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Saúde

RJ tem queda de síndromes gripais e internações por covid-19

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Indicadores usados no monitoramento da pandemia apresentaram tendência de queda no estado do Rio de Janeiro, na semana de 27 de junho a 3 de julho, segundo apontou hoje (8) a Secretaria de Estado de Saúde (SES), no Panorama Covid-19.

O levantamento mostra que as unidades de pronto atendimento (UPA) estaduais atenderam a 5,6% menos casos de síndrome gripal, na comparação com a semana anterior. Entre 20 e 26 de junho, a média diária era de 640 atendimentos, enquanto, na semana encerrada em 3 de julho, foram 603 casos por dia.

Também houve queda na taxa de positividade dos testes de covid-19 no estado do Rio de Janeiro. Segundo a SES, a detecção do SARS-CoV-2 em testes de antígeno caiu de 32% para 27% em uma semana, enquanto nos testes RT-PCR a redução foi de 37% para 30%.

A demanda por leitos para tratamento da covid-19 foi outro indicador que apresentou melhora. Na semana de 20 a 26 de junho, havia, em média, 22 solicitações por dia para unidades de terapia intensiva e 18 para enfermaria, enquanto, na semana de 27 de junho a 3 de julho, a demanda caiu para 17 vagas de UTI e 14 de enfermaria. A SES informa ainda que a média diária de pessoas aguardando um leito teve uma redução de 29% na comparação entre essas duas semanas.

Desde o início da pandemia, o estado do Rio de Janeiro registrou 2,3 milhões de casos de covid-19, que resultaram em 74.288 vítimas. O secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe, avaliou que a tendência atual é de queda nos números.

“Para tanto, precisamos que a população mantenha o esquema vacinal em dia e retorne aos postos de saúde para receber o imunizante”, reforçou.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

OMS analisa se rápida propagação da nova varíola é devido a mutações

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Partículas do vírus da varíola dos macacos (verde) encontradas dentro do tecido de uma célula infectada (azul).
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Partículas do vírus da varíola dos macacos (verde) encontradas dentro do tecido de uma célula infectada (azul).

Uma série de estudos estão em andamento para avaliar se as mudanças genéticas no vírus monkeypox, causador da varíola dos macacos, estão impulsionando a rápida disseminação da doença pelo mundo, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS).

As pesquisas miram a sublinhagem do patógeno chamada de Clado IIb, que tem provocado a maioria das infecções desde 2017 nas regiões endêmicas. Embora ela seja ligada também ao surto atual, que se espalha por todos os continentes, há alterações na genética que estão sendo detectadas e analisadas pelos pesquisadores.

“Olhando para o genoma, são observadas algumas diferenças genéticas entre os vírus do surto atual e os vírus antigos do Clado IIb. No entanto, nada se sabe sobre a relevância destas mudanças genéticas e está em andamento um estudo para determinar os efeitos (se houver) destas mutações na transmissão e severidade da doença”, informou a organização.

Apesar das observações, a OMS afirma que “ainda é cedo, tanto no surto quanto nos estudos de laboratório, para saber se o aumento das infecções se deve a mudanças observadas no genótipo do vírus ou a fatores do hospedeiro” humano. Por não haver confirmação sobre diferenças significativas na mutação atual, ele ainda é considerado parte da sublinhagem Clado IIb.

As infecções da varíola dos macacos em lugares fora dos 11 países africanos onde o vírus é endêmico começaram a ser registradas em maio. Dois meses depois, em 23 de julho, a OMS declarou que a doença representa uma emergência de saúde pública internacional. Até o momento, foram reportados à organização mais de 35 mil casos em 92 países, com 12 mortes – uma delas no Brasil, em Minas Gerais.

Quase todos os casos novos são registrados na Europa e nas Américas, e os especialistas têm estudado amostras destas contaminações, que aparentam ser todas causadas pela mesma mutação do monkeypox. “A diversidade entre os vírus responsáveis pelo surto atual é mínima e não há diferenças genotípicas óbvias entre os vírus de países não endêmicos”, explica a OMS.

OMS pede que infectados não entrem em contato com animais Na quarta-feira, a organização também pediu às pessoas infectadas que não entrem em contato com animais. O alerta veio após um primeiro caso, na França, de transmissão de humano para cachorro, relatado na semana passada na revista científica The Lancet.

