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Saúde

Riso incontrolável? Síndrome do Coringa afeta pessoas na vida real; entenda

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Mesmo que você ainda não tenha assistido ao filme Coringa nos cinemas, deve conhecer a característica mais marcante do personagem: o riso incontrolado e, em alguns momentos, diante de situações nada engraçadas. Ainda que não haja confirmação de que o vilão sofre de qualquer doença, uma condição neurológica rara tem esse comportamento como um dos principais sintomas. 

frame do filme coringa arrow-options
Divulgação/Warner

“Coringa” chegou ontem (3) aos cinemas

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De acordo com o neurocirurgião e neurocientista Fernando Gomes, a condição do Coringa é conhecida como síndrome pseudobulbar . “Entre as características mais marcantes da doença estão dificuldade para falar e para engolir adequadamente, alteração na movimentação dos músculos da face e da língua e labilidade emocional: riso ou choro inadequados, exagerados ou desproporcionais a um evento”, explica. 

Ou seja, além de crises de riso que podem durar muito mais tempo do que o normal – ultrapassando, inclusive, o limite do confortável – pessoas que sofrem com o transtorno também podem reagir com lágrimas profundas a situações cotidianas. 

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O que pode causar a síndrome pseudobulbar ou labilidade emocional? 

A condição, por si só, não é uma doença. Ela surge como uma reação a outras enfermidades, como doença de Alzheimer , Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) ou entre pacientes que sofreram um Acidente Vascular Cerebral (AVC). 

“Também existe a possibilidade de a síndrome se desenvolver após um trauma no crânio que cause lesões no cérebro”, explica Fernando Gomes. 

E quais tratamentos são possíveis para Síndrome do Coringa? 

Infelizmente a condição não possui uma cura. Por outro lado, existem opções de reabilitação que podem permitir que o paciente conviva com a síndrome do Coringa sem que ela interfira em seu cotidiano.

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“É importante uma abordagem multidisciplinar e reabilitação em cada ponto afetado? neurologia, fonoaudiologia, fisioterapia, terapia ocupacional e psicologia”, orienta o médico. Além disso, medicamentos sintomáticos, como antidepressivos, podem compor o tratamento.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Mais 11 lotes de cerveja Backer estão contaminados, informa ministério

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou no início da noite deste sábado (18), os resultados de análises que detectaram a presença do contaminante dietilenoglicol em mais 11 lotes de cervejas Backer.

Até o momento, dez produtos da Cervejaria Backer testaram positivo para as substâncias tóxicas: Belorizontina, Capixaba, Capitão Senra, Pele Vermelha, Fargo 46, Backer Pilsen, Brown, Backer D2, Corleone e Backer Trigo. Até o momento, as análises realizadas pelos laboratórios federais de Defesa Agropecuária constataram 32 lotes contaminados.

Diante do risco iminente à saúde pública, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou ontem (17) a interdição de todas as marcas de cerveja Backer com data de validade igual ou posterior a agosto de 2020.

O Mapa também definiu, com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, os procedimentos para intimar a empresa a fazer recall dos produtos em que já foi constatada a contaminação, bem como dos produtos que ainda não tiveram a idoneidade e segurança para o consumo comprovadas para o consumidor. A medida é preventiva e vale para todo o Brasil.

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Veja os lotes contaminados:

lotes contaminados

Ministério da Agricultura/Divulgação

Óbitos

O dietilenoglicol é uma substância tóxica e que não pode entrar em contato com alimentos e bebidas. A presença da substância na cerveja está associada à ocorrência de óbitos e intoxicações em Minas Gerais.

Na quinta-feira (16), a Secretaria de Saúde de Minas Gerais confirmou, a quarta morte por ingestão de dietilenoglicol. A vítima é uma mulher que morreu no dia 28 de dezembro em Pompéu, interior do estado.

A primeira das quatro mortes por intoxicação já reconhecidas pela Polícia Civil foi registrada na noite de 7 de janeiro, em Juiz de Fora. Exames a que a vítima foi submetida antes de morrer confirmaram a presença do contaminante no sangue. O homem, cujo nome e idade não foram oficialmente confirmados, foi sepultado no município mineiro de Ubá.

