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Rennan da Penha lamenta repressão a bailes: “A essência do funk é a comunidade”

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Desde o último dia 23 de novembro, quando deixou a Penitenciária de Bangu, no Rio, o DJ e produtor Rennan da Penha tinha usado apenas as redes sociais para fazer declarações públicas e compartilhar novidades com os fãs — entre elas, a assinatura de contrato com a gravadora Sony Music. Na última quinta-feira (12), porém, Rennan voltou a dar entrevistas. Ele será, inclusive, o convidado da noite no talk show “Conversa com Bial” da Globo .

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Reprodução Instagram

Rennan da Penha

Por orientação de seus advogados e staff, as conversas com os veículos de imprensa com Rennan da Penha foram controladas. Cada jornalista poderia fazer apenas três perguntas, que seriam respondidas por Rennan da Penha, estrela do funk 150 bpm, através de áudios compartilhados no WhatsApp.

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Ao Globo , Rennan mostrou-se animado com os próximos passos de sua carreira, dizendo que a meta agora é fazer com que suas músicas cheguem a outros países, aproveitando um movimento de internacionalização do funk nacional.

O produtor ainda lamentou as tragédias recentes em São Paulo (nos fluxos de Heliópolis e Paraisópolis) e no Rio (Morro do Dendê) causadas pela repressão policial. Para ele, tem que haver uma forma de ter operação, mas não em horário de baile funk , quando tem um fluxo enorme de pessoas curtindo.

“Independentemente de estar mais pop hoje em dia, a essência do funk é a comunidade, e a maioria dos sucessos saíram de lá”, disse ele. Abaixo, leia a entrevista.

Ao mesmo tempo que em 2019 o funk ganhou maior reconhecimento internacional, tivemos a sua prisão e todas essas mortes no Dendê, em Heliópolis, Paraisópolis… Por que o funk avança em popularidade e reconhecimento, mas segue sendo perseguido em seu berço, os bailes?

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É uma fatalidade imensa os casos que vêm acontecendo em bailes de comunidade. Acho que tem que ter uma forma de ter operação, mas não em horário de baile funk, quando tem um fluxo enorme de pessoas curtindo. Nenhuma outra festa no Rio de Janeiro teria operações policiais na hora que tivesse um fluxo enorme de gente como tem nas comunidades. No carnaval, que é uma festa na rua, não tem operação. O estado tinha que ver uma forma de ajudar os bailes funk a poderem seguir, porque é um evento cultural que todo mundo gosta, traz renda, produtividade para a comunidade, muitas pessoas vivem dele. Tinha que achar uma forma de o estado entrar, sim, mas sem ter essas fatalidades que aconteceram.

Nosso funk está quebrando muitas barreiras, Drake gravou funk, Anitta faz parcerias com vários artistas, Ludmilla também. Por ver que o funk está se tornando algo multinacional, rodando muitos países, eu acho que tinha que ter um olhar diferente para os bailes de comunidade, que são de onde o funk sai. Independentemente de estar mais pop hoje em dia, a essência do funk é a comunidade e a maioria dos sucessos saíram de lá.

Para muita gente, você foi preso como o DJ do Baile da Gaiola, mas muita coisa aconteceu desde então. Você recebeu prêmios, grandes artistas te defenderam publicamente, e hoje há um maior reconhecimento do seu trabalho enquanto um dos grandes produtores do país. O que você pretende fazer com esse novo status? Já tem trabalhado em novas músicas, novas parcerias?

Eu agradeço pelo prêmio, pelo apoio dessas pessoas maravilhosas, artistas que estiveram ao meu lado nesse tempo, mas especialmente aos meus fãs. Agora eu pretendo levar meu trabalho a um outro patamar. Achei que nunca ia chegar a esse patamar que estou, então agora pretendo me superar, fazer coisas que eu nunca fiz, novas parcerias. O contrato com a Sony de cinco anos, acho que com ele vai surgir muita coisa boa, parcerias ótimas. Pretendo elevar meu trabalho mais e mais para outros horizontes, quem sabe até outros países. Eu já estava fazendo outros estados, acho que agora a meta é atingir outros países.

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O 150 bpm veio do Baile da Gaiola e todos os seus principais sucessos remetem ou mencionam a festa. Nesse sentido, como fica o 150 bpm sem a possibilidade de fazer o baile, pelo menos não na maneira como era? Existe renovação estética do funk sem baile?

Hoje em dia, o ritmo que pega é o 150 bpm. Mas o funk sempre se renova, tendo baile de comunidade ou não. Porque vai ter sempre um DJ ali na frente do computador, um produtor querendo inovar o funk. Acho que não necessariamente o funk se resume a um único baile, e sim a um ritmo. Existem vários outros bailes no Rio, não só a Gaiola. Então, acho que vai surgir muita coisa boa e o ritmo vai se manter.

Relembre o caso

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Reprodução/Instagram/@djrennandapenha

Rennan da Penha

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Em março, Rennan da Penha  foi condenado 6 anos e 8 meses em regime fechado por associação para o tráfico. Ele havia sido absolvido das acusações em primeira instância por ausência de provas, mas, após recurso do Ministério Público do Rio (MP-RJ), a Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) acatou o pedido e o condenou em segunda instância.

Fonte: IG Gente
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Esquenta “BBB”: relembre os participantes mais odiados do reality show

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Com o “Big Brother Brasil” chegando a sua 20ª edição fica difícil saber quais foram os participantes mais odiados pelo público. Desde a primeira edição, tornou-se comum pegar ‘ranço’ ou colocar o título de vilão em pelo menos um brother – e não para menos, já que nesses anos de exibição teve muita gente que entrou na casa só para causar.

