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Recife e Rio de Janeiro monitoram celulares para garantir isolamento

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Olhar Digital

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Unsplash/Gilles Lambert

Celulares serão monitorados pelas prefeituras das capitais


O prefeito de Recife (PE), Geraldo Julio, anunciou nesta terça-feira (24) que o poder público vai monitorar a localização de celulares na cidade . O objetivo consiste em obter dados de deslocamento dos habitantes para coordenar medidas de apoio ao isolamento social em meio à pandemia do novo coronavírus . O projeto é desenvolvido por meio de uma parceria com empresa de inteligência em localização In Loco .

De acordo com Geraldo Júlio, foi criado um índice de isolamento que determina uma estimativa de cidadãos reclusos em suas casas. Essa informação servirá como subsídio para a prefeitura determinar outras ações nos bairros .

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“Com o Índice de Isolamento, vamos poder direcionar esses carros [de som] para os bairros que estão cumprindo menos as medidas. Também podemos enviar notificações, em algum aplicativo que o usuário tenha instalado no celular “, disse o prefeito, em coletiva de imprensa.

O líder do executivo municipal ressalta que os dados das pessoas estão seguros e que a medida se trata de uma “ação direcionada ao coletivo, nada individual”.

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Respaldo

A iniciativa do governo recifense encontra respaldo em uma decisão recente da Prefeitura do Rio de Janeiro . Na segunda-feira (23), a administração carioca anunciou parceria com a operadora TIM para desenvolver mapas de calor a partir de dados de localização de celulares, a fim de identificar aglomerações e avaliar se os cidadãos estão adotando as medidas cautelares contra a epidemia.

No exterior, o Reino Unido j á emprega a analise de dados de localização de smartphones para ver se as pessoas estão seguindo as diretrizes de distanciamento social. Em Israel , não só monitora os usuários como envia alertas personalizados com recomendação de isolamento.

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Tecnologia

Torres de 5G são incendiadas devido a teorias da conspiração sobre coronavírus

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Reprodução/Facebook

Vídeos no Facebook mostraram as torres de 5G em chamas


Torres de 5G estão sendo incendiadas no Reino Unido depois que uma teoria da conspiração unindo a tecnologia à pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) começou a se espalhar pela internet em alguns países. 

De acordo com a BBC, pelo menos três torres de 5G foram incendiadas na última semana. Ao The Verge, a operadora de telefonia Vodafone afirmou que foi ateado fogo em quatro torres em apenas 24 horas. Policiais e bombeiros foram chamados para apagar as chamas, e a polícia já investiga o caso. 

A teoria da conspiração

Vídeos das torres incendiadas foram publicados no Facebook , onde diversos grupos se destinam a discutir sobre o assunto: por lá, se acredita que o 5G faz mal à saúde e está relacionado à pandemia do novo coronavírus. 

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A teoria mais forte sobre o assunto afirma que o vírus começou a ser disseminado em Wuhan , na China, porque a cidade estava testando a tecnologia 5G . Agora, a Covid-19 estaria se espalhando por cidades que também utilizam a tecnologia. 

Além disso, uma entrevista dada por uma mulher identificada como enfermeira a uma rádio comunitária britânica se espalhou pela internet. No vídeo, ela argumenta que o 5G suga o oxigênio dos pulmões das pessoas , associando isso à falta de ar causada pela Covid-19.


As conspirações, porém, não possuem nenhum embasamento científico. O novo coronavírus já está, inclusive, espalhado por cidades e países que ainda não fazem uso do 5G, como é o caso do Brasil . Além disso, reguladores no Reino Unido registraram, na rede 5G , níveis de radiação eletromagnética bem abaixo dos estipulados pelas diretrizes internacionais. 

Leia também: Huawei vai poder participar do leilão do 5G no Brasil

O diretor geral da GSMA , organização que representa as empresas de telefonia no mundo todo, disse que a indústria está trabalhando para manter os serviços no ar. Além disso, ele reiterou que a rede 5G não representa riscos à saúde . “É deplorável que a infra-estrutura crítica de comunicações esteja sendo atacada com base em tamanhas mentiras. Pedimos a todos que confiem nas autoridades de saúde e tenham certeza de que a tecnologia de comunicação é segura. Não há ligação entre 5G e Covid-19”.

A união dos conspiracionistas nas redes sociais, porém, tem dado força para que internautas gerem conteúdo sobre o assunto. No vídeo da publicação abaixo, uma mulher confronta dois trabalhadores que estavam instalando redes de 5G , alegando que o trabalho deles vai “matar todo o mundo”. 


O impacto dos incêndios no combate à pandemia

Quando saem das redes sociais , notícias falsas como essa podem ter grandes impactos na vida real. Ao The Verge, o CEO da Vodafone, Nick Jeffery, afirmou que o caso dos incêndios nas torres de 5G são “uma questão de segurança nacional”, e que “as autoridades policiais e de combate ao terrorismo estão investigando”.

Os danos causados pelos incêndios afetam não só os serviços de telefonia móvel das regiões, mas também serviços essenciais à população no momento da pandemia da Covid-19 . Em seu boletim diário, o diretor do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido, Stephen Powis, disse que os hospitais também serão prejudicados. 

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“Estou absolutamente indignado e enojado que as pessoas tomem medidas contra a infraestrutura de que precisamos para enfrentar esta emergência”, afirmou.

O papel das redes sociais

O Departamento de Digital, Cultura, Mídias e Esportes do Reino Unido disse que também é papel das redes sociais controlar informações falsas deste tipo. “Devemos ver as empresas de mídia social agindo com responsabilidade e adotando ações muito mais rápidas para impedir que as bobagens se espalhem em suas plataformas, o que incentiva tais atos”, disse o órgão. 

Depois que a história dos incêndios ganhou as manchetes de jornais no país, um dos principais grupos de Facebook sobre o assunto, que já havia sido denunciado anteriormente, foi excluído pela rede social. 

O YouTube , por sua vez, resolveu agir mais ativamente no caso. Na plataforma, vídeos que conspirarem contra a segurança do 5G , mas não mencionarem o novo coronavírus , serão suprimidos. Isso significa que eles terão seus anúncios suspensos e serão eliminados dos resultados de busca. Já os vídeos que relacionarem e tecnologia à Covid-19 serão removidos por completo.

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Em meio à pandemia, WhatsApp limita ainda mais encaminhamento de mensagens

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Reprodução

WhatsApp limita encaminhamento de mensagens


Para reduzir a disseminação de fake news , especialmente as relacionadas à pandemia de Covid-19 , o WhatsApp está definindo novos limites para o encaminhamento de mensagens. A partir de hoje, mensagens identificadas como “altamente encaminhadas” (ou seja, que foram enviadas para mais de 5 pessoas) só poderão ser encaminhadas para um contato por vez.

Segundo a empresa, a eficácia da medida é historicamente comprovada: “No ano passado, quando criamos o limite de encaminhamento para conter a disseminação de notícias falsas, ajudamos a diminuir em 25% o número de mensagens encaminhadas em todo o mundo”, diz um comunicado.

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A empresa justifica a medida citando um “aumento significativo na quantidade de mensagens encaminhadas que, de acordo com nossos usuários, podem contribuir para a disseminação de boatos e informações falsas”.

O WhatsApp tem colocado em prática várias medidas para evitar a disseminação de fake news durante a pandemia de Covid-19 . Entre elas, a divulgação de um guia para ajudar os usuários a identificar informações falsas e um bot, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde , que traz informações precisas e verificadas sobre a doença.

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