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Relatório aponta que MT foi Estado da Amazônia Legal com menor desmatamento no período de um ano

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Mesmo com aumento de 17% no desmatamento, o índice no Estado é expressivamente menor do que em Roraima, com índice de 2.700%, e Acre, com 434%

Relatório divulgado na sexta-feira (16) pelo instituto de pesquisa Imazon dos alertas de desmatamento na Amazônia Legal mostra que Mato Grosso foi o Estado que menos desmatou, em relação aos demais que compõem a Região Amazônica, entre os meses de julho de 2018 a julho de 2019.

Apesar de ter ocorrido um aumento de 17% no desmatamento no mesmo período, em Mato Grosso, o índice é expressivamente menor do que Estados como Roraima, com índice de 2.700%, e Acre, com 434%.

O relatório do Imazon ainda aponta que, comparando dados entre os meses de agosto de 2017 a 2018 e dos mesmos meses de 2018 a 2019, Mato Grosso conseguiu reduzir o índice, também em 17%.

O Instituto Imazon divulgou também os 10 municípios, assentamentos, unidades de conservação e terras indígenas da Amazônia Legal com áreas mais críticas. Mato Grosso tem um município listado, Colniza, além do assentamento Japuranomann, em Nova Bandeirantes, e a Terra Indígena Serra Morena. Na classificação de Unidades de Conservação, Mato Grosso não tem nenhuma área entre as 10 elencadas.

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A Secretaria de Meio Ambiente (Sema) reforça o compromisso de combater de forma rigorosa o desmatamento ilegal. Na última quarta-feira (14.08), foi lançada a Plataforma de Monitoramento com Imagens Satélite Planet, adquirida pelo programa REM, por meio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO), com recursos da Alemanha e Reino Unido, que será utilizada pelo Estado de Mato Grosso como uma ferramenta preventiva de controle ambiental.

Com imagens de alta resolução espacial e geração de alertas ocasionados pelo monitoramento diário em tempo real, a plataforma é abastecida por imagens de mais de 120 satélites Planet, disponibilizadas com resolução espacial de 3 metros que cobrem todo o território do estado. O grande número de imagens diárias permite um eficiente monitoramento de áreas críticas e servirão de fundamento para tomadas de decisões estratégicas.

A secretária de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, assegurou que a plataforma trará resposta rápida não apenas do ponto de vista preventivo ou da autuação administrativa, mas também da responsabilização criminal e obrigação de reparar o dano.

“O sistema vai inibir o avanço do desmatamento, como também permitir que estejamos no local a tempo de evitar que outras iniciativas ocorram. A percepção do alerta vai nos fazer focar estrategicamente em determinadas regiões. Vamos otimizar nossos recursos para estarmos em lugares com arcos de desmatamento mais significativos, contando com a parceria dos órgãos cooperados que nos auxiliam na tarefa de combate e controle ao desmatamento e exploração florestal”, afirmou.

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O sistema permite detectar desmates de até um hectare e o monitoramento diário permite identificar rapidamente os desmatamentos que estão se iniciando nos três biomas – Amazônia, Cerrado e Pantanal – de forma a atuar imediatamente no seu combate.

Uma ferramenta relevante desse sistema é a geração de laudos automatizados que dará celeridade ao processo e otimizará o tempo dos técnicos, permitindo realizar mais fiscalizações de campo para análise dos alertas gerados.

O serviço também fornecerá um Painel dos alertas acessível ao público que permitirá verificar os índices de desmatamento por munícipios, bioma, unidades de conservação ou terras indígenas, podendo ser realizado cruzamentos entre os dados e verificação de áreas em que está ocorrendo uma degradação maior, dando uma transparência inédita para o Estado.

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Várzea Grande constrói 150 km de novas ruas e avenidas e 70 Km de recapeamento

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Obras além de valorizarem a cidade e os imóveis foram contratadas com descontos de até 17% depois de concorrida licitação pública

O maior programa de asfaltamento de vias públicas que o município de Várzea Grande já recebeu ocorre atualmente. Fruto de financiamentos de R$ 150 milhões oriundos dos agentes financeiros Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, além de contrapartida do Tesouro Municipal, o programa de pavimentação que leva qualidade de vida aos cidadãos e valorização imobiliária concluirá até 2020, ao menos a pavimentação 150 km de novas ruas e avenidas além de 70 km em recapeamento.

