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Reviravolta: garoto que achou corpo de menina em árvore diz que ajudou a matá-la

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Câmeras de Segurança do Parque Anhanguera

Menino que achou corpo é suspeito de matar menina de 9 anos

O menino de 12 anos que encontrou o corpo da garota Raíssa Eloá Caparelli Dadona pendurado em uma árvore no Parque Anhanguera no último domingo (29) pode ter ajudado a matar a criança de apenas nove anos na Zona Norte de São Paulo.

Segundo a polícia, o garoto passou o domingo prestando depoimento e chegou a se contradizer duas vezes. Em uma das versões, ele disse que um rapaz de bicicleta que passava no local o ameaçou com uma faca e obrigou que ele ajudasse a matar Raíssa.

Em uma das últimas imagens da menina com vida, ela está ao lado dele, de mãos dadas, enquanto o garoto carrega a mochila dela. A causa da morte de Raíssa ainda não foi detectada pela perícia, mas ela tinha o corpo amarrado pelo pescoço, o rosto coberto de sangue e uma lesão no ombro. 

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Apesar de estar pendurada, o enforcamento foi uma causa de morte descartada pela polícia. A principal hipótese é de que ela tenha sido morta e arrastada para o local. O corpo dela foi enterrado na tarde da segunda (30).

Agora, a 5ª Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa deve pedir a apreensão  do menino suspeito à justiça.

Fonte: IG Nacional
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Índios sofriam ameaças após assaltos na região, diz membro da Funai no Maranhão

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Foto: Reprodução/Internet

Um carro passou e atirou contra dois indígenas que estavam em uma moto na estrada

A morte de dois indígenas em ataque na BR-226 no Maranhão no sábado pode ter relação com os constantes assaltos que acontecem no trecho da rodovia federal no município de Jenipapo dos Vieiras. Segundo o coordenador da Fundação Nacional do Índio (Funai), em Imperatriz (MA), Guaraci Mendes, os i ndígenas da região vêm recebendo ameaças devido a associação deles com os assaltos que acontecem na rodovia federal localizada no município de Jenipapo dos Vieiras.

“Pessoas mal intencionadas se aproveitam da má preservação da BR dentro do território (indígena) para cometer ilícitos. Aproveitam também a falta de policiamento. Então isso (assaltos) acaba se associando à imagem dos indígenas, e por conta disso eles (índios) vinham recebendo ameaças”, disse Guaraci Mendes ao site G1.

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O ataque que provocou a morte dos caciques Firmino Silvino Guajajara, de 45 anos, atingido por quatro disparos, e Raimundo Benício Guajajara, de 38 anos. Eles são da Terra Indígena Cana Brava e Lagoa Comprida respectivamente. Eles voltavam de uma reunião entre a Funai e a Eletronorte, na aldeia Coquinho, no município de Jenipapo dos Vieiras, para tratar da compensação aos índios pela passagem de linhas de energia elétrica dentro das terras indígenas. Firmino morreu no local, enquanto Raimundo chegou a ser levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Jenipapo dos Vieiras, mas não resistiu.

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Duas pessoas ficaram feridas. Segundo oa Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular do Maranhão (Sedihop), Nico Alfredo, da aldeia Mussun, foi atingido por um tiro no glúteo e está com suspeita de hemorragia interna. Já Neucy Cabral Vieira, da aldeia Nova Vitoriano, foi ferido em uma das pernas e teve alta neste domingo.

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O trecho da BR-226 na altura das aldeias indígenas Boa Vista e El Betel, localizado entre os municípios de Barra do Corda e Grajaú, segue interditado neste domingo, segundo Polícia Rodoviária Federal do Maranhão (PRF-MA). A via foi bloqueada por índios da etnia Guajajara após o atentado no sábado. Segundo a PRF, não há previsão para que a via seja liberada. Por conta do bloqueio, foi registrado um congestionamento de veículos de mais de 1,5 quilômetro.

Em um vídeo que circula nas redes sociais, um indígena identificado como ‘Nelsi’ contou que foi surpreendido por um veículo de cor branca que disparou diversas vezes contra a motocicleta onde ele e o índio Firmino Guajajara estavam.

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“Ele [o carro] passou devagarzinho perto de nós ali e quando chegou perto de nós ele atirou, deu dois tiros. E ele ainda atirou nele ali (Firmino Guajajara)”, diz o índio.

Outro caso

Há um mês, outro indígena da etnia Guajajara foi assassinado no Maranhão. O líder e integrante do grupo Guardiões da Floresta,

Paulo Paulino Guajajara, foi morto durante uma emboscada na Terra Indígena Arariboia, na região de Bom Jesus das Selvas. No mesmo episódio, o líder indígena Laércio Souza Silva ficou ferido. A investigação ficou a cargo da Polícia Federal.

Fonte: IG Nacional
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Perseguido por roubar o próprio carro, motorista de app é preso

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Foto: Osvaldo Nóbrega/TV Morena

Na fuga, o automóvel acabou sendo atingido por várias pedradas e golpes de marreta

Um homem foi perseguido após roubar o prórprio carro, em Campo Grande. O motorista de aplicativo pagou uma dívida de drogas com o próprio veículo, depois furtou o carro e acabou sendo perseguido pelos traficantes para quem devia.

Após escapar dos traficantes o motorista de aplicativo, tentou registrar queixa por agressão contra os traficantes, mas mentiu para a polícia e acabou detido.

Na fuga, o automóvel acabou sendo atingido por várias pedradas e golpes de marreta. Um deles quebrou, inclusive, o vidro do passageiro do lado esquerdo. O caso aconteceu na madrugada deste domingo (8).

Segundo a polícia, o motorista procurou a delegacia de Pronto Atendimento Comunitário Centro (Depac Centro) para registrar uma queixa por agressão. Ele disse que foi chamado para uma corrida e, sem motivos, aparentes foi agredido e teve o carro apedrejado.

Os policiais suspeitaram da história e começaram a questioná-lo. Ele então jogou a chave do carro no meio da rua e saiu correndo da delegacia. Foi perseguido e detido pelos policiais.

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Fonte: IG Nacional
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