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ROMILDO GONÇALVES – O inverno chegou

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Dicas para vidas saudáveis! O inverno chegou! Aviso as populações humanas, redobrem os cuidados com a saúde nesse período do ano. Em especial as crianças, anciãos, anciãs e a população humana de modo geral.

Um dos primeiros e mais importantes passos a serem tomados nesse período são: ao amanhecer, você deve abrir portas e janelas de sua residência para que sol e ar novo e fresco possam adentrarem o interior do seu lar, permitindo a reoxigenação do ambiente e da vida livremente.

É importante lembrar que outros fatores igualmente importantes influência sobremaneira a vida, então todo cuidado com você e com seus familiares é pouco, evitar aglomerações humanas é um deles onde vírus circulam facilmente.

Como se sabe o inverno começou dia 21 de junho nesse período o que se vê na prática, período temporal em que as condições intempéries variariam de maneira brusca e intensas e difusamente.

As temperaturas nesse período variam de 0º a 50º graus Célsius em pequenos intervalos de tempo horas, dias, semanas… Causando estresse e fragiliza a resistência natural do organismo humano.

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Nesse período a proliferação como se vê a proliferação de vírus, bactérias, ácaros, fungos… No ambiente é uma constante. Daí para acometerem as pessoas e agravar a situação é daqui pra li!

Dados oficiais apontam que no Brasil morrem todo ano em média entre 2,5 a 3 mil pessoas acometidas de asma, e demais variantes de doenças respiratórias. Nesse período então a situação fica ainda mais aguda.

Assim sendo, devemos utilizar sempre aquela máxima de que, “prevenir é melhor que remediar ou uma pessoa prevenida vale por duas”, como queira. Lembre-se tomar vacina na hora certa é fundamental.

A utilização de práticas simples, porém, eficientes para ajudar a reduzir a secura do ar no ambiente é fundamente, como por exemplo: nebulizadores, toalhas molhadas, bacia com água…

Este ano de 2019, com a presença do fenômeno El Niñio novamente no Brasil, o inverno será mais quente e mais rigoroso em todo o território nacional, não há escapatória, isso é um fenômeno natural independe da intervenção humana para impedi- ló, porém, podemos prevenir-se.

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Para o Instituto Nacional de Meteorologia, outros fenômenos meteorológicos comuns nessa época do ano também estarão presentes como inversões térmicas, concentração de neblinas e nevoeiros nas primeiras horas do dia, queda da umidade relativa do ar, intensificação da movimentação eólica…

A ausência de chuvas, e o ar seco contribuem sobre maneira para o aumento da suspensão de materiais particulados na atmosfera como poeira, fumaça oriunda da queima de biomassa e de veículos automotores, são fatores também complicador nessa estação do ano.

Então! Vamos prevenir e evitar males previsíveis e evitáveis, porque não? Seja altruísta e inteligente não polua o meio ambiente.

Romildo Gonçalves é Biólogo, Prof. Pesq. Em Ciências Naturais da Ufmt/Seduc

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ALFREDO DA MOTA MENEZES – Bolsonaro e a América do Sul

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Cresce a preocupação sobre como o governo Bolsonaro vai conviver com alguns países sul-americanos. Manifestações, daqui e de lá, levam a uma situação incômoda. Que, além de afetar o relacionamento entre vizinhos, pode afetar amargamente o lado econômico. Comecemos pela Argentina.

Durante a campanha, Bolsonaro ficou ao lado de Mauricio Macri e contra a volta da “esquerdalha” ao poder com Alberto Fernandez. Que milhares de argentinos iriam fugir do país, como estão fazendo os venezuelanos. A coisa não pegou bem na Argentina. Macri mandou recado a Bolsonaro de que estava beneficiando seu adversário na eleição.

Ganha Fernandez, Bolsonaro disse que não iria cumprimentá-lo pela vitória e nem iria à posse. O chanceler argentino encaminhou à Embaixada do Brasil reclamação em que dizia serem “inapropriadas” as falas de Bolsonaro e também sobre a postagem de um filho dele criticando o filho do eleito na Argentina. De lá veio pedidos de Lula livre. Surge agora a noticia de que Fernandez convidaria Lula para sua posse.

Fernandez fez vista a Lopez Obrador, presidente do México. Não é somente gentes de esquerda se entendendo politicamente, o receio é que o México passe a ser o novo e favorecido parceiro econômico da Argentina. Lugar que hoje é do Brasil.

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A Argentina é o terceiro maior comprador de bens do Brasil, atrás da China e EUA. Mas é o primeiro do mundo em compra de produtos industrializados do Brasil. A Fiesp fala em perdas significativas de empregos se esse comércio interromper

No Uruguai, Bolsonaro disse ter preferência pelo candidato Lacalle Pou, da centro-direita. Convocaram o embaixador brasileiro ali, falou-se em interferência, indicando que o apoio não seria bem vindo. Esquerda e direita no Uruguai olhando enviesado para o governo Bolsonaro.

