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RJ: dispensa do uso de máscara em locais abertos já passa a valer para a capital

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Capital já ultrapassa 65% da população vacina e dispensa uso de máscaras em ambientes abertos sem aglomeração
Divulgação/Prefeitura do Rio de Janeiro

Capital já ultrapassa 65% da população vacina e dispensa uso de máscaras em ambientes abertos sem aglomeração

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) publicou, no início da tarde desta quinta-feira, uma nota técnica que regulamenta a dispensa do uso obrigatório de máscara em locais abertos no estado, em conformidade com a lei que trata da flexibilização do uso do item que foi sancionada nesta quarta. Com isso, o decreto da Prefeitura do Rio que derruba a obrigatoriedade da proteção facial em ambientes abertos, publicado nesta quarta, passa a ter efeito prático, e os cariocas já não precisam mais usar máscara em locais abertos sem aglomeração.

Segundo a nota técnica, uma determinada cidade só terá autorização para abolir a obrigatoriedade da proteção facial em locais abertos caso esteja com bandeira verde (risco muito baixo), amarela (baixo) ou laranja (moderado). Além disso, a cobertura vacinal do município já deverá ter atingido 65% da população total ou 75% da população-alvo da campanha (pessoas com 12 anos ou mais) com as duas doses ou dose única — ou seja, esquema vacina completo.

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— A nota faculta essa possibilidade aos municípios, mas eles podem ser mais restritivos localmente. Além disso, ela determina que as máscaras seguirão obrigatórias em ambientes fechados — pontua o secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe.

A nota técnica enfatiza ainda que, “em caso de piora do cenário epidemiológico e/ou assistencial da Covid-19 no município, evidenciado por Mapa de Risco vermelho ou roxo, o uso da máscara torna-se obrigatório mesmo em ambientes abertos”.

A resolução reforça também que o uso de máscaras em ambientes fechados permanece obrigatório, “incluindo espaços públicos fechados, equipamentos de transporte público coletivo, estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços, assim como áreas fechadas de uso comum de condomínios residenciais e comerciais”.

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Caso Henry: defesa de Jairinho solicita avaliação psicológica de ex-vereador

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Dr. Jairinho
O Antagonista

Dr. Jairinho

O advogado Braz Sant’Anna, que defende o médico e ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho , solicitou a juíza Elizabeth Machado Louro, do II Tribunal do Júri, a elaboração de um laudo de avaliação psicológica. O documento deverá ser elaborado pelas profissionais Raquel Veloso da Cunha e Helena Magalhães Soares Pinto, contratadas pela família, a partir de observações, entrevistas e aplicação de “instrumentos psicológicos validados cientificamente” no ex-parlamentar, que está preso desde 8 de abril na Cadeia Pública Pedrolino Oliveira, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu. Assim como a ex-namorada, a professora Monique Medeiros da Costa e Silva, ele é réu por torturas e homicídio qualificado de Henry Borel Medeiros e ainda fraude processual e coação no curso do processo.

De acordo com o documento enviado por Braz Sant’Anna, o número de encontros das psicólogas com Jairinho pode variar “de acordo com a demanda e com o estado psíquico do sujeito avaliado”. “O laudo psicológico é o documento resultante da AP (Avaliação Psicológica) e apresentará conclusões do profissional psicólogo com base nas informações coletadas, nas observações e entrevistas juntamente com os resultados levantados pelos instrumentos utilizados”, pontua.

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“Considerando as limitações existentes do contexto que será realizada a AP (Avaliação Psicológica), indicamos que o mais adequado é que as entrevistas e aplicações dos instrumentos psicológicos sejam realizados em três dias na Penitenciária Bangu 8, pela manhã e pela tarde, entre os horários 9h às 17h. Cada encontro terá duração mínima de quatro horas com intervalos necessários respeitando os horários estabelecidos pela instituição”, afirmam as profissionais.

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Foram solicitadas uma sala iluminada contendo duas cadeiras e uma mesa para a aplicação dos instrumentos e a disponibilidade de um gravador de áudio juntamente com um cronômetro.

Em setembro, os advogados Thiago Minagé e Hugo Novais, que defendem Monique, já haviam solicitado uma avaliação psicológica da professora. O pedido foi deferido pela juíza Elizabeth Machado Louro e ela recebeu a visita da profissional na última sexta-feira, dia 26, no Instituto Penal Oscar Stevenson, em Benfica.

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Queda de bimotor em SP: mochila encontrada é de copiloto, diz família

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Bombeiros atuam na busca das vítimas do acidente
PrintScreen/ Twitter @BombeirosPMESP

Bombeiros atuam na busca das vítimas do acidente

A mochila encontrada no último sábado em alto-mar pela Marinha pertence ao copiloto José Porfírio de Brito Júnior, de 20 anos, uma das vítimas da queda de um bimotor que vinha de Campinas, em São Paulo, em direção ao Rio de Janeiro. A informação foi divulgada na manhã desta quinta-feira pela mãe do rapaz, a esteticista Ana Regina Agostinho, de 43. Ela contou também que foi uma piloto mulher que orientou o comandante do bimotor, Gustavo Calçado Carneiro, de 27 anos, como deveria proceder durante a queda.

“A assessoria de imprensa da Marinha me ligou ontem, ao meio-dia, e falou que ele se solidarizava com a família e iriam dar os informes duas vezes ao dia. Eles não deram retorno ontem à noite. Estou esperando alguma notícia hoje. Além disso, eles me falaram que a bolsa achada era do meu filho e que era para a gente ir até São Sebastião, na delegacia, pegar. Eu pedi que eles (a Marinha) nos entregassem, já que estamos nas buscas. Desconversaram”, relata a esteticista.

Ana diz que foi uma piloto mulher que ajudou os tripulantes do bimotor sobre como deveriam aterrizar. Ela crê que a conversa captada por um avião que passava perto e que ajudou os tripulantes no pouso poderá ajudar a entender o que aconteceu.

“A conversa pode informar o que aconteceu. Foi uma piloto mulher que ajudou o meu filho. Ela relatou o desespero do meu filho quando eles estavam caindo “, completou.

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“É uma guerra a procura do meu filho. Criamos grupos de WhatsApp para as buscas dos dois. Eu tenho certeza de que o meu filho está vivo e, se Deus quiser, vamos achá-los vivos. As buscas pelo avião não vão parar. Hoje, vamos circular com uma embarcação que tem uma rede de 70 metros de profundidade. Se ela agarra em algum local, vamos avisar aos mergulhadores do Corpo de Bombeiros”.

Ana Regina afirmou que vem contando com a ajuda de amigos e parentes para tentar localizar o filho, que estava em um bimotor que saiu às 20h30min do Aeroporto dos Amarais, em Campinas, e deveria pousar no Aeroporto de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, pouco depois das 21h40min. Além de Porfírio Júnior, o voo levava o piloto Gustavo Calçado Carneiro, de 27 anos — cujo corpo foi encontrado na última quinta-feira —, e o empresário Sérgio Alves, de 45.

Namorada reclama da Marinha

Namorada de Porfírio Junior, a universitária Thalya Ares Viana, de 20, postou sobre o tempo de desaparecimento do copiloto e sobre a expectativa da Marinha ajudar nas buscas.

“Uma semana de muita procura, muita oração, implorando por ajuda, mas não vamos desistir. Ainda estamos aguardando a atualização que a Marinha ficou de dar à minha sogra, para planejarmos mais um dia de busca. Só precisamos de ajuda, mas te achar!”, escreveu ela na legenda da foto em que os dois aparecem juntos.

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