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Política Nacional

Rede confirma apoio à Haddad em SP após convite para Marina ser vice

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Fernando Haddad quer alinhar indicação de ex-ministra como sua vice no governo paulista
Rovena Rosa/Agência Brasil

Fernando Haddad quer alinhar indicação de ex-ministra como sua vice no governo paulista

Com a presença da ex-ministra Marina Silva, a Rede Sustentabilidade anunciou neste sábado (11) o apoio ao pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad. O petista trabalha para encontrar um vice para sua chapa. Seu sonho é que Marina fique com o posto.

Mas a indicação da ex-ministra do Meio Ambiente enfrenta dois obstáculos. O primeiro é o fato de a Rede contar com Marina como puxadora de votos como candidata a deputada federal em São Paulo. 

O segundo obstáculo é o PSOL, que também deve fazer parte da aliança e reivindica  espaço na chapa.  Há, porém, entre as petistas a avaliação de que o partido que está à esquerda do PT não contribuiria para ampliar o alcance da chapa entre os eleitores. 

Neste sábado, o jornal “Folha de S. Paulo” informou que o nome da chef Bela Gil, filiada ao PSOL, foi citada como possível vice de Haddad entre coordenadores da campanha do ex-presidente Lula.

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Aliados de Haddad dizem, porém, que não há até o momento tratativas em torno da indicação de Bela Gil. 

Além de Haddad, a Rede também já definiu apoio a Lula na disputa presidencial. Mas Marina ainda não anunciou sua adesão à pré-candidatura do ex-presidente, de quem foi ministra. Marina tem afirmado que gostaria de fazer uma discussão programática antes de definir sua posição na disputa presidencial.

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Política Nacional

Genial/Quaest: Lula segue na liderança com 45% contra 31% de Bolsonaro

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Lula segue na liderança ao Planalto, segundo pesquisa Genial/Quaest
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Lula segue na liderança ao Planalto, segundo pesquisa Genial/Quaest

Nova  pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (6) mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua na liderança para a vaga no Planalto, com 45% das intenções de voto. O presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece em segundo, com 31%.

A diferença entre os dois, segundo este último levantamento, é de 14 pontos percentuais. Na pesquisa anterior, a distância era de 16 pontos percentuais. O levantamento de hoje, no entanto, não pode ser comparado com o realizado pelo instituto em junho, já que o nome de General Santos Cruz (Podemos) foi excluído desta.

Na pesquisa de junho , Lula aparecia com 46% e Bolsonaro com 30%. Além disso, devido à margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o petista não venceria logo no primeiro turno, como mostrava o levantamento anterior.

O ex-presidente fica com 45% contra 42% dos outros candidatos somados. Dentro da margem de erro, Lula fica entre 47% e 43%, e os demais somados entre 40% e 44%.

Na pesquisa estimulada, isto é, quando os entrevistados recebem uma lista com os nomes dos presidenciáveis, Ciro Gomes (PDT) é o terceiro colocado, com 6% das intenções. André Janones (Avante) e Simone Tebet (MDB) somam 2% cada. Os três estão tecnicamente empatados.

Pablo Marçal (Pros) tem 1%, empatando comcom Janones e Tebet, mas não co Ciro. Os demais aparecem com 0%. Todos empatam tecnicamente.

Para realizar a pesquisa, o instituto entrevistou 2.000 pessoas face a face, entre os dias 29 de junho e 2 de julho. O índice de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-01763/2022 e teve o custo de R$ 268.742,48.

Veja os cenários testados pela pesquisa

Cenário 1 – Estimulada

  • Lula (PT): 45%
  • Jair Bolsonaro (PL): 31%
  • Ciro Gomes (PDT): 6%
  • André Janones (Avante): 2%
  • Simone Tebet (MDB): 2%
  • Pablo Marçal (Pros): 1%
  • Vera Lúcia (PSTU): 0%
  • Eymael (DC): 0%
  • Felipe D’Avila (Novo): 0%
  • Sofia Manzano (PCB): 0%
  • Luciano Bivar (União Brasil): 0%
  • Leonardo Péricles (UP): 0%
  • Brancos/Nulos/Não vai votar: 6%
  • Indecisos: 6%

Cenário 2 – Estimulada

  • Lula (PT): 45%
  • Jair Bolsonaro (PL): 31%
  • Ciro Gomes (PDT): 7%
  • André Janones (Avante): 3%
  • Simone Tebet (MDB): 3%
  • Brancos/Nulos/Não vai votar: 6%
  • Indecisos: 5%

Cenário 3 – Estimulada

  • Lula (PT): 47%
  • Jair Bolsonaro (PL): 31%
  • Ciro Gomes (PDT): 8%
  • Simone Tebet (MDB): 3%
  • Brancos/Nulos/Não vai votar: 7%
  • Indecisos: 5%

*Em atualização

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

MP altera tratamento tributário das perdas dos bancos no recebimento de créditos

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Divulgação/Câmara dos Deputados
Brasília - monumentos e prédios públicos - Banco Central - BC
Regras valem para instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central

A Medida Provisória 1128/22 altera as regras para as instituições financeiras deduzirem as perdas no recebimento de créditos a partir de 2025 (os créditos não liquidados pelos clientes).

Pelo texto, de 1º de janeiro de 2025 em diante os bancos poderão deduzir, na determinação do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), as perdas decorrentes de operações inadimplidas (atraso superior a 90 dias) e operações com pessoa jurídica em processo falimentar ou em recuperação judicial.

No caso das operações inadimplidas, o valor dedutível deverá ser apurado mensalmente, limitado ao valor total do crédito, multiplicado por determinados percentuais descritos na MP, conforme o tipo de operação (capital de giro, arrendamento mercantil e outras) ou a existência de garantia.

Em relação às perdas com empresas em processo falimentar ou em recuperação judicial, o valor a ser deduzido será a parcela do valor do crédito que exceder o montante que o devedor tenha se comprometido a pagar no processo de recuperação judicial; ou o valor total do crédito, na hipótese de falência.

Atualmente, o regime de dedução das perdas dos bancos no recebimento de créditos é regulado pela Lei do Ajuste Tributário, de 1996.

Recuperação de créditos
A MP 1128/22 também estabelece que os bancos deverão declarar os créditos já deduzidos e que foram posteriormente recuperados. O montante deverá ser registrado na determinação do lucro real e da base de cálculo da CSLL.

O registro dos créditos recuperados deve ocorrer mesmo em caso de novação da dívida ou do arresto dos bens recebidos em garantia real. Os bens serão mensurados pelo valor do crédito ou pelo valor estabelecido na decisão judicial que decretou o arresto.

O texto da medida provisória estabelece ainda que as perdas apuradas em 1º de janeiro de 2025, relativas aos créditos inadimplidos em 31 de dezembro de 2024, somente poderão ser excluídas do lucro líquido à razão de 1/36 para cada mês, a partir de abril de 2025.

Tramitação
A medida provisória será analisada nos Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Marcia Becker

Fonte: Câmara dos Deputados Federais

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