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Saúde

RJ tem 8º dia de aumento na média móvel de mortes; ocupação de leitos preocupa

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Rede SUS da capital tem 87% de ocupação nas UTIs; leitos municipais, 96%
Foto: EPA

Rede SUS da capital tem 87% de ocupação nas UTIs; leitos municipais, 96%

O Estado do Rio registrou 113 mortes e 2.145 novos casos do novo coronavírus nesta terça-feira, de acordo com a última atualização feita pelo governo estadual. Com isso, a média móvel chega ao oitavo dia em alta, com tendência de aumento no contágio da doença.

O crescimento de 216% na média móvel de óbitos, na comparação com duas semanas atrás, é o maior índice desde o dia 20 de abril, auge da pandemia. Ao todo, são 340.833 infectados e 22.141 vidas perdidas em todo o território fluminense desde o início da pandemia, em março.

Nesta terça, a capital concentrou 75% das mortes (85) registradas e 45% dos casos (961). Ao todo, a cidade do Rio soma 132.349 infectados e 13.064 vítimas da doença desde março.

Com os dados atualizados, a média móvel passa a ser de 95 mortes e 1.537 casos. Em comparação com duas semanas atrás, há uma subida de 43% na média móvel de casos e de 216% na média móvel de mortes, o que, por estar bem acima de 15%, indica um cenário de aumento no contágio da doença, pelo oitavo dia seguido.

Nos dias 6, 8, 9 e 10 de novembro não houve atualização no número de mortes, de acordo com o governo, em função de um problema no sistema do Ministério da Saúde, já solucionado. Este fato ainda pode influenciar no cálculo da média móvel durante alguns dias. No entanto, mesmo que os números tivessem sido preenchidos naquelas datas, seguindo a tendência diária daquele momento, ainda assim, seria observado um aumento.

A análise dos dados foi feita a partir do levantamento do consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo, que reúne informações das secretarias estaduais de Saúde.

Rede SUS da capital tem 87% de ocupação nas UTIs; leitos municipais, 96%

No município, o número de internações por Covid-19 continua alto, segundo os dados contidos na última atualização, feita no início da tarde desta terça-feira. Nos leitos disponíveis para a doença em toda a rede SUS da cidade — que inclui leitos de unidades municipais, estaduais e federais —, há lotação de 91% (511 internados) nas vagas de UTI, onde ficam os casos mais graves, e de 69% (573 pacientes) nas enfermarias.

Nos leitos disponibilizados pela prefeitura exclusivamente para o tratamento de infectados com o novo coronavírus, há 259 pacientes internados nas 271 vagas de UTI ( 96% de lotação). Outros 267 estão em enfermarias (42% de ocupação).

Na rede SUS da chamada Região Metripolitana 1, que engloba capital e municípios da Baixada Fluminense, há 156 pessoas já com leitos de destino regulados em processo de transferência. Deste total, 59 são para UTI Covid.

Os municípios com mais mortes pela Covid-19 no RJ são:

  • Rio de Janeiro – 13.064
  • São Gonçalo – 839
  • Duque de Caxias – 829
  • Nova Iguaçu – 734
  • Niterói – 554
  • São João de Meriti – 521
  • Campos dos Goytacazes – 462
  • Belford Roxo – 345
  • Petrópolis – 283
  • Magé – 269

As cidades com mais casos registrados desde março no RJ são:

  • Rio de Janeiro – 132.349
  • Niterói – 17.389
  • São Gonçalo – 15.746
  • Duque de Caxias – 11.508
  • Belford Roxo – 11.395
  • Macaé – 10.644
  • Teresópolis – 9.228
  • Campos – 9.048
  • Nova Iguaçu – 8.365
  • Volta Redonda – 8.349
Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Quinze pacientes são transferidos do Amazonas para Goiás

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Mais 15 transferências de pacientes com covid-19 do Amazonas foram realizadas na tarde de hoje (18) para outros estados da Federação na tarde de hoje. Dessa vez, os internados foram encaminhados para a cidade de Góias (GO).

Hoje pela manhã, também foram transferidos de Parintins (AM) para Belém dois pacientes. A previsão é que mais cinco pacientes do município devem ser transportados amanhã (19) para o Hospital de Campanha de Belém.

Até o momento foram transferidos 94 pacientes para outros estados, segundo informou a Secretaria de Saúde estadual. A ação faz parte da força-tarefa, em conjunto com o governo federal, para diminuir a lotação dos hospitais públicos do estado diante do aumento do número de internações de pessoas infectadas pelo novo coronavírus.

Segundo a secretaria, o estado de saúde dos pacientes é estável e, portanto, permite a locomoção área dos internados. Os pacientes transferidos para Goiás estavam no Serviço de Pronto Atendimento (SPA) São Raimundo, SPA Alvorada, SPA Zona Sul, Hospital e Pronto Socorro (HPS) Dr Aristóteles Platão Bezerra de Araújo e HPS Dr. João Lúcio Pereira Machado, todos na capital Manaus.

Segundo boletim divulgado há pouco, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas contabilizou 232.434 casos da doença no estado. Desde que a presença do novo coronavírus no país foi confirmada, no fim de fevereiro de 2020, 6.308 pessoas morreram em decorrência da doença.

Entre os casos confirmados, 1.766 pacientes estão internados, sendo 1.144 em leitos (475 na rede privada e 669 na rede pública), 598 em UTI (284 na rede privada e 314 na rede pública) e 24 em sala vermelha (estrutura voltada à assistência temporária para estabilização de pacientes críticos ou graves que, uma vez estabilizados, são encaminhados a outros pontos da rede de atenção à saúde).

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

SP: Vacina só deve diminuir casos e mortes por Covid-19 em seis meses

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Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde do governo de São Paulo
Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde do governo de São Paulo

A vacinação iniciada neste domingo (19) com a CoronaVac traz esperança à população, mas não significa que automaticamente a pandemia vá arrefecer. Segundo o Secretário de Saúde de SP, Jean Gorinchteyn, o efeito da imunização só deve ser percebido em cerca de seis meses.

“Para a gente ter um impacto real da vacinação, nós precisaríamos já estar vacinando grupos vulneráveis. Entende-se que, hoje, vacinar os profissionais da saúde, que muitas vezes são profissionais de idade até não tão avançado, é uma garantia de assistência à saúde, para que a gente não perca essa força motriz na assistência, principalmente num momento em que a amplitude sem número de casos e internações é maior “, disse o secretário à Folha.

“Por outro lado, mesmo que a gente hoje vacinasse todos os idosos de forma abrupta, acima de 60 anos, nós teríamos 10% da nossa população imunizada. A gente veria o impacto disso de dois a três meses, sem número de internações e gravidade de doença, só. Mas, infelizmente, vamos começar ainda de uma forma muito lenta e gradual. Portanto, talvez a gente cosmético a ter alguma sensibilidade daqui a uns 6 meses “, continuou.

Por isso, especialistas recomendam que as medidas de isolamento social e o uso de máscara devem ser continuados ao longo deste ano de 2021. O Plano de Imunização deve seguir pelo menos até 2022 para que toda a população seja imunizada.

Fonte: IG SAÚDE

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