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Odiados do BBB arrow-options
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Durante as edições, diversos participantes “BBB” foram odiados pelo público


Para refrescar sua memória, o iG relembra quais foram os participantes do “ BBB ” que tiveram grande rejeição do público. Confira e vote no que você mais torceu para sair da casa mais vigiada do Brasil:

Aline (BBB 5)

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Aline participou do “BBB 5”

A participante mais rejeitada da história do reality show foi Aline , que enfrentou Grazi Massafera no paredão. A sister foi eliminada com nada mais, nada menos que 95% dos votos. A sister entrou na casa por meio de um sorteio e chegou a receber o apelido de “X9” por ser considerada muito fofoqueira e passar informações para o “grupo do mal”.

Doutor Gê (BBB 5)

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Rogério participou do “BBB 5”

Na mesma edição que Aline participou, outro participante foi odiado pelo público e recebeu o título de vilão da edição. A convivência fez os participantes se dividirem em dois grupos e Rogério, ou Doutor Gê , virou uma espécie de líder do “lado mal” da casa. O médico foi eliminado com 92% dos votos e Jean Wyllys foi quem levou o prêmio.

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Alberto “Cowboy” (BBB 7)

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Cowboy participou do “BBB 7”

A sétima edição do “BBB” foi um grande sucesso, tudo por causa do triângulo amoroso formado por Diego Alemão, Íris Stefanelli (a Siri) e Fani. Alberto, que recebeu o apelido de Cowboy por conta do seu jeito e estilo de se vestir, não se dava bem com o trio principal e ao se declarar inimigo oficial de Alemão ganhou a antipatia do público.

Airton (BBB 7)

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Airton participou do “BBB 7”

Airton Negão também esteve na 7ª edição e protagonizou uma das brigas mais memoráveis do programa. Depois de uma festa, os brothers quiseram provocar Diego Alemão e tiraram a cueca do vencedor da edição. O loiro não gostou da brincadeira e deu um sermão na casa, Airton ficou revoltado e disse que o oponente estava fingindo um puritanismo, pois andava de “de sunga branca” pela casa. Em um paredão com Alemão, ele foi derrotado com 91% dos votos.

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Marcelo Arantes (BBB 8)

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Reprodução

Marcelo participou do “BBB 8”

No “BBB” seguinte, quem despertou a raiva do público foi o psiquiatra Marcelo . Ele arrumou muitas brigas dentro da casa e tinha mania de ficar analisando os outros participantes como se fossem seus pacientes.

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Rafa Oliveira (BBB 12)

Rafa participou do arrow-options
Divulgação/Globo

Rafa participou do “BBB 12”

Na décima segunda edição, quem também não agradou o público por conta das suas atitudes dentro do “BBB” foi Rafa. O brother era encrenqueiro, vivia arrumando confusão e traiu a namorada que tinha fora de casa com uma participante do reality. Ao ir para o paredão com Yuri Fernandes, ele foi eliminado com 92% dos votos.  

Luan (BBB 15)

Luan participou do arrow-options
Divulgação/Globo

Luan participou do “BBB 15”

Luan não se enquadra no perfil vilão , mas o público pegou um “ranço” dele depois que ele contou que tinha matado uma pessoa na época em que servia o exército. A rejeição do público ficou bem clara no paredão, já que Luan saiu da casa com 87% dos votos.

Ronan (BBB 16)

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Ronan participou do “BBB 16”

O brother começou o jogo sendo um dos favoritos da edição, mas passou para a lista de um dos mais odiados de todas as edições. A princípio ele foi visto como o amigão de todos, mas logo começou a colocar as asinhas de fora. O que queimou Ronan na casa é que ele tentou manipular um paredão espalhando mentiras, mas acabou sendo pego no pulo – principalmente pelo público.

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Nayara (BBB 18)

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Nayara participou do “BBB 18”

A postura de Nayara dentro do “ BBB ” não agradou nem um pouco público. A ideia da sister era fazer uma militância dentro do reality, mas a forma como se posicionou acabou não agradando os telespectadores e, em um paredão triplo, foi eliminada com 92% dos votos.


Fonte: IG Gente
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Magno descobre que Betina não mentiu sobre Leila em “Amor de Mãe”

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Em “Amor de Mãe”, as intrigas de Leila (Arieta Corrêa) serão descobertas por quem ela menos espera. A ex-mulher de Magno (Juliano Cazarré) vem fingindo para o rapaz que ainda não está boa o suficiente para sair de casa.

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Betina (Isis Valverde) e Magno (Juliano Cazarré) arrow-options
Reprodução/TV Globo

Betina (Isis Valverde) e Magno (Juliano Cazarré)


No entanto, em ” Amor de Mãe “, Betina (Isis Valverde) já sabe sobre a verdade da rival e tentou, de várias formas, alertar o namorado, dizendo que Leila está mentindo sobre a recuperação e que ela já consegue mexer a mão direita.

Leia também: Cena exibida em “Amor de Mãe” deixa público impactado; assista

Magno , é claro, não acreditou. Mas no capítulo deste sábado (18), o rapaz descobrirá que Betina não estava mentindo e irá atrás da enfermeira, que voltou a morar em sua casa após uma briga séria em ” Amor de Mãe “.

Fonte: IG Gente
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