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Riva e ex-secretário da AL entregam esquemas milionários da Casa; vídeos validam delação bombástica em MT

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Ex-secretário Geral da Assembleia Legislativa, Marcio Pommot teria revelado esquemas de corrupção; ele teria apresentado vídeos bombásticos ao MPF

Deu no site GazetaDigital: Mais duas delações premiadas em andamento trarão novas gravações envolvendo poderosos de Mato Grosso. Trata-se das delações do ex-presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), José Riva e do ex-secretário-geral da casa, Luiz Márcio Bastos Pommot. Documentos, anotações e gravações em áudio e vídeo estariam entre as provas apresentadas ao Ministério Público. Fontes ouvidas pela reportagem apontam que o caso é semelhante ao acordo do ex-governador Silval Barbosa e Silvio Corrêa.  Pommot  é que teria algumas gravações envolvendo entrega de dinheiro para políticos e agentes públicos. As negociações começaram no final do ano passado, por causa das confissões que Riva fez em seus depoimentos em diversas ações e investigações, e que exigem a definição das devoluções financeiras. Com isso o ex-deputado chamou o seu ex-braço direito para também colaborar. Ainda não se sabe o motivo e por que as colaborações foram divididas. A reportagem checou com duas fontes que acompanham as tratativas que a delação de Pommot se encontra mais avançada que a de Riva. Isso porque Riva e o Ministério Público do Estado (MPE) não chegaram a um acordo no valor do ressarcimento aos cofres públicos. Enquanto o MPE exige R$ 150 milhões em devolução, o ex-chefe do Poder Legislativo diz não ter esse recurso. Outra discordância que tem travado a assinatura seria o tempo de punição. O MPE quer que Riva cumpra 4 anos de prisão em regime fechado. Já a defesa aceitaria até dois anos de reclusão. Quem assina a reportagem é o jornalista, Pablo Rodrigo.

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Presidente da Energisa confessa dívida de meio bilhão e leva sonora vaia de manifestantes em audiência na AL

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Diretor-presidente da antiga Cemat, Riberto José Barbanera é vaiado durante audiência pública realizada na Assembleia Legislativa

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), afirmou durante audiência pública, que a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI da Energisa vai aprofundar nas análises das contas, dos atendimentos e na redução de investimentos que a concessionária vem executando em todo o Estado. Questionado sobre a possível dívida de R$ 800 milhões que a Energisa tem com o Estado, o diretor presidente da antiga Cemat, Riberto José Barbanera afirmou que dívida é hoje de R$ 550 milhões. O passivo é de 2009 a 2013,  portanto  antes de a Energisa chegar em Mato Grosso, em 2014.  Segundo ele, a dívida é da Cemat que era controlada pelo Grupo Rede e sob a intervenção da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Durante sua fala na audiência pública, que ocorreu na manhã desta terça-feira (15), na Assembleia Legislativa, ele foi sonoramente vaiado. Por mais que Barbanera tentava explicar quanto aos valores da tarifa, considerada uma das mais caras do Brasil, o público reagia com gritos “fora Energisa”. Acuado com os protestos, ele encerrou a fala diante de centenas de manifestantes.

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Contas de gestão da Sinfra de 2017 são julgadas regulares, mas conselheira exige concurso para engenheiros

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Conselheira interina do Tribunal de Contas, Jaqueline Jacobsen

Julgadas regulares pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso as contas anuais de gestão da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra/MT), referentes ao exercício de 2017, sob a responsabilidade do secretário Marcelo Duarte Monteiro. O Processo nº 323276/2018 foi julgado na sessão ordinária desta terça-feira (15/10). Por unanimidade, os membros do Tribunal Pleno acompanharam voto da relatora, conselheira interina Jaqueline Jacobsen, em consonância com parecer do Ministério Público de Contas, pela regularidade, com recomendações. Entre elas para que a atual gestão da Sinfra/MT adote as medidas necessárias para que o planejamento das ações reflita a realidade econômica e financeira do Estado, possibilitando o cumprimento das metas estabelecidas nas peças orçamentárias. Foi constatado pela equipe técnica graves falhas de planejamento, perceptíveis nas alterações ocorridas nas dotações orçamentárias das ações relacionadas ao projeto “Mato Grosso Pró-Estrada”. “É inconcebível que haja discrepâncias tão relevantes entre o planejado e o executado, conforme ocorreu no exercício de 2017 nas ações governamentais da Sinfra”, observou a conselheira no voto. A conselheira reiterou ainda à atual gestão da Sinfra/MT para que promova, junto à Seges, estudo acerca das reais possibilidades do Governo do Estado em realizar concurso público com a finalidade de prover a defasagem existente no quadro de engenheiros fiscais da Sinfra. Isso porque o Tribunal de Contas já havia feito essa recomendação à Secretaria, mas apesar dos esforços do gestor, ela não foi atendida.

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