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Política Nacional

Relator propõe mudanças na PEC do orçamento de guerra

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Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Ordem do dia para votação de propostas legislativas. Dep. Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)
Hugo Motta alterou regra de prestação de contas pelo Banco Central

O deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), relator da chamada PEC do “orçamento de guerra” (PEC 10/20), apresentou mudanças em seu substitutivo à proposta, que permite a separação dos gastos realizados para o combate ao novo coronavírus do Orçamento-Geral da União.

Uma das mudanças prevê que, a cada 45 dias, o Banco Central deverá prestar contas ao Congresso Nacional sobre as operações de compra e venda de títulos públicos e de títulos privados durante o período de calamidade pública.

Motta retirou do texto a previsão de que o Tesouro Nacional deveria entrar com 25% dos recursos para essas operações.

Ele também atribuiu ao Congresso a fiscalização do trabalho do Comitê de Gestão da Crise, com apreciação de sua prestação de contas.

No caso da indicação de secretários municipais de Fazenda e de Assistência Social para compor o comitê, o relator remeteu a responsabilidade à Frente Nacional de Prefeitos (FNP), juntamente com a Confederação Nacional de Municípios (CNM).​

Calamidade pública
Segundo o parecer do relator, as regras da PEC terão vigência durante o estado de calamidade pública e os atos de gestão praticados desde 20 de março de 2020 serão convalidados.

A intenção da proposta é criar um regime extraordinário para facilitar a execução do orçamento relacionado às medidas emergenciais.

Mais informações a seguir.

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli

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Política Nacional

Projeto destina bitcoin apreendido pela União para combate ao câncer

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Gustavo Sales/Câmara dos Deputados
Deputado Weliton Prado usa máscara branca e está sentado com um papel nas mãos olhando para a frente
Prado: “As apreensões têm sido rotineiras”

O Projeto de Lei 2164/21 determina que criptoativos apreendidos, confiscados ou sequestrados pela União, ou perdidos em favor dela, sejam usados em ações de combate ao câncer. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.

Conforme o texto, transferida a propriedade desses criptoativos para a União, o total convertido em moeda nacional será destinado ao Ministério da Saúde. O dinheiro deverá suprir atividades de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

A definição de criptoativo, pelo texto, será a da Receita Federal. Hoje, a Resolução 1.888/19 define esses ativos como a representação de valor transacionado eletronicamente, que não constitui moeda de curso legal, mas acaba usado na forma de investimento ou para transferência de valores e acesso a serviços.

“Os criptoativos têm como representante mais notório a bitcoin”, disse o autor da proposta, deputado Weliton Prado (Pros-MG). Devido ao anonimato e pela fácil transposição de fronteiras, continuou Prado, são usados por criminosos na transferência e lavagem de dinheiro. “As apreensões têm sido rotineiras”, disse.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Natalia Doederlein

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Política Nacional

Boulos: rejeição a Doria é alta e abre oportunidade para esquerda ganhar em SP

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Guilherme Boulos
Reprodução/redes sociais

Guilherme Boulos

O ex-candidato à prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL), afirmou que as eleições de 2022 podem ser uma oportunidade para partidos de esquerda derretoram o PSDB e assumir o governo do Estado de SP.

Para Boulos, que é pré-candidato ao governo de São Paulo, a oportunidade se daria pela forte rejeição ao atual governador João Doria (PSDB) e pelo racha interno do partido. Segundo ele, que também é coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), o cenário é inédito para as eleições estaduais.

“Temos o grande desafio e uma oportunidade de derrotar a hegemonia do PSDB no estado de São Paulo. São 25 anos em que eles comandam o estado, como uma capitania hereditária. A rejeição do João Doria, esse é um fato diferencial em relação às eleições anteriores, é muito alta. E, pela primeira vez, os tucanos devem ficar divididos nesta eleição. Acho que isso abre uma oportunidade real para a esquerda, o campo progressista, pela primeira vez ganhe em São Paulo”, disse Boulos em entrevista ao UOL.

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