“Asfalto novo significa qualidade de vida, pois são ruas que antes eram de terra e agora estão asfaltadas. E, essas obras incluem drenagem, construção de galerias pluviais, colocação de meio fio, guias e sarjetas, por fim a pavimentação. Essa infraestrutura vai garantir que as águas das chuvas serão escoadas de forma correta, evitando transtornos aos motoristas e maior durabilidade ao pavimento, além de novo visual, limpeza e valorização de toda a cidade”, destaca a prefeita Lucimar Sacre de Campos.

A gestora também destaca a economia com as licitações que chegaram a 17%. “Licitaríamos apenas 125 km de asfalto, porém alcançamos uma economia que oscilou entre 15% e 17% nas licitações, garantindo descontos consideráveis que permitiram aumentar a quilometragem a ser asfaltada em mais 25 km, totalizando assim 150 km. Dessa forma, conseguimos incluir bairros que antes tinham ficado fora do cronograma”, explicou.

Com recursos do Banco do Brasil na ordem de R$ 20 milhões mais contrapartida da Prefeitura já foram asfaltados os bairros São Mateus (4 km), Vila Artur e Figueirinha (4 km), 23 de Setembro (2 km), (1,5 km) Hélio Ponce de Arruda, (1,5 km) Jardim Vitória, (1,5 km) Joaquim Curvo (1,5 km na primeira etapa). E já estão prontos para serem inaugurados: 02 km no bairro Cidade de Deus, 1,5 km no bairro Asa Branca, 04 km no bairro Mapim, 1,5 km no bairro Mangabeira ligando o Jardim Imperial à Avenida Mário Andreazza, 2,5 km ligando os bairros Santa Izabel ao Jardim Paula I, 03 km no bairro Jardim Glória I e Jardim Glória II e 02 km na Avenida Transpantaneira.

Também já estão finalizados os recapeamentos nos bairros: Parque do Lago (03 km), Jardim Maringá I, II e III (03 km), no bairro Santa Luzia (01 km), 23 de Setembro (1 km), na Avenida Dom Orlando Chaves (1 km), no bairro Mapim (8 km), 10 km distribuídos nos bairros Paulo Leite, Jardim Primavera, 05 de Maio, 07 de Maio, 24 de Dezembro e Novo Mato Grosso e, 8 km distribuídos nos bairros Nova Várzea Grande, Ipase e Jardim Imperador.

Com Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa) da Caixa Econômica Federal, 100 km serão feitos. Já tiveram início as obras de 7 km no Nova Fronteira, 6 km no Portal da Amazônia e 4 km no Maringá e Princesa do Sol. Se encontra em fase de licitação a pavimentação para outros 22 bairros: Costa Verde, Santa Maria, Ouro Verde, São Simão, El Dourado, Jardim Itororó, Marajoara, Planalto Ipiranga, Santa Terezinha, segunda etapa dos bairros São Mateus, Parque Sabiá, Hélio Ponce de Arruda e Joaquim Curvo, Ipase, Pirineu, Potiguar, Alameda, Costrumat, Jardim Manaíra, 24 de Dezembro, 07 de Maio e diversas ruas do Cristo Rei.

“Isso sem falar nas ruas que estão sendo pavimentadas com recursos próprios que chegam a 30 km nos bairros Carrapicho, Limpo Grande e Alameda”, completou Lucimar Sacre de Campos.

DIGNIDADE

A prefeita Lucimar Sacre de Campos prevê um novo estágio na infraestrutura para Várzea Grande. Além do maior programa de pavimentação asfáltica que chega a inúmeros bairros da cidade até o final da sua gestão, em 2020, o município concretiza seu novo corredor comercial com a duplicação da  Avenida Senador Filinto Muller, prevista para ser inaugurada ainda este ano. A duplicação total dos 12 quilômetros da avenida que corta a cidade dando acesso a diversos bairros e interligando a Região Oeste de Várzea Grande com o Centro e criando um novo Rodoanel com as Rodovias Imigrantes/Júlio Campos/Mário Andreazza.

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Levando-se em conta todo o trajeto e os bairros ao longo da Avenida Filinto Muller, cerca de 60 mil habitantes estão sendo beneficiados pela obra, fora aqueles que utilizam a mesma para outras atividades.

“Essa obra assim como todas as demais em todas as áreas, foram projetadas para valorizar Várzea Grande e seus imóveis e dar qualidade de vida para a população de uma maneira em geral, além de estabelecer um novo corredor comercial, impedindo que a cidade que tem amplitude horizontal tenha áreas distantes dos serviços públicos municipais. Uma das prioridades da prefeitura é pavimentar ruas e garantir mais dignidade aos várzea-grandenses”, disse a prefeita.

