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Saúde

Rio manterá medidas de isolamento por 15 dias, diz Crivella

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A cidade do Rio de Janeiro manterá as medidas de isolamento social por pelo menos mais 15 dias, de acordo com o prefeito Marcelo Crivella. Escolas seguem sem aula, comércio segue restrito e os transportes públicos seguem circulando com a recomendação de não aglomerarem pessoas. As medidas foram tomadas para conter o avanço da pandemia de covid-19. 

“Esses próximos 15 dias são importantíssimos. O sacrifício que estamos fazendo agora dará bons frutos. Nós vamos vencer essa crise”, disse o prefeito em coletiva de imprensa online transmitida na manhã de hoje (25). “É fundamental, mais que necessário, incontornável e inadiável mantermos nossa medias de afastamento social nos próximos 15 dias. Peço a vocês que considerem isso como fundamental para que a vida volte ao normal” 

O prefeito comentou o pronunciamento feito ontem (24) pelo presidente Jair Bolsonaro, afirmando que é necessário mostrar que as medidas tomadas estão surtindo efeito.

“Na verdade, o que entendemos do pronunciamento do presidente é que é preciso enxergar a luz do fim do túnel. É preciso que se passe a massagem para as pessoas que o sacrifício vai dar frutos. Isso que estamos fazendo, que é o isolamento social, logo vai nos trazer de volta ‘as atividades normais”.  

Comunidades do Rio de Janeiro

Em relação às comunidades do Rio de Janeiro, Crivella disse que está deslocando 300 idosos em situação vulnerável que moram em comunidades da Zona Sul, região com maior número de infectados pelo covid-19, para hotéis. 

Ele também fez um apelo aos comerciantes desses locais e pediu a ajuda de padres e pastores para orientarem a população a se proteger. 

Em relação ao transporte, ele também pediu para que a fiscalização, sobretudo do BRT se intensifique e que o transporte público respeite a regra de transportar apenas pessoas sentadas. 

Retomada 

Crivella disse que irá autorizar o funcionamento de lojas de conveniência nos postos de gasolina a partir da 0h de quinta-feira (26). As lojas poderão voltar a funcionar apenas para que os consumidores comprem e levem os produtos para casa, sem consumi-los no local. Além disso, também poderão ser retomadas as atividades das lojas de materiais de construção, que terão regras específicas para o funcionamento. Essas retomadas dependem ainda de alterações legais. 

De acordo com dados da prefeitura, a cidade do Rio de Janeiro registra, até o momento, 278 casos confirmados e 166 casos suspeitos. Uma pessoa morreu em decorrência da infecção, 15 estão internadas em UTI e 28, hospitalizadas. Os números serão atualizados na noite de hoje. 

Em todo o país, de acordo com os últimos dados do Ministério da Saúde, 46 pessoas morreram em decorrência do novo coronavírus e são 2,2 mil os casos confirmados. 

Edição: Denise Griesinger

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Saúde

Covid-19: SP libera atividades internas de escritórios de advocacias

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Em deliberação publicada hoje (4) no Diário Oficial do estado, o Comitê Administrativo Extraordinário Covid-19, do governo do estado de São Paulo, liberou da quarentena atividades internas de escritórios de advocacia ou contabilidade. Segundo a medida, o ingresso do público em geral ao interior dos escritórios continua proibida, sendo permitido apenas aos clientes.

A deliberação autoriza também o funcionamento de prédios comerciais e de estabelecimentos comerciais de peças e acessórios para veículos automotores.

O estado de São Paulo registrou até ontem (3) 219 óbitos relacionados ao novo coronavírus. O número é três vezes maior que o da última sexta (68 mortes). Os casos confirmados também quadruplicaram no período, saltando de 1.223 para 4.048.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Países da AL e Caribe se unem para evitar desabastecimento

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Ministros da agricultura, alimentação, desenvolvimento rural, pecuária e pesca de 25 países da América Latina e Caribe, incluindo o Brasil, assinaram uma nota conjunta se comprometendo a adotar medidas para garantir o abastecimento de alimentos para cerca de 620 milhões de pessoas que vivem na região.

No documento divulgado ontem (3), os signatários garantem que, até o momento, não há falta de gêneros alimentícios em seu países, e que, diferentemente de outras crises, a oferta de alimentos segue estável na região e no resto do mundo.

“Os estoques globais dos principais tipo de alimentos estão em bons níveis e as colheitas nos principais países produtores foram boas”, afirmam os ministros, assegurando que trabalhadores do campo e indústrias alimentícias seguem trabalhando.

“Não existem, portanto, razões que justifiquem aumentos significativos nos preços internacionais dos alimentos, razão pela qual fazemos um chamado a todos os que atuam no sistema a fim de impedir a especulação neste momento de emergência”, acrescentam os representantes nacionais.

Os ministros, no entanto, admitem a importância de que o funcionamento de toda a cadeia de suprimento siga funcionando em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Na nota, eles apontam que, se a ameaça de disseminação da doença persistir por um longo tempo, os serviços serão submetidos a pressões que podem sim gerar problemas. Razão pela qual preescrevem que os países da região ajam em conjunto para evitar o desabastecimento.

“Neste sentido, se todos os países nos esforçarmos para manter funcionando as cadeias locais, nacionais, regionais e globais de abastecimiento, poderemos assegurar os alimentos de forma sustentável para toda a população.”

Os ministros se comprometem a atuar conjuntamente, trocando informações e adotando medidas “apropriadas, conforme a realidade de cada país”, entre elas fornecer assistência técnica e financeira aos pequenos e médios produtores agrícolas, pescadores, aquicultores, pecuaristas e pequenas e médias agroindústrias a fim de que possam manter e, em alguns casos, aumentar sua produção.

O grupo também defende a implementação de programas emergenciais para prevenir a perda e o desperdício de alimentos, incluindo os que estimulem e facilitem o funcionamento de bancos de alimentos; o monitoramento constante das cadeias logísticas, especialmente as que envolvam mais de um país, a fim de resolver rapidamente qualquer gargalo, e o fomento do uso de plataformas de comércio eletrônico, buscando envolver o menor número possível de produtores e estabelecimentos de pequeno e médio porte.

Os ministros propõem que os governos promovam políticas fiscais e comerciais em resposta aos efeitos econômicos da crise e estabeleçam mecanismos público-privados que facilitem o constante monitoramento dos níveis de abastecimento alimentar e a situação dos mercados.

A declaração do grupo de 25 ministros conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura  e outros organismos multilaterais especializados, como o Programa Mundial de Alimentos; o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura; a Organização Mundial de Saúde Animal, entre outras entidades.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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