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Saúde

Rio deve retomar vacinação contra Covid-19 nesta quarta ou quinta

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Rio deve retomar aplicação da primeira dose contra Covid-19 nesta quinta (29)
Pixabay / Divulgação

Rio deve retomar aplicação da primeira dose contra Covid-19 nesta quinta (29)

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio de Janeiro pode retomar a aplicação da primeira dose da vacina contra a covid-19 na quarta-feira (28) ou quinta-feira (29). A imunização foi suspensa na sexta-feira (23) por falta de doses.

Em sua conta no Twitter, o prefeito Eduardo Paes, anunciou no início na tarde de hoje (26) que a prefeitura recebeu uma ligação do Departamento de Logística do Ministério da Saúde.

O Ministério anunciou que serão entregues para todo o país nos, próximos três dias, 3,812 milhões de doses da vacina AstraZeneca/Fiocruz; 1,036 milhão da AstraZeneca entregues pela Covax Facility; 3,335 milhões do imunizante CoronaVac/Butantan; e 2,104 milhões da Pfizer/BioNTech.

“Em se confirmando a previsão de entregas de doses pelo Ministério da Saúde na terça e na quarta-feira, o município do Rio retomará a vacinação até quinta-feira (29)”, informou a SMS em nota.

Pelo calendário divulgado no dia 15 de julho, o Rio de Janeiro aplicaria a primeira dose hoje nas mulheres de 34 anos e amanhã seria o dia dos homens da mesma idade.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Cidade do Rio de Janeiro registra recorde de vacinação em um único dia

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A prefeitura do Rio de Janeiro anunciou ter obtido neste sábado (25) um novo recorde de vacinação em um único dia. Ao todo, 123.352 pessoas receberam o imunizante. Foram aplicadas 53.306 primeira dose, 57.734 segunda dose e 12.312 doses de reforço.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, outro marco também foi alcançado. A taxa de ocupação de 45% dos leitos para tratamento da covid-19 na rede do município é a menor desde abril de 2020.

Nesta semana, o Rio ampliará a faixa etária apta a receber a dose de reforço. De forma escalonada, serão atendidos até quinta-feira (30) os idosos a partir de 80 anos. Até então, já foram convocados com esta finalidade os maiores de 84 anos.

A aplicação da primeira e segunda doses terá continuidade. No caso das pessoas com 50 anos ou mais que foram vacinadas com o imunizante da Pfizer, o intervalo entre as duas doses foi reduzido para 21 dias.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

‘Reforço da vacina com meia dose pode salvar o mundo’, diz médica brasileira

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Vacinação em São Paulo
Governo de São Paulo

Vacinação em São Paulo

O reforço da vacina contra a Covid-19 com meia dose do imunizante “pode ser uma salvação para o mundo”, afirma a médica carioca Sue Ann Costa Clemens. Ela foi a responsável por trazer os testes clínicos da vacina de AstraZeneca/Oxford para o Brasil.

Sue é chefe do comitê científico da Fundação Bill e Melinda Gates, docente de Oxford, diretora do primeiro mestrado em vacinologia do mundo, na Universidade de Siena, e ganhadora do Prêmio Faz Diferença. A médica segue realizando estudos no Brasil, entre eles o que pode transformar a dose de reforço em meia dose.

“Há uma força tarefa para estudar meia dose de reforço. A terceira dose tem que oferecer proteção semelhante ou maior àquela que a pessoa teve após a segunda dose. Há vários estudos, da Pfizer, da Moderna e da Janssen, que mostram que, com meia dose ou um terço de dose, a população não vulnerável, entre 18 e 60 anos, tem um pico de imunogenicidade suficiente e maior que o da segunda dose”, afirma.

“Apresentei essa ideia ao ministério porque estive numa reunião do Covax, com OMS e Opas, e discutimos sobre isso. Se conseguirmos mostrar que o ‘booster’ de meia [dose] tem um efeito excelente, a gente dobra nossa capacidade. Pode ser uma salvação para o mundo”, continua.

Em entrevista ao Globo, a médica afirma que o reforço da vacinação pode servir não apenas para aumentar a quantidade de anticorpos no organismo, mas também para aumentar o tempo de proteção contra a Covid-19.

“Esse é o grande papel da intercambialidade [entre vacinas]. As diferentes plataformas vacinais oferecem diferente duração da proteção. As vacinas de vírus inativado, de farmacêuticas como Sinovac e Sinopharm, têm uma imunogenicidade menor e isso se traduziu numa eficácia menor. Elas estão ajudando, só que a gente tem que se preocupar com a queda de proteção que vai ocorrer. A ideia é, ao dar uma outra vacina, não só aumentar a imunogenicidade e anticorpos neutralizantes, mas também aumentar a duração da proteção”, explica.

Fonte: IG SAÚDE

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