“Queremos inaugurar, tão logo seja concluída a duplicação da Avenida Filinto Muller, concebida como um novo corredor comercial de Várzea Grande. Ela também irá integrar todas as principais regiões da cidade de forma estratégica, uma vez que dá acesso à Rodovia Mário Andreazza, passagem obrigatória para o Norte de Mato Grosso ou para quem vai para o Sul do Estado ou do País, portanto, estamos no corredor do agronegócio”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos que informou estar a Prefeitura trabalhando para entregar essa obra ainda em 2019.

Dos R$ 24 milhões orçados para a conclusão da duplicação da avenida, R$ 3,5 milhões são de contrapartida do município e o restante do Governo do Estado. “Com a conclusão da sua duplicação teremos uma via moderna, rápida, segura e que permitirá acesso desde o Aeroporto Marechal Rondon até a Rodovia dos Imigrantes, por onde passam cerca de 35 mil veículos diariamente, isso sem falar que além da duplicação a avenida possui ciclo faixa, pista de caminhada, iluminação em LED, canteiro central e calçadas “, completou a prefeita.

Ela lembrou que as obras municipais têm se preocupado em assegurar espaço tanto para os motoristas como para usuários, ou seja, pedestres, para que eles possam se utilizar de forma racional e até mesmo saudável. “Vamos ter uma via de mão rápida, lembrando que a cidade precisa de agilidade, mas sem se descuidar da segurança das pessoas, por isso que é essencial que todos usem as pistas novas de forma racional e segura”, disse Lucimar Sacre de Campos sinalizando a duplicação da Filinto Muller como uma obra de integração social e de respeito para com a cidade e sua população.

FORÇA-TAREFA – Com o período chuvoso iniciando a Secretaria de Viação, Obras e Urbanismo, iniciou uma força-tarefa para continuar trabalhando e não atrasar o cronograma. “Nesse período não iremos parar, estaremos fazendo as drenagens e galerias pluviais mesmo nos dias de chuva, preparando as ruas para pavimentação”, informou o secretário da pasta Luiz Celso de Moraes.

 A pavimentação asfáltica que chegou, coloca fim ao convívio diário com a lama e o barro na frente de casa. Esse é o sentimento de alívio compartilhado por quem, durante anos, sentiu na pele a dificuldade de morar numa rua de terra. Em Várzea Grande, a Prefeitura tem investido para garantir a chegada do asfalto em vias que não contavam com esse benefício, o que traz, mais do que um novo visual, mais qualidade de vida aos cidadãos e valorização imobiliária.

Somente este ano, 71 km de vias públicas do município já foram recuperadas, sendo 36 km de asfalto novo e 35 km de recapeamento, em 30 bairros da cidade onde seus moradores sabem bem o que isso significa, porque tiveram suas vidas diretamente beneficiadas pelo programa de pavimentação asfáltica da Prefeitura Municipal de Várzea Grande.

A moradora do bairro 23 de Setembro, Wilma da Silva Custódio, disse que ela e todos os vizinhos estão satisfeitos com as obras de pavimentação. “Esperamos que nosso bairro seja contemplado com mais benefícios ainda. Não podemos deixar de agradecer o que já foi feito. Além da pavimentação, duas pontes, programas sociais permanentes, entre outros”.

Para a empresária do ramo frigorífico Astra Galina, que atua comercialmente no bairro, “a prefeitura vem superando as dificuldades que todo o país atravessa com maestria e, na medida em que os recursos permitem, seguem implantando obras de interesse social nas comunidades. O bairro 23 de Setembro é central, e agora com a pavimentação está valorizado, fiquei muito feliz em ver o investimento que foi feito. Possuo um empreendimento que emprega muitas pessoas que residem aqui, tenho amor por essa comunidade e quero que ela prospere”, declarou.

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Eliana Emília de Arruda e seu marido Diogo Aquino de Moraes moram há 35 anos na rua Principado de Mônaco, no bairro 23 de Setembro, e já viveram situações complicadas em períodos de chuva e seca. Esburacada e enlameada, sair de casa era um transtorno. Com o asfalto, tudo mudou. “Agora está muito bom porque as crianças não precisam colocar sacolinhas nos pés para ir à escola. A primeira coisa que fiz foi a calçada para não ter resquício da terra ou lama”, disse.

