualidade, pelo papel da juventude em todas as tomadas de decisão. Agenda 2030 da ONU busca objetivos que busco também, em comum: educação de qualidade, luta por justiça, paz e igualdade, desenvolvimento sustentável”, posiciona Monique.

Evento: Palestra “Jovens de Expressão – o jovem no cenário internacional e seu protagonismo na persecução da agenda 2030 da ONU e dos Direitos Humanos”, ministrada por Monique Jeane.

Data: 16/05 (quinta-feira), às 19h.

Local: Auditório da Uniasselvi – Unidade de Rondonópolis. Endereço: Arnaldo Estevão de Figueiredo, 758 A – Centro.

Informações: Leônidas Carmo (66) 99961.1601 / Danillo Moraes (65) 99224.1080 (Organizadores) / Samantha dos Anjos (65) 99639.9715 (Assessoria de Imprensa)

Fonte: ALMT
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Emanuel critica oposição por suspensão do prêmio saúde aos servidores e diz que milhares foram prejudicados

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Prêmio foi suspenso pelo TCE após atuação de grupo de vereadores

O prefeito Emanuel Pinheiro (DEM), teceu duras críticas contra a postura de alguns vereadores de Cuiabá, durante a tarde desta terça-feira (16), na solenidade de entrega da quarta etapa do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC).

“Eu lamento a postura desses vereadores. É muita irresponsabilidade, muita leviandade. Eu já fui oposição, você tem que fazer oposição em alto nível. Uma oposição construtiva, para ajudar Cuiabá. Infelizmente na Câmara, esse pequeno grupo torce para o quanto pior, melhor. Eles não queriam ver momentos como esse que estamos fazendo agora”, disse.

Segundo o prefeito, “esses vereadores não querem resolver o problema da população cuiabana, principalmente a população do SUS, os mais carentes, os menos favorecidos. Conseguiram suspender o prêmio saúde do servidor. Aí tentaram atingir a gestão, mas deram um tiro no pé. Ou agiram por má fé, achando que iam me prejudicar”.

Conforme o prefeito, “a população viu que eles prejudicaram mais de seis mil famílias. O tiro saiu pela culatra. Acabaram prejudicando milhares de servidores públicos, mas meu compromisso é com a população, já estou trabalhando para não suspender o prêmio saúde e voltar a pagar normalmente os servidores públicos e com isso avançar, melhorar, porque o prêmio saúde serve para humanizar o atendimento lá na ponta”, afirmou Pinheiro.

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Para transferir definitivamente o Pronto Socorro para o Hospital Municipal de Cuiabá, o prefeito adiantou que faltam poucas etapas. “Faltam as últimas etapas, que é o Centro de Tratamento de Queimados (CTQ), as seis salas cirúrgicas, mais 20 leitos de UTI´s, além do heliporto e da urgência e emergência. Num período breve, não vai demorar, vamos concluir o HMC”, disse, acrescentando que está articulando tudo em parceria com a bancada federal e com o Ministério da Saúde. “Estamos fazendo dessa forma para que não haja nenhuma falha, nenhum problema”.

O prefeito afirmou que “Cuiabá sempre, com muito sacrifício, carregou nas costas a saúde pública do Estado. Nós últimos dois anos e meio a saúde pública do Estado vive uma crise sem precedentes, com fechamento de hospitais regionais, e isso sobrecarrega sobremaneira a saúde cuiabana. E com todas nossas limitações e dificuldades, e falta de recursos, não deixamos de honrar a natureza do SUS, que é atender todos aqueles que bateram na porta da Capital”.

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Coronel diz que sua intenção era criar uma nova era na segurança pública e que foi usado por Taques no esquema dos grampos ilegais

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O coronel Zaqueu Barbosa, que prestou depoimento sobre os grampos ilegais nesta terça-feira [F- Repórter MT]

Em depoimento ao juiz Marcos Faleiros, da 11ª Vara Militar de Cuiabá, na tarde desta terça-feira (15), sobre o esquema de interceptações telefônicas ilegais, conhecido como “Grampolândia Pantaneira”, o ex-comandante geral da Polícia Militar e coronel da reserva, Zaqueu Barbosa afirmou que o ex-governador Pedro Taques (PSDB) pediu para que seus adversários políticos fossem grampeados.

Os grampos teriam começado durante a campanha de 2014 em que Taques foi eleito governador do Estado. De acordo com Zaqueu, Paulo Taques, que viria a se tornar secretário-chefe da Casa Civil , foi com o então candidato Pedro Taques até a sua residência, quando revelaram que vinham enfrentado problemas no comitê e questionaram sobre a possiblidade de grampear algumas pessoas que estavam atrapalhando o pleito eleitoral.

“Eles me procuraram, falando que tinham problemas na campanha e perguntaram se dava para ouvir algumas pessoas. Eu respondi que o que poderia ser feito era em um horário de folga de policiais, que poderiam tratar com eles se eles quiserem fazer segurança, e assim foi orientado, indiquei alguns nomes de policiais, essa foi a primeira conversa”, disse Zaqueu

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Zaqueu afirmou que inicialmente, quis utilizar os grampos como uma forma de fazer um bom trabalho pela Segurança Pública, porém, o sistema foi utilizado politicamente. “No primeiro pedido de interceptação, não havia nenhuma ‘barriga de aluguel’. Vi oportunidade da PM ter equipamentos, na época, hoje eu vejo isso diferente”.

“No segundo pedido, o Paulo Taques me entregou os outros números dos telefones e a partir daí, começam a ser inseridas essas barrigas de aluguel. Os pen drive das conversas eram entregues pelo cabo Gerson [Corrêa] e eu entregava nas mãos do Paulo Taques”.

O coronel disse também que sua intenção era aproveitar sua proximidade com Pedro Taques pra criar uma nova era na segurança pública. “Minha intenção era criar uma nova era dentro do Estado, um estado mais justo mais sério mais honesto, quando eu saísse deixaria uma instituição muito melhor para os mais jovens, hoje na minha cabeça está muito claro que fui usado, eu tinha um interesse que era a purificação da polícia, e o Pedro usou por motivos políticos, e o MP também, porque a Janaina Riva foi grampeada”, completou.

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Ele revelou ainda que após as eleições de 2014 deixou de acompanhar diretamente as interceptações telefônicas, e que o controle teria ficado a cargo do coronel Airton Siqueira, que depois se tornou chefe da Casa Militar e teria dado continuidade ao esquema dentro da pasta.

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