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Resgatando as fotos da infância: app Remini aumenta a qualidade das imagens

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Arquivo Pessoal/Ila Fox

A internauta Ila Fox conseguiu recuperar uma foto da sua infância com o Remini.


Sabe aquela foto antiga que mal dá para enxergar a fisionomia das pessoas? Ou aquela imagem que você fez em uma festa e acabou desfocando no rosto dos seus amigos? Saiba que agora elas têm salvação. Um aplicativo , chamado Remini , promete aumentar a qualidade de imagens, e acabou caindo no gosto popular. 

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O Remini faz uso de inteligência artificial para corrigir imagens embaçadas, danificadas, compactadas ou em baixa resolução. Com a tecnologia, o aplicativo é capaz de reconstruir os rostos até em imagens com a qualidade realmente ruim


Apesar dos resultados impressionantes, internautas apontaram para alguns casos em que o app não funciona muito bem. Alguns reclamaram de um resultado um pouco artificial ou exagerado em fotos muito antigas – e, portanto, com resolução muito baixa. Outros apontaram que o aplicativo funciona melhor em fotografias retrato, quando em comparação com imagens em que há várias pessoas. 

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De qualquer forma, o aplicativo caiu no gosto das pessoas, que estão compartilhando suas fotos restauradas nas redes sociais . Kentaro Mori é um deles, e conta que o aplicativo foi de grande ajuda para recuperar as memórias da família. A casa de seus pais foi invadida, e a família acabou perdendo muitas fotos e negativos. De alguns momentos, sobraram apenas fotos das fotos, que foi justamente o material que Kentaro usou no Remini. “Foi ótimo ver a reconstrução que o aplicativo fez. Nem sempre o resultado é tão bom, mas mesmo quando não é, já ajuda a recuperar memórias”, conta. 

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Arquivo Pessoal/Kentaro Mori

Kentaro conseguiu recuperar suas fotos de família.


Como utilizar o Remini

O aplicativo Remini está disponível tanto para Android quanto para iOS . Em ambos os sistemas operacionais , o download é gratuito, e o usuário tem o direito a editar três fotos por dia . Para utilizar o app além desta cota, é preciso realizar um pagamento dentro do aplicativo. 


A interface do Remini é bastante intuitiva, e para começar a editar é só criar uma conta básica e, depois, escolher as fotos. A conta pode ser criada através de um email ou logando com a conta do Facebook ou do Google . Nesses casos, vale a tradicional dica de segurança: melhor fazer o cadastro via email, já que quanto menos aplicativos associados às contas do Facebook e do Google, melhor. 

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Depois, é só aproveitar o aplicativo para salvar suas fotos antigas. Será que em breve essa tecnologia chega de forma nativa às câmeras dos celulares? 

Fonte: IG Tecnologia
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Instagram oculta número de curtidas nos Estados Unidos

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shutterstock

Instagram pretende não mostrar curtidas nos Estados Unidos


Após disponibilizar testes para a função no Brasil em julho, o Instagram está expandindo a ideia de ocultar o número de curtidas para outros lugares. Dessa vez, o país escolhido foi os Estados Unidos – local onde se concentra o maior número de usuários do Instagram, com mais de 110 milhões de usuários. Quem anunciou a novidade foi Adam Mosseri, CEO da rede social, durante a conferência WIRED25.


Nos testes realizados até o momento, as curtidas recebidas em publicações ficam ocultas em postagens no feed e nos perfis. No entanto, os donos das fotos ainda podem ver quantas pessoas curtiram suas postagens. O recurso fica restrito apenas aos usuários externos e seguidores.

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O recurso já vem sendo testado há alguns meses no Canadá, Irlanda, Itália, Japão, Brasil , Austrália e Nova Zelândia. O Facebook , dono do Instagram , também testa algo semelhante em sua rede social , mas a ocultação de curtidas, até o momento, está restrita à Austrália.

Fonte: IG Tecnologia
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Vídeo compara primeiro iPhone com iPhone 11, mostrando evolução; assista

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Olhar Digital

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Divulgação/Apple

Vídeo mostra a evolução dos iPhones


O YouTuber Marques Brownleee, do canal MKBHD, publicou recentemente um vídeo comparando o iPhone 11 com o modelo original, lançado 12 anos atrás. A idéia é mostrar a evolução da tecnologia neste período e dar uma resposta aos que sempre reclamam que o iPhone “do ano” é “igual ao anterior”, fora algumas “pequenas mudanças”. Qual seria o impacto destas mudanças ao longo do tempo?

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A diferença mais gritante é o design . Perto de um iPhone 11 Pro Max , com sua tela de 6,5 polegadas, o modelo original parece um brinquedo. A tela de 3,5 polegadas tem resolução de apenas 320 x 480 pixels, superada de longe até mesmo pelo smartphone mais barato que você pode encontrar atualmente no mercado.


Passado o choque com o tamanho, a câmera chama a atenção. Sim, no singular, porque há apenas uma câmera, traseira, com sensor de meros 2 MP e sem flash. Fotos no escuro? Selfies? Pode esquecer. O software também é mínimo: um preview da imagem, um botão para capturar a foto e só. Nada de disparo rápido (burst), live photos, zoom, controle de exposição ou balanço de branco, nem mesmo um modo para capturar vídeo.

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Hoje é fácil rir de um aparelho que parece tão “simplório”, mas é preciso lembrar que seus recursos eram revolucionários para a época . Se não pelo hardware (o contemporâneo Nokia N95, por exemplo, era mais sofisticado), pelo software e paradigmas de uso que o iPhone trouxe e que hoje estão presentes em qualquer smartphone . Coisas como uma tela grande e capacitiva, controle por gestos, uma interface coerente e unificada, uma loja de apps (a partir da versão 2.0 do iOS) e mais.

Fonte: IG Tecnologia
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