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RJ: Milicianos filmavam e divulgavam cenas de violência sexual em Jacarepaguá

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Grupo apelidado de “Bonde do Magrinho” tem como líder o policial militar Eduardo Maia Rodrigues Silva

Além de praticar extorsões e de cobrar taxas de segurança, homens de uma milícia que age na Taquara, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio , são suspeitos de crimes de tortura e estupro. De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, que denunciou três integrantes do bando, cenas da violência sexual foram gravadas e divulgadas pelos milicianos para intimidar suas vítimas.

De acordo com promotores do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO), os paramilitares são liderados pelo PM Eduardo Maia Rodrigues Silva. O grupo é apelidado de “Bonde do Magrinho”.

O PM foi preso no dia 21. Ele e outros dois homens foram denunciados pelos promotores por crimes de extorsão, tortura, adulteração de sinal identificador de veículo automotor, estupro e divulgação de cena de estupro.

Segundo as investigações da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), as cenas de violência sexual eram gravadas pelos próprios milicianos e divulgadas para impor medo e respeito aos moradores da Taquara.

De acordo com a polícia, a série de crimes ocorreu por pelo menos um ano. O caso foi denunciado por um morador que enviou fotos e vídeos dos atos de violência para agentes da Draco. Além do PM, a 1ª Vara Criminal Especializada da Capital decretou as prisões e sequestro de bens de Cristiano Jorge Braga Sanches e Phillip Henrique Leal Bastos. Cristiano foi preso dia 21.


Já Philip é considerado foragido. De acordo com o Ministério Público, outras pessoas suspeitas de integrar o bando também estão sendo investigadas pela Draco.

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Idoso passa mal e morre na saída da cadeia após 32 dias preso injustamente

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Cícero Maurício da Silva, de 63 anos, morreu após ficar preso injustamente
Arquivo pessoal

Cícero Maurício da Silva, de 63 anos, morreu após ficar preso injustamente

Cícero Maurício da Silva, de 63 anos, morreu na tarde de sexta-feira (24) em frente ao Presídio de Segurança Máxima I (PMS1) em Maceió. Ele havia passado 32 dias detido e acabara de ser liberado da penitenciária após a Justiça de Alagoas ter reconhecido que sua detenção era indevida.

Silva teve um ataque cardíaco quando iria entrar em um Uber. O motorista contou que o idoso morreu antes de entrar no veículo. Durante o período preso, Silva não teve contato com a família ou advogados. Havia um impedimento à realização de visitas por causa da greve dos policiais penais de Alagoas. De acordo com a família, Silva passou mal devido à ansiedade para deixar a cadeia.

Silva foi preso em 23 de agosto quando tentava tirar um novo documento de identidade. Na ocasião, a polícia anunciou a existência de uma ordem de prisão referente a um processo por estelionato que começou a tramitar em 2010. De acordo com o mandado, Silva havia vendido um mesmo terreno para mais de uma pessoa.

A defesa de Silva alegou inocência. Em um habeas corpus, o advogado Gilmar Francisco Soares Júnior argumentou que o idoso desconhecia a denúncia, era analfabeto, não usava qualquer tecnologia, não sabia o que é uma citação por edital e tampouco saberia pesquisar nas plataformas digitais da Justiça para saber que era processado.

Júnior também argumentou que a prisão era um “constrangimento ilegal”, pois caso houvesse condenação, ela seria em regime aberto, devido aos bons antecedentes. E caso Silva pegasse pena máxima, ficaria no regime semiaberto.

“Infelizmente o Brasil é um país que prende muito e prende mal. Temos um sistema carcerário falido, que deveria ser como um hospital, mas, na verdade, é como um cemitério. Trataram-no como uma coisa, um número. Ele não sabia o porquê de estar preso e nem eu, como advogado, tampouco a família, conseguimos ter acesso a ele para explicarmos que houve uma confusão. Ele tinha diversos problemas de saúde e era um sexagenário. Todos foram avisados sobre isso, mas infelizmente, não nos ouviram”, disse Júnior.

Antes de conseguir o alvará de soltura, Silva teve dois habeas corpus negados, um pelo Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL) e outro pelo Superior Tribunal de Justiça. Somente em 22 de setembro o juiz Thiago Augusto Lopes de Morais reconheceu a prescrição do crime.

“Vale dizer, a continuidade de processos desta natureza, caso seja levado até a fase decisória, seria pura perda de tempo, pois, mesmo que o réu seja condenado, a pena infligida seria letra morta, uma vez que o sentenciado já estaria protegido pelo manto da prescrição da pretensão punitiva do Estado, que não atingiu seu mister em tempo hábil”, escreveu o magistrado.

O alvará de soltura foi publicado na quinta-feira. No dia seguinte, Silva foi autorizado a deixar o presídio. “O alvará de soltura do senhor Cícero, que não deveria sequer estar preso, saiu tardiamente. Foi um dos dias mais frustrantes da minha vida profissional, pois, depois de ter dado a boa notícia para os seus filhos de que as coisas haviam dado certo, tive que ligar novamente para avisar sobre a morte do seu pai, que enfartou na saída do presídio”, afirmou o advogado. Procurado, o TJ-AL não se manifestou até a publicação da reportagem.

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EUA: Brasileiros são encontrados em carroceria na fronteira com México

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EUA: Brasileiros são encontrados em carroceria na fronteira com México
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EUA: Brasileiros são encontrados em carroceria na fronteira com México

Agentes do Departamento de Alfândega e Proteção de Fronteira (CBP, sigla em inglês), no Texas , encontraram 49 imigrantes ilegais dentro da carroceria de um caminhão. Havia brasileiros no grupo, mas o número exato de naturais do Brasil não foi divulgado.

O flagrante ocorreu em 16 de setembro mas comunicado pelas autoridades norte-americanas nesta terça-feira. Além de brasileiros, havia pessoas do Equador, El Salvador, Honduras, Guatemala, México e Peru escondidos no caminhão.

O veículo foi interceptado durante uma operação no posto de controle de imigração, em Sierra Blanca, no Texas. “Os agentes abriram as portas do trailer e observaram vários migrantes sem documentos na área de carga”, informou o CBP.


“As operações de checkpoint são vitais para monitorar as atividades ilegais para os Estados Unidos”, disse o chefe do setor de patrulha, Sean L. McGoffin. “Os agentes foram capazes de identificar positivamente um grande esquema de contrabando, salvando vários indivíduos de uma situação potencialmente perigosa”, acrescentou.

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