Todos os pacientes internados devido à síndrome nefroneural apresentaram insuficiência renal aguda de evolução rápida, ou seja, que levou a pessoa a ser internada em até 72 horas após o surgimento dos primeiros sintomas, e alterações neurológicas centrais e periféricas, que podem ter provocado paralisia facial, embaçamento ou perda da visão, alteração sensório, paralisia, entre outros sintomas.

Investigação

A Polícia Civil não descarta nenhuma hipótese, nem mesmo a suspeita de que um ex-funcionário demitido pela Backer possa ter agido por vingança. “Não posso afirmar se foi uma sabotagem ou um erro. Ainda não é o momento da investigação para isso”, disse o delegado Flávio Grossi. “Hoje, o que afirmamos é que os elementos tóxicos encontrados nas garrafas [de cerveja], no sangue das vítimas e dentro das empresas [provém] de produtos em comum. Crime acreditamos que houve. Por isto instauramos um inquérito policial”, disse o delegado.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde
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Saúde

Vírus de origem chinesa pode ter infectado mais de mil de pessoas

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O número de pessoas infectadas por um vírus que já matou duas pessoas na China ultrapassa, provavelmente, mil casos e é muito superior àquele informado pelas autoridades locais, segundo investigadores britânicos.

As autoridades chinesas disseram que o surto de pneumonia viral afetou pelo menos 41 pessoas e que o foco da epidemia está em Wuhan, uma cidade de 11 milhões de pessoas no centro da China.

Contudo, em artigo publicado na sexta-feira (17) por cientistas de um centro de pesquisa do Colégio Imperial de Ciência, Tecnologia e Medicina de Londres aponta que o número de pessoas infectadas na cidade chinesa e, provavelmente, muito superior.

Investigadores do Centro de Análise Global de Doenças Infeciosas, que aconselha instituições como a Organização Mundial de Saúde (OMS), estimam que “um total de 1.723 casos” em Wuhan apresentavam sintomas da doença desde 12 de janeiro.

Os cientistas usaram o número de casos detectados até agora fora da China – dois na Tailândia e um no Japão – para estimar o número de pessoas que provavelmente estão infetadas em Wuhan, com base em dados de voos internacionais que partem do aeroporto daquela cidade.

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“Para Wuhan exportar três casos para outros países, deve haver muito mais casos do que o anunciado”, disse o professor Neil Ferguson, um dos autores, à emissora pública britânica BBC.

“Estou muito mais preocupado do que estava há uma semana”, acrescentou.

Em Hong Kong e em Macau, as autoridades intensificaram as medidas de detecção, que inclui um rigoroso controle de temperatura para viajantes e turistas. No antigo território administrado por Portugal, estas ações também ocorrem na entrada dos casinos, já que Macau recebe em média mais de três milhões de visitantes por mês.

Os Estados Unidos já anunciaram que vão começar a filtrar voos diretos de Wuhan para os aeroportos de São Francisco e Nova York, assim como em Los Angeles, onde há muitas conexões internacionais.

As autoridades internacionais de saúde já admitem que possa ter havido um caso de contágio entre pessoas no surto de pneumonia viral na China, mas afirmam que “não há uma indicação clara e sustentada de transmissão” entre humanos.

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O Centro Europeu de Controlo de Doenças afirmou também que é “impossível quantificar o potencial de transmissão entre humanos” deste novo vírus detectado na China.

São poucos os casos sem conexão direta com um mercado de marisco em Wuhan, mas as autoridades ainda desconhecem a fonte de infecção ou o modo de transmissão.

Esta semana, em Portugal, a Direção-Geral da Saúde garantiu que o surto de pneumonia viral na China já estaria contido, indicando que uma eventual propagação “não é uma hipótese neste momento a ser equacionada”.

“Não temos que estar alarmados, é preciso é estarmos atentos”, afirmou na quarta-feira a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, aos jornalistas, sublinhando que o coronavírus detetado na China não será transmissível de pessoa a pessoa.

*Emissora pública de televisão de Portugal

Edição: Denise Griesinger
Tags: China vírus

Fonte: EBC Saúde
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