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Política Nacional

Reforma da Previdência: deputados analisam cálculo da pensão por morte

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O Plenário da Câmara dos Deputados analisa agora destaque do PT à proposta de reforma da Previdência (PEC 6/19) que pretende excluir do texto a regra de cálculo da pensão por morte, definida a partir de uma cota familiar de 50% da média do salário da ativa ou da aposentadoria mais cotas individuais por dependente de 10% cada um que não revertem aos demais se a pessoa deixar de ser pensionista.

Nesta sexta-feira (12), os deputados continuam a analisar os últimos destaques que podem alterar o texto-base da reforma da Previdência, aprovado na forma do substitutivo do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP).

Texto-base O texto-base aumenta o tempo para se aposentar, limita o benefício à média de todos os salários, eleva as alíquotas de contribuição para quem ganha acima do teto do INSS e estabelece regras de transição para os atuais assalariados.

Na nova regra geral para servidores e trabalhadores da iniciativa privada que se tornarem segurados após a reforma, fica garantida na Constituição somente a idade mínima: 62 anos para mulher e 65 anos para homem. O tempo de contribuição exigido e outras condições serão fixados definitivamente em lei. Até lá, vale uma regra transitória.

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Para todos os trabalhadores que ainda não tenham atingido os requisitos para se aposentar, regras definitivas de pensão por morte, de acúmulo de pensões e de cálculo dos benefícios dependerão de lei futura, mas o texto traz normas transitórias até ela ser feita.

Quem já tiver reunido as condições para se aposentar segundo as regras vigentes na data de publicação da futura emenda constitucional terá direito adquirido a contar com essas regras mesmo depois da publicação.

> Entenda a tramitação da reforma da Previdência

Mais informações em instantes

Fonte: Agência Câmara Notícias
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Planalto diz que não vai se manifestar sobre citação nazista de secretário

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Roberto Alvim, secretário de Cultura do governo Bolsonaro arrow-options
Reprodução

Roberto Alvim, secretário de Cultura do governo Bolsonaro

O Palácio do Planalto afirmou, nesta sexta-feira (17), que não vai se manifestar sobre o pronunciamento do secretário especial de Cultura , Roberto Alvim, que citou em vídeo trechos de um discurso de Joseph Goebbels, ministro da propaganda do regime nazista. 

Em nota, a assessoria de imprensa do Planalto afirmou que não vai comentar e que o secretário “já se manifestou oficialmente”. Após a repercussão do vídeo, Roberto Alvim afirmou que houve uma “coincidência retórica”, mas disse que não há nada de errado com o discurso. 

“Houve uma coincidência com UMA frase de um discurso de Goebbles (sic)… não o citei e JAMAIS o faria. Foi, como eu disse, uma coincidência retórica. Mas a frase em si é perfeita: heroísmo e aspirações do povo é o que queremos ver na Arte nacional”, disse o secretário. 

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Além do trecho copiado do discurso de Goebbels, outra referência ao regime de Adolf Hitler é a trilha sonora do pronunciamento: a ópera “Lohengrin”, de Richard Wagner. O compositor alemão era celebrado pelo líder nazista e teve grande influência em sua formação ideológica.

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Política Nacional

“Talvez não esteja bem da cabeça”, diz Olavo após citação nazista de secretário

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Olavo de Carvalho arrow-options
Reprodução/TV Globo

Olavo de Carvalho comentou pronunciamento de Roberto Alvim

O ideólogo de direita Olavo de Carvalho criticou o secretário especial de Cultura, Roberto Alvim, após a divulgação de vídeo em que copia uma citação do ministro de propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels.

“É cedo para julgar, mas o Roberto Alvim talvez não esteja muito bem da cabeça. Veremos”, escreveu Olavo em sua conta no Facebook. 



Na noite de quinta-feira (16), Roberto Alvim gerou indignação nas redes sociais por causa de um vídeo criado para divulgar o Prêmio Nacional das Artes, projeto lançado horas antes em live com a participação do próprio presidente. No pronunciamento, o secretário copiou um discurso do ministro de propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels.

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Além do trecho copiado do discurso de Goebbels, outra referência ao regime de Adolf Hitler é a trilha sonora do pronunciamento: a ópera “Lohengrin”, de Richard Wagner. O compositor alemão era celebrado pelo líder nazista e teve grande influência em sua formação ideológica.

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Fonte: IG Política
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