Para Regiane Keli Silva e o marido Bruno Fernando Amorim Arruda, “o bairro está cada vez melhor e vai continuar assim, caminhando para frente, tenho certeza”, disse.

O aposentado, Gervázio Geraldo Correia, morador da rua Angola no bairro Vila Vitória disse que sempre aguardou que a obra fosse realizada. “É muito importante este asfalto e nós, moradores, sempre vivemos essa expectativa. A prefeita está de parabéns, minha vida com certeza melhorou”, declarou.

Outra moradora da Vila Vitória, região que sempre transita pelas ruas agora asfaltadas e ficou feliz com as mudanças é Lidiane Barros, que mora no bairro desde a sua infância. “É inegável o trabalho de gestão que a prefeita Lucimar tem feito em nossa cidade. O asfaltamento chega para valorizar os imóveis, acabar com a lama e a poeira, manter as vias públicas mais limpas e melhorar a qualidade de vida de todos. Nós temos que enaltecer o trabalho que essa equipe tem feito pelo município”, elogiou.

A comerciante local Aparecida Estrela, 58 anos, é uma das primeiras moradoras do bairro Hélio Ponce e se disse orgulhosa de sua rua ter sido beneficiada. “Este é um sonho concretizado. A loja sempre ficava suja ou era de poeira ou de lama, agora está tudo limpo. Assim que o asfalto passou a primeira coisa que providenciei foi a calçada. A atual gestão está de parabéns pelo trabalho que vem fazendo”.

FISCALIZAÇÃO – “Todos os recursos recebidos a título de empréstimos estão e serão auditados e fiscalizados pela própria Caixa Econômica Federal e por outros órgãos de fiscalização das ações do Poder Público Municipal, como a Controladoria Geral da União – CGU ou o Tribunal de Contas da União e do Estado – TCU e TCE”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos que encaminhou solicitação para que a Caixa Econômica Federal, agente financeiro federal fiscalize a audite não apenas a correta e transparente aplicação destes recursos tomados através de empréstimos, bem como, ateste a qualidade das obras.

Ela ponderou que Várzea Grande só tomou emprestado recursos para aplicar em obras e ações de interesse da população e da cidade, por ter credibilidade, estar saneada financeiramente e ter capacidade de endividamento.

“A necessidade da cidade quase atinge a 1 mil quilômetros de ruas e avenidas, pois Várzea Grande tem 300 mil habitantes e estamos desde quando assumimos a administração municipal em 2015 imprimindo um ritmo acelerado em obras que asseguram qualidade e valorizam a cidade como um todo”, disse a prefeita sinalizando que espera até o final do seu mandato atingir pelo menos 200 km de ruas pavimentadas ou recapeadas.

Para dar transparência às obras de pavimentação a prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos, formalizou junto à Caixa Econômica Federal – CEF, que a mesma promova a auditoria, o acompanhamento e a fiscalização dos recursos financiados e utilizados para obras de pavimentação, drenagem, e recapeamento de ruas e avenida da cidade. “Ninguém melhor para fiscalizar a correta aplicação dos recursos públicos federais do que o próprio agente financeiro que está emprestando os valores”, disse a prefeita sinalizando ainda que a auditoria e fiscalização da CEF é uma garantia de qualidade para a população e para a cidade e também reforçará outros agentes fiscalizadores como o Tribunal de Contas da União – TCU, a Controladoria Geral da União – CGU, Ministério Público entre outros. “Quanto mais fiscalização melhor”, disse a prefeita.

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MT perde 1,6 mil km de floresta é o 2ª Estado que mais desmata a Amazônia

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Área desmatada representa um aumento 13% em relação ao levantamento anterior

Mato Grosso foi o segundo Estado que mais desmatou na Amazônia entre os meses de agosto de 2018 a julho deste ano, apontam dados divulgados pelos Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), nesta segunda-feira (18). Foram desmatados 1.685 quilômetros quadrados de floresta no período, ficando atrás somente do Pará, que concentrou quase 40% das derrubadas no mesmo período. Mato Grosso foi responsável por 17% total de desmatamento verificado Inpe.

A área desmatada representa um aumento 13% em relação ao levantamento anterior, realizado entre julho de 2017 e agosto de 2018. É o quinto ano seguido que o Estado apresenta uma taxa superior a 1.480 km² – em 2012, o mesmo balanço fechou em 752 km². Em 2018, segundo o Inpe, cerca de 90% do desmatamento nos biomas Amazônia e Cerrado no Estado foi ilegal.

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