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Economia

RADAR: Locaweb Company abre 248 vagas

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RADAR: Locaweb Company abre 248 vagas
Ivonete Dainese

RADAR: Locaweb Company abre 248 vagas

A Locaweb Company, especializada em soluções digitais que impulsionam negócios no Brasil, está com mais de 248 vagas abertas para candidatos de todo o Brasil. As contratações são reflexo do crescimento do ecossistema digital que a empresa oferece ao mercado.

Há vagas em várias áreas como Atendimento, Comercial, Gestão, Financeiro, Produtos e Tecnologia. Entre as oportunidades estão: Analista de BI, Pessoa Advogada Societária, Pessoa de Engenharia DevOps e Analista de Gestão de OKR.

“Estamos muito felizes em ampliar o nosso time de colaboradores e agregar diversidade à ele. A Locaweb busca sempre oferecer as melhores soluções para cada um de nossos clientes e, para que isso seja possível, ter um time qualificado e comprometido com os princípios da empresa são essenciais para a obtenção do nosso sucesso”, afirma a diretora Corporativa de Gente & Gestão na Locaweb, Simony Morais.

Abaixo as vagas de destaque:

Analista de BI III

Acompanhamento Responsável pelo projeto de Painel Integrado de Indicadores Financeiros do Grupo Locaweb. Centralizar as bases de dados no DW e construir um dashboard único com os indicadores; Manter a infraestrutura das operações de ETL e do Data Warehouse (SQL Server e Python); Padronização e tratamento de dados, ETL, manutenção de rotinas de atualização do DW, bem como as automações de suas cargas; Manutenção dos scripts já existentes de extração de dados em outros sistemas via API usando Python; Conhecimentos em Arquitetura de Data Warehouse; Domínio em SQL (DML/DDL/DQL) — Avançado; Power BI Avançado; ETL em Python conectando em flat files, APIs REST e outras bases de dados.

Advogado Societário Pleno

Acompanhamento de toda rotina societária das empresas do grupo econômico, incluindo, mas sem qualquer limitação a análises, elaborações e registros de diversos tipos de atos societários, publicações legais, emissões de pareceres, atualizações legislativas e regulatórias em especial no âmbito da CVM+[B3]/Bacen+Anbima, escriturações em livros societários, participações em assembleias e reuniões dos colegiados administrativos, bem como alterações estatutárias e contratuais; Interface com escritórios externos (Brasil e exterior), além de Juntas Comerciais e cartórios para condução de demandas paralegais da área; Precisa ter OAB Ativa; e, ainda, questões gerais relacionados com visão abrangente do negócio e matérias colaterais do Direito.

Engenheiro de DevOps

Sustentar e administrar a plataforma Azure DevOps; Evoluir as automações existentes; Colaborar na gestão de imagens Docker internas; Participar da evolução da estratégia DevOps da empresa; Participar da implantação e evolução dos processos e das ferramentas de DevOps, automação e qualidade de código; Ter conhecimentos sólidos em uma das linguagens bash, python, javascript, powershell; Conhecimento em lógica de programação e estrutura de dados; Conhecimentos em boas práticas de programação; Conhecimentos em ferramentas de Integração.

Analista de Gestão de OKR Pleno

Fazer a gestão da ferramenta utilizada na gestão dos OKRs; Elaborar e conduzir treinamentos sobre OKRs tanto para os colaboradores da Locaweb quanto para de outras unidades do grupo; Realizar benchmarkings com o mercado; Disseminar a cultura de OKRs na companhia. Ter conhecimento consolidado sobre OKRs, KPIs e/ou gestão de metas; Experiência com a gestão de OKRs no dia-a-dia (por exemplo, definição dos OKRs, acompanhamento dos ciclos, etc); Conhecimento intermediário e/ou experiência no desenvolvimento de relatórios no MS PowerBI.

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Economia

Comperj tem nova alta de custos e enfrenta 2 mil demissões

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Crise sem fim: antigo Comperj tem nova alta de custos e 2 mil demissões
roberto rosa

Crise sem fim: antigo Comperj tem nova alta de custos e 2 mil demissões

O Comperj, rebatizado de Polo GasLub, está envolto em novas polêmicas com mais aumentos de custo e duas mil demissões. Símbolo da corrupção revelada pela Operação Lava-Jato, o empreendimento que nasceu para ser um complexo petroquímico da Petrobras , com duas refinarias, enfrenta problemas para continuar a construção do que restou do projeto original: a unidade de processamento de gás natural (UPGN).