“Trata-se do primeiro caso conhecido de transmissão de humano para animal, e acreditamos que o primeiro caso de um cachorro infectado (com a doença)”, afirmou Rosamund Lewis, diretora-técnica da OMS para o monitoramento do vírus.

Os especialistas tinham consciência de que esse salto entre as espécies poderia acontecer, por isso agências públicas de saúde já aconselhavam que as pessoas infectadas pelo vírus “ficassem isoladas de seus animais de estimação”.

Além disso, a OMS ressalta que, quando os vírus passam de uma espécie para outra, há grande risco de mutação. Lewis afirma que “a gestão de resíduos é fundamental” para reduzir o risco de contaminação para roedores e outros animais selvagens.

“A situação mais perigosa é quando um vírus salta para um pequeno mamífero com alta densidade populacional”, explicou aos jornalistas o diretor de emergências da OMS, Michael Ryan. Ele, no entanto, diz não considerar que os animais de estimação representem um grande perigo no momento.

“O vírus não sofrerá mutações mais rápido se estiver em um só cachorro do que se estiver em um único humano”, disse Ryan.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Cuidado: pode ser uma falsa hipoglicemia

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Hipoglicemia dá sinais como sensação de fraqueza e de corpo
Arquivo pessoal

Hipoglicemia dá sinais como sensação de fraqueza e de corpo “desligando”

Acordei no meio da noite com o coração batendo muito forte e uma sensação que o corpo estava desligando. Eu sentia fome, ao mesmo tempo uma fraqueza difícil de descrever. Eu estava deitado. Abri os olhos e não via nada, apenas escuridão. Como uma barata tonta me dirigi a cozinha. Eu não enxergava nada.  No caminho fui derrubando tudo o que eu encostava. Eu só queria achar o pote de açúcar. Era uma corrida contra o tempo. Sabia que se não colocasse açúcar na boca, eu não teria muito tempo. Foi desesperador. Eu não tinha educação em diabetes e muito menos sabia lidar com essas situações.  Não sei quanto tempo isso durou, mas consegui achar o açúcar, em questão de tempo fui retomando a consciência e me acalmando. Para mim, foi uma sensação de quase morte. Se tratava de uma Hipoglicemia – glicose abaixo de 70 mg/dl.

Quem já teve uma hipoglicemia severa sabe do que estou falando. Infelizmente, essa queda de glicemia no sangue pode acontecer, mas é necessário agir muito rápido para evitar que o corpo desligue por falta de glicose. Pessoas com diabetes tem um risco aumentado para as crises. Por isso, é muito importante estar com o tratamento sempre ajustado e mais do que isso, entender que algumas questões podem levar a hipoglicemia, como:  dosagem errada de medicamento ou insulina, atividade física em excesso, muitas horas sem se alimentar, falta de monitorização ou até mesmo um problema digestivo.

Apesar disso, a hipoglicemia não deve ser tratada com normalidade. O médico precisa ser avisado sobre esses casos. Mas e quando os sintomas são de hipoglicemia e os níveis de glicose no sangue estão dentro da normalidade ou acima do considerado normal?

Estamos falando da “falsa hipoglicemia”, ou seja, quando os sintomas clássicos da hipoglicemia aparecem, mas não é o que está acontecendo.

Segundo a médica endocrinologista pediátrica Mônica Gabbay, a glicose alta no sangue por muito tempo faz com que o nosso corpo se acostume com esse cenário. “Quem tem níveis sempre elevados de glicose, acima de 200 ml/dl, por exemplo, quando há uma diminuição considerável, o corpo dá sinais. Por isso a pessoa tem os mesmos sintomas da hipoglicemia mesmo com níveis normais”.

A falsa hipoglicemia acontece quando o diabetes não está bem-controlado
Arquivo pessoal

A falsa hipoglicemia acontece quando o diabetes não está bem-controlado

A falta hipoglicemia pode significar que o diabetes não está bem-controlado, por esse motivo é importante sempre verificar a glicose, em caso de sintomas, para ter certeza que a glicemia está baixa. O médico deve ser sempre avisado desses episódios e manter a glicose dentro de uma meta estabelecida para evitar falsas hipoglicemias e até mesmo outras complicações causadas pelo diabetes descontrolado.

Se você tem dúvidas sobre diabetes e quer esclarecê-las ao vivo, assista nossas Lives com especialistas toda quarta-feira, às 21h, no canal Um Diabético .

Fonte: IG SAÚDE

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