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Rio Grande do Sul poderá antecipar a vacinação contra febre aftosa

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) autorizou o Rio Grande do Sul a antecipar a vacinação contra a febre aftosa de maio para março. A decisão do Ministério foi tomada nesta sexta-feira (21), atendendo a uma solicitação encaminhada pela Secretaria da Agricultura do Estado na última segunda-feira (17). Com isso, a campanha de vacinação será feita de 16 de março até 14 de abril de 2020. 

Essa ação visa manter a possibilidade de o estado, caso cumpra todos os requisitos e ações previstas do Plano Estratégico 2017-2026 do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), pleitear o reconhecimento de zona livre de febre aftosa sem vacinação perante à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em maio de 2021. 

Atualmente, o RS tem aproximadamente 13 milhões de bovinos e teve o último registro da doença em 2001. 

Mais informações relacionadas ao Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa podem ser visualizadas no portal do PNEFA. As informações sobre o calendário de vacinação nos estados e no Distrito Federal podem ser visualizadas aqui 

Informações à ImprensaJanete Lima
[email protected]

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Relatório sobre aquicultura em águas da União poderá ser entregue até o dia 31 de maio

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A Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP) adiou para 31 de maio de 2020 o prazo para entrega do Relatório Anual de Produção da Aquicultura em Águas da União referente a 2019. Os detentores de contrato para uso de águas da união deveriam apresentar, até a próxima terça-feira (31), os dados anuais de produção de peixes, algas, crustáceos ou moluscos.

Instrução Normativa 2/2020, publicada nesta sexta-feira (27), no Diário Oficial da União, traz a prorrogação, devido ao “enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do coronavírus”.

O objetivo do relatório é fiscalizar o cumprimento das cláusulas do contrato de cessão de uso desses espaços da União para fins de aquicultura. Os dados do levantamento devem ser relativos à produção compreendida entre 01 de janeiro a 31 de dezembro de cada ano e deverão ser inseridos nos formulários disponibilizados pela secretaria.

A apresentação das informações é obrigatória e deverá ser acompanhada da cópia do licenciamento ambiental do empreendimento e de registro fotográfico. Com base nesses dados, a Secretaria de Aquicultura e Pesca vai traçar o perfil da produção de peixes, algas, crustáceos ou moluscos nas águas da União, acompanhando a produtividade nesses locais.

Informações à Imprensa
[email protected]

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Mapa alerta para medidas de prevenção ao coronavírus no campo

Publicado


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Com a pandemia do Coronavírus, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) alerta para a importância do reforço de medidas de prevenção ao vírus no meio rural.

Os cuidados devem ser adotados, pois animais, pessoas, veículos e equipamentos que entram na propriedade podem ser fonte de contaminação do vírus para os trabalhadores, já que o vírus (Covid-19) fica nas superfícies por um tempo.

“O vírus não atinge animais e vegetais [não transmitem], mas a higienização de alimentos continua sendo fundamental e necessária para mantê-los seguros antes de cozinhá-los”, destaca Luís Eduardo Pacifici Rangel, diretor do Departamento de Análises Econômicas e Políticas Públicas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Nesse momento, há necessidade e urgência de se reforçar medidas de higiene em todas as etapas da cadeia de produção dos alimentos, principalmente no transporte e manipulação das mercadorias nos centros de distribuição”. 

O Brasil tem o maior rebanho comercial bovino, com cerca de 213,5 milhões, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São mais de 15 milhões de pessoas ocupadas nos estabelecimentos agropecuários espalhados por todo território nacional. A área agrícola cresceu 3,3% entre 2016 e 2018, de acordo com o monitoramento do instituto. São mais de 664 mil km², o equivalente a 7,6% do território nacional.

“Esses números mostram a dinâmica do setor, que envolve inúmeros elos da cadeia produtiva”, observa Orlando Melo de Castro, diretor do Departamento das Cadeias Produtivas do Mapa ao destacar a importância dos produtores rurais e transportadores de alimentos e bebidas, que estão na linha de frente do setor, adotar recomendações dos órgãos de saúde para prevenir o contágio e a transmissão do Covid- 19.

Toda cadeia produtiva de alimentos e bebidas é atividade considerada essencial de acordo com o Decreto 10.282, de 20 de março de 2020.

As regras higiênico-sanitárias da produção agropecuária já são amplamente conhecidas e aplicadas regularmente pelos produtores rurais, refletindo a excelência da produção brasileira. Há uma série de recomendações que devem ser tomadas principalmente na circulação de mercadorias e cuidados pessoais na logística.

Os transportadores, especialmente, devem observar essas orientações.

 >> Veja abaixo as recomendações gerais:

  • Lavar, com frequência, e sempre que necessário mãos, braços e rosto com água e sabão;
  • Aplicar, frequentemente, e sempre que necessário álcool gel nas mãos;
  • Aumentar a frequência de desinfecção das superfícies de contato de veículos seja volante do trator e ou câmbio, painel e maçanetas de carros;
  • Manter a distância segura (recomendação de 2 metros) entre pessoas nos locais de descanso e evitar aglomerações.

 

>> Recomendações para circulação de operadores de veículos de carga:

  • Entrar no pátio apenas no momento do carregamento;
  • Utilizar álcool gel nas mãos antes e após a entrega/retirada de documentos;
  • Motoristas de contêineres, não desçam das cabines. Os contêineres deverão ser plugados no estacionamento de caminhões e liberados para entrada para carregamento e já direcionados para a área de expedição.

 

>> Recomendações para entregas de materiais: 

  • Motorista não deve sair do veículo;
  • Antes da entrega de documentação, o motorista deve passar álcool gel nas mãos.

 

>> Recomendações para os produtores rurais:

    Seguir a orientação padrão do Ministério da Saúde.

  • Lave as mãos em intervalos menores, com água e sabão;
  • Evite aglomerações e contato pessoal muito intenso.

 

Informações à imprensa
[email protected]

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