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Economia

Ranking aponta Cuiabá entre as Capitais que mais criam vagas de emprego com carteira assinada

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O município mato-grossense ocupa a 10ª posição no estudo que abrangeu os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal

Cuiabá está entre as capitais que mais criaram vagas de emprego formais nos primeiros oito meses de 2019. O dado faz parte de um levantamento feito pela consultoria Tendências, divulgado nesta terça-feira (8) pelo Jornal O Globo. Segundo o estudo, o município mato-grossense ocupa a 10ª posição no ranking que abrangeu os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal.

Conforme a publicação, entre as avaliadas, apenas 14 tiveram saldo positivo em oferta de vagas com carteira assinada. A tabela aponta que, de janeiro a agosto deste ano, foram abertos em Cuiabá 1.617 novos postos de empregos. Dessa forma, a cidade que recém completou seus 300 anos, ficou à frente de polos como Rio de Janeiro, Porto Alegre, Florianópolis e Salvador.

“Cuiabá é uma cidade pujante, que tem um grande potencial de crescimento. Temos a certeza que essa curva ascendente no desenvolvimento é um caminho sem volta. Como parte da administração pública, buscamos fazer nosso dever de casa. Manter uma boa saúde financeira é um exemplo disso. Se os cofres públicos estão bem cuidados, é possível pagar servidores, fornecedores e prestadores de serviços em dia. Isso reflete diretamente na economia do município”, comenta o prefeito Emanuel Pinheiro.

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Para o economista e pesquisador da consultoria IDados, Bruno Ottoni, que foi entrevistado pelo O Globo, a projeção é que, em 2020, o crescimento na economia seja mais consistente do que o apresentado em 2019. “Com a economia do Brasil avançando, a tendência é que os estados também apresentem melhoras em seus indicadores, como o de geração de vagas de empregos formais”, disse o economista ao jornal.

De acordo com o prefeito Emanuel Pinheiro, a meta do Executivo é continuar colaborando para que Cuiabá acompanhe esse avanço. Para isso, além da contratação de trabalhadores para as diversas obras de infraestrutura distribuídas pela cidade, o gestor destaca o fortalecimento de alguns programas municipais. Aproximação do trabalhador junto ao mercado de trabalho, por meio do Sine Municipal, e o Qualifica 300, são exemplos de fomento a geração de emprego.

“São alguns exemplos do que temos feito para incentivar o crescimento na geração de emprego. O Sine tem essa atribuição e procuramos fortalecê-la com campanhas periódicas, levando o serviço para mais perto da população. No caso do Qualifica 300, foram mais de 5 mil pessoas atendidas pelo programa que visa levar a qualificação profissional para as comunidades mais carentes”, pontua Pinheiro.

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Economia

Governo quer reformular Minha Casa, Minha Vida e permitir escolha de imóvel

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Fernando Frazão/Agência Brasil

Minha Casa, Minha Vida deve ser reformulado e permitir escolha de tipo de imóvel

O governo federal quer reformular o programa Minha Casa, Minha Vida e permitir que os beneficiários definam o tipo de imóvel que será financiado. Hoje, quem financia uma casa pelo programa recebe um imóvel pronto da construtora. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Regional, a ideia é permitir também o financiamento da reforma de um imóvel que já existe ou, ainda, financiar a construção de um novo imóvel.

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O novo formato do programa Minha Casa, Minha Vida vai funcionar com base em vouchers, isto é, documentos que comprovem um pagamento, ou que deem direito a um produto ou serviço. Eles serão de três tipos: de compra, de reforma e de construção. O interessado no financiamento receberá um voucher e, a partir dele, poderá definir, por exemplo, o tipo de arquitetura do imóvel (tamanho, número de cômodos, acabamento) e o profissional de engenharia que tocará a obra.

Segundo o governo, a assistência técnica escolhida pelo beneficiário, isto é, os profissionais de engenharia e arquitetura, deverão ser credenciados pela Caixa Econômica Federal  que, por sua vez, ficará responsável por avaliar relatórios de comprovação de execução das obras, para então liberar os recursos.

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Na avaliação do ministério, a nova sistemática permite que o verdadeiro dono da casa participe mais diretamente de todo o processo, com menos burocracia, menos intermediários – e isso reduz os custos administrativos envolvidos. O objetivo do governo é corrigir o que se considera uma falha do programa: o abandono pelas famílias dos conjuntos habitacionais localizados em áreas sem infraestrutura.