Documentos aos quais O GLOBO teve acesso revelam desentendimentos entre a estatal e a empresa criada para construir a UPGN, a Kerui Método Construção e Montagem (KM). Trata-se de uma sociedade de propósito específico (SPE) formada pela chinesa Kerui Petroleum, uma das maiores fabricantes e fornecedoras de equipamentos do setor de óleo e gás da China, e a empresa brasileira de engenharia Método Potencial.

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Desde 2008, com o início das obras de terraplanagem em Itaboraí, Região Metropolitana do Rio, a estatal já contabilizou prejuízo de ao menos US$ 14 bilhões com o complexo, fruto de pagamento de propinas, obras superfaturadas e mudanças no projeto. 

Entre 2017 e 2018, a estatal decidiu abandonar a construção de uma refinaria e optou por construir a UPGN. Mas a obra dessa unidade, fundamental para transportar o gás natural produzido nos campos do pré-sal na Bacia de Santos, orçada em R$ 1,94 bilhão, custará mais de R$ 3 bilhões em razão de problemas gerados pela pandemia da Covid-19, alterações no projeto e variação do dólar. E, agora, prevê a KM, o valor deve subir ainda mais.

Desequilíbrio financeiro

A Método e a Kurui começaram a trabalhar juntas na UPGN no início de 2016 e ganharam a concorrência do projeto em setembro de 2017. O contrato foi assinado em 2018. Antes da KM, a UPGN já tinha 25% das obras iniciadas pelo consórcio QGIT, de Queiroz Galvão, Iesa e Tecna. 

Os problemas financeiros na construção da UPGN começaram na pandemia, em março de 2020, quando a Prefeitura de Itaboraí solicitou a redução de 70% do efetivo de trabalhadores no Comperj, explica Hugo Marques Rosa, copresidente da KM:

“Os desequilíbrios financeiros começaram em março de 2020. Tivemos de reduzir os funcionários. O lockdown nos portos da China atrasou a entrega de equipamento. Muita coisa é dolarizada. E só conseguimos sentar com a Petrobras para negociar esses valores depois que ingressamos com uma arbitragem no primeiro semestre de 2021. E aí a Petrobras propôs suspender essa arbitragem e passamos a fazer uma negociação direta.”

Esses “desequilíbrios” ocorridos entre 2020 e 2021 geraram aditivos ao contrato. Documento de 23 de junho revela que a estatal já pagou para a KM cerca de R$ 700 milhões por meio de aditivos, mas “aguarda ainda o cumprimento pela contratada da execução de atividades”, como a conclusão do projeto executivo de Engenharia e a entrega de bens de fornecedores.

Lucas Reali Ribeiro, gerente do contrato, enviou carta à KM destacando que a empresa vem fazendo “má gestão” dos recursos recebidos e descumprindo os acordos de construção da UPGN”. Já Hugo Marques Rosa diz que a empresa só começou a receber o valor referente a esses aditivos no fim de 2021.

“E não recebemos ainda o valor integral dos R$ 700 milhões. Esse atraso da recomposição do equilíbrio gerou problemas com bancos chineses e fornecedores. Houve alongamento de contratos, o que gerou custos financeiros”, diz . 

Em paralelo, cerca de dois mil trabalhadores foram demitidos pela KM. Marques Rosa diz que os cortes atingiram 90% dos funcionários. E que não havia como continuar pagando esses trabalhadores. 

Petrobras avalia ações

Com a demissão, a demora no pagamento dos direitos trabalhistas, avaliados em cerca de R$ 60 milhões, vem gerando ameaça de greve. Em carta de 24 de junho, a estatal alertou para “possível movimento em massa dos trabalhadores”. 

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores Empregados nas Empresas de Montagem e Manutenção Industrial de Itaboraí (Sintramon) e o próprio Rosa, os valores serão pagos.

Em um evento realizado em setembro do ano passado, a Petrobras, sob a gestão de Joaquim Silva e Luna, e o governo do Estado do Rio chegaram a assinar protocolo de intenções para criar um complexo industrial em Itaboraí. 