Argentina e Uruguai são membros do Mercosul. Bolsonaro tem dito que, se os dois países atrapalharem a ida para a União Europeia, o Brasil poderia ir. Sugere um “Mercosul flex” ou sem a obrigatoriedade, como numa União Aduaneira, de se um for todos vão ou se um não for ninguém vai. Será que a União Europeia aceitaria ou quer o Mercosul inteiro numa integração econômica?

No Chile, Bolsonaro tem um governo que comunga dos mesmos ideais políticos e econômicos, mas a fala dele sobre o pai da Michele Bachelet e de elogios á ditadura Pinochet, além do descontentamento da imprensa, levou até mesmo o presidente Sebastián Pinera a se manifestar contra essa postura.

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A Bolívia está em convulsão e terá nova eleição. Como se mostra o quadro ali,  melhor seria não meter o bedelho. Aproximação com aquele país é importante não somente no lado econômico, mas também por causa do tráfico de drogas e da violência em milhares de quilômetros de fronteiras.

Mas, no caso sul americano, talvez apareça aquele outro Bolsonaro. Antes criticou a China e pretendeu transferir a Embaixada brasileira de Telavive para Jerusalém, irritou os árabes. Recentemente foi à China e ao Oriente Médio e estendeu o tapete vermelho. O mesmo vai acontecer na América do Sul?

ALFREDO DA MOTA MENEZES é analista político.

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SIMONI MARUYAMA – Doenças de pele em pet estão cada vez mais frequentes

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Há alguns anos tem-se observado um crescente número de pets nas residências das pessoas. Seja em apartamento ou casa, independente do espaço, hoje os cães e gatos compartilham diretamente do nosso ambiente familiar. Fazem parte de tal núcleo e é natural também que desenvolvam doenças antes pouco vistas, já que a expectativa de vida deles aumentou bastante. Somando-se a isso adquiriram hábitos “humanizados” como alimentação, sedentarismo etc.

Dentre as enfermidades observadas com maior frequência na clínica veterinária, podemos citar as “doenças de pele”, a ponto de hoje existirem médicos veterinários que se dedicam a tratar e cuidar somente de tais problemas.

Se antigamente os problemas cutâneos de pequenos animais eram muito mais relacionados a sarna, infestação de pulgas/carrapatos e micose…Na  rotina veterinária atual, o profissional especializado atende na maioria das vezes, quadros alérgicos de diferentes causas. E, em menor número até mesmo doenças “incomuns” como enfermidades auto-imunes do tipo lúpus eritematoso e pênfigo, por exemplo.

A importância de se procurar um atendimento mais específico está relacionada aos constantes avanços no diagnóstico e tratamento de tais enfermidades. O médico veterinário altamente capacitado está em constante reciclagem e atualização; seja ao frequentar palestras, cursos e congressos (nacionais e internacionais), bem como através da leitura e participação em artigos e publicações científicas. Assim como acontece em medicina humana, é recomendável verificar se o profissional em questão está apto a exercer a atividade (Conselho Federal de Medicina Veterinária/Conselhos Regionais de Medicina Veterinária) e seus vínculos com as entidades de classe.

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Portanto, não basta apenas “dizer se o animal tem sarna”. É preciso o conhecimento técnico para:

*indicar e/ou realizar os exames complementares específicos

*escolher o protocolo de tratamento, frente a infinidade de produtos disponíveis no mercado.

*saber se aquela medicação prescrita pode ser administrada em qualquer faixa etária ou durante a gestação.

*determinar na ocorrência de uma outra doença concomitante, se ocasiona reação adversa frente a um outro remédio em uso

*indicar se existe alguma contra-indicação naquele caso

*discutir a viabilidade do produto a ser prescrito: E ser executável dentro da realidade do tutor (entenda-se situação financeira, rotina diária, tempo e dedicação).

Enfim, a conduta terapêutica deve ser personalizada, individualizada e adequada a cada animal e, por consequencia ao seu tutor. Assim como para qualquer integrante da família, é nosso dever assegurar o melhor tratamento a ele, pois a saúde de seu pet se reflete na saúde, satisfação e a alegria de todos. Mas só depende de seu conhecimento e  de sua escolha do profissional, até porque o “aparente barato”,  pode sair MUITO caro…Infelizmente!

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M.V. Msc. Simoni Maruyama –CRMV-MT 1507Mestre em Ciências (com ênfase em Clínica Médica/Dermatologia Veterinária) pela FMVZ-USPPós-graduação lato senso em Dermatologia Veterinária (I-CEDV/USP)Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia Veterinária (SBDV)Colaboradora do livro Tratado de Medicina Externa – Dermatologia Veterinária (Larsson &Lucas/ 2ed-2019, médica Veterinária da Clindog Clínica Veterinária

 

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