O cadastro das famílias a serem beneficiadas pelos vouchers será feito pelo governo federal por meio dos dados do CadÚnico, o Cadastro Único do Ministério da Cidadania, atualizado pelas prefeituras. Ainda de acordo com o MDR, a prioridade vai para famílias que tenham filhos na primeira infância (até 3 anos) e que residam em ambientes “precários” e “indignos”.

“O objetivo, com isso, é que o MDR possa ter uma visão nacional mais ampla e selecionar aquelas famílias que realmente precisam de um apoio do Governo Federal. Como é o caso das famílias que possuam filhos na primeira infância e residam em ambientes precários/indignos”, informou a pasta em nota ao GLOBO .

Ainda segundo a pasta, os vouchers serão direcionados a famílias que ganhem até R$1.200. Neste caso, não haverá taxa de juros. O MDR informa que os recursos nessa modalidade serão 100% da União, sem contrapartida dos beneficiários. O valor dos vouchers deve girar em torno de R$ 60 mil, mas vai depender dos preços praticados pelo mercado imobiliário em questão.

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Já para as famílias com renda entre R$ 1.200 e R$ 5.000, haverá cobrança de juros. As taxas deverão ser diferenciadas, e o MDR estuda percentuais entre 4% a 4,5% ao ano, abaixo das taxas praticadas hoje, em cerca de 5%.

O controle dos vouchers será feito por amostragem e, em caso de fraude, haverá punição tanto para o beneficiário quanto para o profissional que estiver tocando a obra. Entre as sanções previstas estão a devolução do dinheiro e a perda do registro profissional do engenheiro ou arquiteto em questão.

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Na nova fase, o governo vai priorizar municípios com até 50 mil habitantes. A expectativa é que 400 mil imóveis sejam construídos em 2020.

Fonte: IG Economia
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Economia

Mega-Sena acumulada sorteia R$ 50 milhões nesta quarta-feira

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Reprodução/Shutterstock

Mega-Sena vai pagar R$ 50 milhões nessa quarta-feira; veja como apostar

A Mega-Sena está acumulada e sorteia nesta quarta-feira (04) um prêmio de R$ 50 milhões  . As seis dezenas do concurso 2.213 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo.

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As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) desta quarta-feira, em qualquer  casa lotérica  credenciada pela Caixa em todo o país. O bilhete simples da Mega-Sena, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

O sorteio realizado no último sábado (30), não teve nenhuma aposta que acertasse as seis dezenas sorteadas, que foram 23, 26, 51, 52, 53 e 58. O prêmio, que no sábado estava em R$ 44 milhões, acumulou.

A Mega-sena está acumulada há sete concursos . O último sorteio que viu o grande prêmio sair ocorreu no dia 6 de novembro, praticamente um mês atrás. Na ocasião, a aposta vencedora levou, sozinha, o prêmio de R$ 61,42 milhões. 

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Como funciona

O concurso é realizado pela Caixa Econômica Federal e pode pagar milhões ao sortudo que acertar as seis dezenas. Os sorteios ocorrem ao menos duas vezes por semana – normalmente, às quartas-feiras e aos sábados.

O apostador também pode ganhar prêmios com valor mais baixo caso acerte quatro ou cinco números, as chamadas Quadra e Quina, respectivamente.

Na hora de jogar, o apostador pode escolher os números ou tentar a sorte com a Surpresinha – nesse modelo, o sistema escolhe automaticamente as dezenas que serão jogadas. Outra opção é manter a mesma aposta por dois, quatro ou até oito sorteios consecutivos, a chamada Teimosinha .

Premiação

Os prêmios iniciais costumam ser de aproximadamente  R$ 3 milhões  para quem acerta as seis dezenas. O valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor.

Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de seis a  15 números do volante .

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O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a 43,35% da arrecadação .

Desse total, 35% são distribuídos entre os acertadores dos seis números sorteados; 19% entre os acertadores de cinco números (Quina), 19% entre os acertadores de quatro números (Quadra), 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos seis números nos concursos de final zero ou cinco e 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou cinco.

Fonte: IG Economia
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