Na ocasião chegou-se a falar que havia conversas em andamento com uma indústria da Finlândia de fertilizantes e com a russa GazProm, a partir do início das operações do UPGN.

Mas, passada a negociação desses aditivos, o executivo afirma que em 2022 novos problemas no empreendimento vêm criando mais desequilíbrios financeiros – e a necessidade de outros aditivos, cujo valor é tratado de forma confidencial entre as empresas.

Neste ano, o Gaslub enfrentou greves envolvendo outras empresas, que afetaram todo o empreendimento. Em uma delas, o tema central foi a falta de pagamento do adicional de periculosidade com a entrada de gás na UPGN. 

“Isso poderia ter sido previsto bem antes porque a Petrobras sabia que isso ia acontecer, pois poderia ter sido feito acordo com o sindicato e os trabalhadores. O gás entrou num lugar muito pequeno e determinado e envolvia apenas 3% a 4% da força de trabalho, mas o sindicato queria o adicional de periculosidade para todo o Comperj, o que iria gerar aumento de custos para todos e a Petrobras teria que rever o contrato. E isso está gerando novo desequilíbrio”, atesta ele.

Em meados de junho, para resolver esses novos impasses, foi criada uma Comissão entre a Petrobras e a KM. Marques Rosa lamenta que ainda não há uma reunião marcada.

“De fato, existe um problema financeiro gerado pelo desequilíbrio do contrato. A KM é uma SPE. Não tem outras obras. Só essa. O Comperj é uma obra que é estratégica para o Brasil e para a Petrobras. Quando produz o petróleo no pré-sal, produz o gás também. Essa obra tem dimensão importante e é a maior unidade de processamento de gás das Américas. 

Além disso, cita Rosa, a China voltou a fazer lockdown nesse ano, atrasando novamente a entrega de equipamentos.

“Quanto mais tempo demorar, maior o custo. As obras estão paradas por conta da recusa da Petrobras em rediscutir o equilíbrio econômico financeiro. O UPGN tem 90% das obras executadas. A unidade, que deveria ter entrado em operação no 1º trimestre deste ano, não tem previsão de retomada das obras nem início do funcionamento, afirmam fontes.”

Procurada, a Petrobras ratifica que o desligamento de colaboradores nas obras do GasLub “é uma decisão unilateral da empresa SPE Kerui-Método”. Informa estarem dia com os seus compromissos com a KM e que o contrato permanece em execução.

Disse ainda que as obrigações de honrar com verbas indenizatórias dos demitidos é do empregador (KM) e que avalia ações para minimizar eventuais impactos à obra.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Com vetos, Bolsonaro sanciona regras para remarcar eventos

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Bolsonaro veta regras permanentes para remarcação de eventos em caso de emergência de saúde
Isac Nóbrega/PR 08.06.2022

Bolsonaro veta regras permanentes para remarcação de eventos em caso de emergência de saúde

O presidente Jair Bolsonaro sancionou uma lei que estabelece regras para a remarcação e reembolso de serviços e eventos até o fim de 2022 , devido à pandemia de Covid-19. Entretanto, Bolsonaro vetou um artigo que determina que essas normas seriam aplicadas sem que houvesse uma emergência de saúde pública.

As regras foram estabelecidas em uma medida provisória (MP) editada por Bolsonaro em fevereiro — a terceira vez dede o início da pandemia que o governo editou uma MP com esse objetivo. Durante a tramitação o Congresso, no entanto, foi incluída a possibilidade das normas serem acionadas em casos de emergência.

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“As medidas emergenciais de que trata esta Lei terão vigência sempre que reconhecida pela União a ocorrência de emergência de saúde pública de importância nacional, observados prazos equivalentes, contados da data do reconhecimento”, dizia o artigo vetado pelo presidente.

O veto foi sugerido pelos ministérios da Economia, da Justiça e do Turismo. O governo alegou que as medidas adotadas devido à Covid-19 foram específicas para esse caso e que, “ao permitir que as mesmas disposições sejam utilizadas em contexto diverso, sem conhecer os desafios e as necessidades futuras, haveria o risco de não beneficiarem os consumidores”. As pastas também viram risco de insegurança jurídica.

Fonte: IG ECONOMIA

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