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Economia

Relator mantém tempo mínimo de contribuição da mulher em 15 anos

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relator da previdência
Antonio Cruz/Agência Brasil

PEC enviada pelo governo eleva o tempo mínimo para 20 anos, mas relator decidiu que a exigência só valerá para homens

O relator da reforma da Previdência, deputado Samuel Moreira (PSDB), vai manter o tempo mínimo de contribuição para as mulheres em 15 anos, uma das principais reivindicações da bancada feminina. A proposta enviada pelo governo eleva o prazo para 20 anos, mas o relator decidiu que a exigência valerá somente para os homens.

Leia também: Rombo por servidor público é dez vezes maior do que por aposentados do INSS

Também a pedido das deputadas, Moreira fará ajustes nas regras da pensão. O benefício não poderá ser inferior a um salário mínimo quando for a única fonte de renda da família e nos casos em que o pensionista for portador de deficiência física ou intelectual. Pela nova Previdência proposta pelo governo, o valor da pensão que hoje é integral cairá para 60%, mas subirá 10% por cada filho dependente, no limite de 100%.

O relator ainda reduziu a idade mínima de aposentadoria das professoras, que ficará em 57 anos. O governo propôs elevar para 60 anos (homens e mulheres). Durante o Fórum de Governadores, realizado ontem (11) em Brasília, Moreira já havia adiantado que  as regras de aposentadoria das mulheres e professoras ficariam “melhores” em relação à proposta enviada pelo Executivo.

Técnicos da equipe econômica queriam elevar a idade mínima de aposentadoria da mulher na área rural dos atuais 55 anos para 60 anos (a mesma do homem), mas o relator não aceitou. Mas ele manteve em 55 anos a idade mínima da mulher policial federal, que ficará igual à do homem. Apenas o tempo de atividade ficará em 15 anos para mulheres e 20 anos, homens.

Um dos argumentos do governo para mexer nos parâmetros das mulheres é que elas vivem mais. Além disso, a desigualdade de gênero vem caindo no Brasil, principalmente no caso de mulheres jovens que estão ingressando no mercado de trabalho e vão se aposentar nos próximos 40 anos.  

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Economia

BC: saques em poupança superam depósitos em R$ 12,37 bilhões

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As retiradas da caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 12,377 bilhões, em novembro, informou hoje (6) o Banco Central (BC). Essa foi a maior retirada líquida para o mês, na série histórica iniciada em 1995.

No mês passado, os depósitos chegaram a R$ 281,713 bilhões e os saques a R$ 294,09 bilhões. Em novembro de 2020, houve mais depósitos do que saques, com saldo positivo de R$ 1,479 bilhão.

De janeiro a novembro, foi registada retirada líquida de R$ 43,157 bilhões. Em 2020, a poupança captou R$ 166,31 bilhões em recursos, o maior valor anual da série histórica, por influência dos depósitos do auxílio emergencial e o aumento do interesse pelo investimento, em meio à crise gerada pela pandemia de covid-19.

Rendimentos

Em novembro, o investimento rendeu 0,44% em novembro, segundo o BC. O rendimento ficou abaixo da prévia da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que chegou a 1,17%, no mês passado.

De acordo com a legislação atual, a remuneração dos depósitos de poupança é composta pela Taxa Referencial, que está em zero, mais 70% da taxa básica de juros, a Selic, mensalizada. Essa regra vale enquanto a taxa Selic for igual ou inferior a 8,5%. Atualmente, a taxa está em 7,75% ao ano.

Com a Selic acima de 8,5% ao ano, a poupança rende a TR mais 0,5% ao mês. De acordo com a expectativa do mercado financeiro, a Selic deve subir para 9,25% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, responsável por definir a taxa, nesta semana.

Edição: Maria Claudia

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Economia

Banco do Brasil faz mutirão de renegociação de dívidas

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O Banco do Brasil (BB) começa nesta segunda-feira (6) um mutirão de negociação de dívidas que vai até o dia 17 de dezembro, com descontos de até 95% para pagamento à vista das dívidas vencidas. Também será possível descontos nas taxas de juros e prazo de até 100 meses para renegociação a prazo de operações vencidas, conforme o banco.

“As condições estão disponíveis para mais de 3,5 milhões de clientes – pessoa física, produtor rural e pessoa jurídica, que possuam dívidas inadimplidas oriundas de operações de crédito pessoal, cartão de crédito, cheque especial e outras”, diz nota da instituição financeira.

Para fazer a negociação os clientes podem procurar as agências do banco também os canais digitais: internet, App, WhatsApp (61-4004-0001) e pela Central de Atendimento (4004-001/ 0800 729 0001). 

Segundo a gerência executiva da Unidade Cobrança e Reestruturação de Ativos Operacionais do BB, o mutirão de renegociação “visa proporcionar aos nossos clientes a possibilidade de renegociar suas dívidas, para começar 2022 tranquilo, além de incentivar a educação e planejamento financeiro pessoal e contribuir para a retomada da economia”.

*Com informações do Banco do Brasil

Edição: Valéria Aguiar

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