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Repórter cai de ponte durante entrada ao vivo e fratura os calcanhares; assista

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Jandir Martins terá que ficar cerca de 2 meses usando uma cadeira de rodas
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Jandir Martins terá que ficar cerca de 2 meses usando uma cadeira de rodas

Jandir Martins, jornalista da TV Cidade, no Mato Grosso , sofreu um acidente enquanto fazia uma entrada ao vivo em um telejornal na última quinta-feira (18).

O repórter se pendurou em uma ponte e sem conseguir se segurar, caiu de uma altura de 4 metros.

Confira o vídeo:

Na queda, Jandir trincou os dois tornozelos e teve que passar por uma cirurgia de urgência. Durante a recuperação, terá que passar 60 dias usando cadeira de rodas.

Momentos depois de ser resgatado, Jandir Martins gravou um vídeo para tranquilizar os espectadores e familiares:

“Eu vou aproveitando aqui para avisar minha família, meu filho, que está tudo vem, uma possibilidade de fratura apenas, mas a dor já melhorou bem, não está doendo tanto, foram ministradas duas medicações aqui nesse transporte (Ambulância). Vamos que vamos, gente, fé em Deus”.

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Comércio no RS terá de retirar produtos não essenciais das prateleiras; entenda

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Estabelecimentos comerciais, incluindo supermercados, só poderão vender itens essenciais
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Estabelecimentos comerciais, incluindo supermercados, só poderão vender itens essenciais

O governo do Rio Grande do Sul proibiu que estabelecimentos comerciais, incluindo supermercados, vendam produtos considerados não essenciais, obrigando que essas mercadorias sejam retiradas das prateleiras. A medida faz parte de um decreto publicado nesta sexta-feira (5), que endurece as regras no estado para tentar diminuir a disseminação do novo coronavírus e superar o colapso no sistema de saúde, que tem mais de 100% dos leitos de UTI ocupados.

De acordo com o governo gaúcho, a norma afeta todos os estabelecimentos comerciais que seguem funcionando no estado. O comércio estará permitido a vender exclusivamente alimentos e produtos de higiene e limpeza . Eletrodomésticos, por exemplo, não podem estar sequer à mostra nas prateleiras.

“Nossa intenção é reduzir a circulação de pessoas nos supermercados , para que elas se dirijam a esses estabelecimentos apenas para comprar itens essenciais – itens de higiene, limpeza e alimentação. Assim, reduzimos a circulação, a entrada e a permanência nesses estabelecimentos”, afirmou Eduardo Leite , governador do Rio Grande do Sul.

“As novas medidas atendem à necessidade de evitar que as normas de isolamento social possam ser burladas, de modo injusto para boa parte do varejo, por meio da venda de produtos em geral por estabelecimentos que têm a autorização para abrir apenas em razão da comercialização de produtos essenciais”, complementou.

O decreto prevê punições que vão de advertência, em caso de primeira atuação, até interdição parcial ou total do estabelecimento, cancelamento da autorização para funcionamento e, na mais severa, cancelamento de alvará. As multas previstas vão de R$ 2.000, em casos leves, até R$ 1,5 milhão, para infrações consideradas gravíssimas.

O decreto também estipula multa para quem não usar máscara : até R$ 4.000. Pessoas usando o equipamento de proteção de maneira errada também podem ser punidas. A obrigatoriedade é válida para espaços públicos e privados acessíveis ao público, vias públicas e transporte público coletivo.

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Vigilância Sanitária e polícia dispersam festas clandestinas em São Paulo

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Polícia e Vigilância Sanitária flagraram festa clandestina em SP
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Polícia e Vigilância Sanitária flagraram festa clandestina em SP

Neste sábado (06), cerca de três festas clandestinas reuniram centenas de pessoas na Grande São Paulo . Dia em que restrições da fase vermelha do Plano São Paulo, para conter a proliferação do novo coronavírus no estado tiveram início. Na Zona Leste, aproximadamente 200 pessoas e drogas foram apreendidas pela polícia. As informações foram apuradas pelo G1. 

O flagrante aconteceu após o recebimento de uma denúncia. Segundo as autoridades, a festa contava receber 1.500 pessoas e evento acontecia na Avenida Amador Bueno da Veiga, 4879. Segundo a  Vigilância Sanitária Estadual , aproximadamente 43 estabelecimentos foram notificados e fechados entre a noite de sexta (05) e madrugada de sábado (06) na cidade paulista. Tal atitude foi devido ao descumprimento das novas normas impostas pelo governo do estado. 

Inspeções também foram realizadas nos bairros de Itaim Bibi, Pinheiros, Vila Mariana, Paraíso, Moema, Morumbi e Jabaquara. Em São Bernardo, pela Operação Toque de Recolher , a Guarda Civil Municipal dispersou duas aglomerações em vias públicas do município. Juntas, elas somavam mais de 600 pessoas compostas por jovens, que não praticavam o distanciamento social e sem máscaras. 

Segundo as informações da GCM, a maior aglomeração foi vista na Avenida Juscelino Kubitschek, no bairro Alves Dias. Lá aproximadamente, 400 pessoas foram dispersas pela Ronda Ostensiva Municipal ( ROMU ) de São Bernardo. Outro evento foi visto na Rua Cassiano Gabus Mendes, no Jardim Calux, e também teve que ser encarrado com a ajuda das autoridades. No local, 200 pessoas se aglomeravam ao em torno de carros de som. 

De acordo com a Prefeitura de São Bernardo do Campo, foi informado a GCM que, mais uma festa acontecia no bar da esquina da Estrada Pedra Branca, no bairro Montanhão, foi dispersada pela polícia após receber denúncia. Cerca de 50 pessoas foram encontradas escondidas no local. 

O não cumprimento das medidas deixa o estabelecimento sujeito a multa, com base Código Sanitário, que pode chegar em até R$ 290 mil. Pela falta de máscara, já que seu uso é obrigatório, a multa é de R$ 5.278 para o estabelecimento, por cada infrator. Pessoas em espaços coletivos também podem receber multa em até R$ 551, pela falta de proteção. 

A Vigilância Sanitária Estadual diz que, além das blitzes, fiscalizações também podem ser feitas por denúncias pelo telefone 0800 771 3541 ou pelo e-mail [email protected] 

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