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Internacional

Redução de tarifas sobre produtos chineses divide opinião nos EUA

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A população nos Estados Unidos está dividida quanto ao plano do governo de reduzir tarifas sobre produtos chineses.

A administração Trump anunciou, na sexta-feira (13), que tinha concluído a Fase 1 do acordo comercial com a China, que inclui a primeira redução de tarifas americanas impostas desde o ano passado.

A Câmara de Comércio dos Estados Unidos recebeu de bom grado a notícia, chamando-a de “um desdobramento muito positivo” e “um presente para empresas e consumidores americanos”.

FILE PHOTO: A U.S. dollar banknote featuring American founding father Benjamin Franklin and a China's yuan banknote featuring late Chinese chairman Mao Zedong are seen among U.S. and Chinese flags in this illustration picture taken May 20, 2019.

EUA e China anunciaram na sexta-feira (13) a conclusão de acordo comercial – Jason Lee/reuters/direito reservados

O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, criticou o acordo, dizendo que há enormes desigualdades estruturais na relação comercial entre a China e os Estados Unidos. Ele acrescentou que o presidente Donald Trump tinha entregado tudo por uma promessa temporária e não confiável de a China de adquirir soja.

A organização Farmers for Free Trade disse que agricultores querem um acesso sustentável ao mercado chinês, e não apenas aquisições únicas, e que o grupo merece um acordo abrangente que acabe com a guerra comercial de uma vez e para todos.

Trump insistiu que o pacto irá beneficiar de forma significativa agricultores americanos. Ele disse a repórteres que importações de produtos agropecuários por parte da China iriam chegar a 50 bilhões de dólares por ano. O presidente americano considerou o acordo como sendo o maior de todos os tempos, e afirmou que irá abrir mercados da China.

Edição: Denise Griesinger

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Internacional

Estado de Nova York sofre o maior aumento em um dia de mortes

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Reprodução/Facebook

Com hospitais lotados, número de mortos nos EUA já é maior do que na China


Nova York sofreu o maior aumento em um dia no número de mortes por coronavírus, informou o governador Andrew Cuomo nesta terça-feira (07), apesar de os moradoress estarem sob ordens de ficar em casa.

O governador observou que a média de três dias de internações caiu, indicando que o estado está “atingindo um platô no número total de hospitalizações”.

Mas o número de mortos continua a aumentar acentuadamente. O estado registrou 5.489 mortes, contra 4.758 no dia anterior. Essas 731 mortes na segunda-feira (06) representam o maior aumento em um único dia desde o início da crise.

Pelo menos 3.544 pessoas morreram na cidade por Covid-19 até a tarde de terça-feira (07), um número que eclipsou os mortos no ataque terrorista de 11 de setembro , que vitimou 2.753 pessoas.

Nova York tem o maior número de casos de qualquer estado dos EUA, com 138.863 casos de coronavírus já confirmados. A cidade viu o maior número de casos e mortes no estado, com 74.601 infectados .

Cuomo acrescentou que a determinação de quando e como reiniciar a economia dependeria de testes , particularmente aqueles para confirmar se as pessoas têm anticorpos contra o coronavírus e, provavelmente, são imunes à doença.

Ele disse que entendeu a frustração dos moradores que estão perguntando quando o distanciamento social pode chegar ao fim. Mas enfatizou que os eles precisariam continuar sendo pacientes para proteger seus entes queridos e vizinhos contra o vírus.

“Esses regulamentos de distanciamento social não são apenas ‘por favor’. São regulamentos “, disse Cuomo, que dobrou a multa por violar a ordem de “ficar em casa” ontem.


Fonte: IG Mundo

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Internacional

Reino Unido terá o pior número de mortes por Covid-19 na Europa

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Pixabay/Neri Vill

Expectativas são sombrias para o Reino Unido, dizem especialistas


Os principais analistas de dados de doenças do mundo projetaram que o Reino Unido se tornará o país mais atingido pela pandemia de coronavírus na Europa, sendo responsável por mais de 40% do total de mortes em todo o continente.

O Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME), de Seattle, EUA, prevê 66 mil mortes no país por Covid-19 até agosto, com um pico de quase 3 mil por dia, com base em uma subida acentuada nas mortes diárias no início do surto.

Os analistas também afirmam que as discussões sobre a “imunidade do rebanho” levaram a um atraso no Reino Unido na introdução de medidas de distanciamento físico, que foram trazidas a partir de 23 de março na Inglaterra, quando o número diário de mortes por coronavírus era 54. Portugal, em comparação, tinha apenas uma morte confirmada quando medidas de distanciamento foram impostas.

A modelagem do IHME prevê que, em 4 de agosto, o Reino Unido verá um total de 66.314 mortes – uma média tirada de uma grande faixa estimada entre 14.572 e 219.211 mortes, indicando as incertezas ao seu redor.

Os dados, recém-divulgados, são contestados por cientistas cuja modelagem da provável forma da epidemia do Reino Unido é indicada pelo governo. O professor Neil Ferguson, do Imperial College de Londres, disse que os números do IHME sobre “demanda de assistência médica” – incluindo uso de leitos hospitalares e óbitos – eram duas vezes mais altos do que deveriam.

O IHME, responsável pelo estudo sobre Carga Global de Doenças em andamento, calculou a provável necessidade de internações e leitos de terapia intensiva e as mortes projetadas nos países europeus atingidos pela Covid-19.

Olhando para as medidas tomadas pelo Reino Unido para conter a propagação da doença, o instituto diz que o pico é esperado em 10 dias, em 17 de abril. Nesse momento, o país precisará de mais de 102 mil leitos hospitalares, afirma o IHME. Existem quase 18 mil disponíveis, o que significa um déficit de 85 mil .

A mesma imagem sombria se aplica a leitos de terapia intensiva. No pico, serão necessários 24 mil, sendo que apenas 799 estão disponíveis, prevêem os analistas. Ainda serão necessário quase 21 mil ventiladores mecânicos. No pico, o Reino Unido terá 2.932 mortes por dia, prevê o IHME.

O número de mortos em outros países europeus que agora estão lutando com o Covid-19 será menor, dizem eles. Acredita-se que a Espanha tenha 19.209 mortes na mesma data, Itália 20.300 e França 15.058. Todos os três países impuseram medidas mais rígidas de bloqueio do que o Reino Unido.


Fonte: IG Mundo

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