conecte-se conosco


Turismo

Quer viajar para Buenos Aires? Saiba qual a melhor forma de aproveitar a cidade

Publicado

source

Em 2018, mais de 770 mil brasileiros viajaram para Buenos Aires, sendo a maior nacionalidade a visitar a capital da Argentina. No primeiro trimestre de 2019, a cidade recebeu 140 mil turistas do Brasil, quase 30% a mais do que os três primeiros meses do ano passado. 

Leia também: 9 bairros de Buenos Aires para você explorar durante sua próxima viagem

Buenos Aires arrow-options
Divulgação/Travel Buenos Aires

Nos três primeiros meses do ano, a cidade de Buenos Aires, capital da Argentina, recebeu 140 mil turistas brasileiros

Um relatório elaborado pelo Governo da Cidade de Buenos Aires aponta que, no ano passado, 66% dos brasileiros viajaram para lá a lazer. Dados ainda indicam que a principal atividade procurada foi passeios a museus e atividades culturais, com interesse de 81% do público. Gastronomia, vinho e tango também estão nos interesses principais. 

“Nunca havia pensando isso. Na realidade, me parece interessante. Eu fico surpresa, mesmo tendo a língua como barreira, os brasileiros usufruem das atividades culturais, incluindo festivais, teatros. Parece-me fascinante”, diz Denise Fevre, gerente de imprensa do governo de Buenos Aires ao iG Turismo

Design de Mayara Aguiar Simões Bento

Denise esteve no Brasil recentemente para poder aproximar cada vez mais o destino turístico. “Interessa-me contar para todos sobre essa Buenos Aires que, muitas vezes, não se conhece tanto. Sobretudo porque é uma cidade moderna, constantemente dinâmica, onde tem uma evolução constante e o Brasil é o país que mais viaja para lá”, diz. 

Leia Também:  Turismo de luxo: como aproveitar destinos caros sem gastar muito? Veja dicas

O seu objetivo é fazer com que o brasileiro tenha uma forma diferente de explorar e conhecer o local, para ter um intercâmbio cultural muito mais enriquecedor. “Muitas vezes, ele faz um itinerário/circuito muito tradicional. Vai ver o tango, comer carne, beber vinho, vai fazer um par de coisas que sempre tem no imaginário do destino”, ressalta. 

Como conhecer Buenos Aires? 

Centro Cultural Recoleta arrow-options
Divulgação/Travel Buenos Aires

Na foto, o Centro Cultural Recoleta, um dos pontos turísticos de Buenos Aires e que vale a pena incluir no roteiro

Para conhecer a cidade, Denise recomenda visitar um bairro por dia e, assim, aproveitar bem as atrações. “Se você vai a Recoleta, por exemplo, não deixe de ir à livraria El Ateneo e de visitar o restaurante Elena, que é um dos melhores para experimentar a carne argentina, Depois, você vai ao Centro Cultural, que tem propostas espetaculares”, recomenda. 

Leia também: Veja dicas de passeios em Buenos Aires para todos os gostos durante o outono

Em seguida, pode aproveitar o Monumento Floralis, “uma das arquiteturas mais emblemáticas, que é uma flor que se abre”, indica a profissional. O importante, segundo ela, é ir caminhando e conhecendo os locais em apenas um único dia, sem deixar de passar nos lugares mais importantes e atrativos.  

Leia Também:  Que tipo de turista é você? Faça teste e descubra  qual seu destino ideal

Já em Palermo, a dica é sair pela manhã, fazer um tour de bicicleta e aproveitar para conhecer uma lanchonete chamada Chori e comer um choripán. Conheça também Palermo Soho com visitas a galerias, lojas e passeios com arte urbana. 

“Você tem que passear, ir em vários bares, em um lugar de degustação de doce de leite, sentar na praça, tomar um mate e caminhar. À noite dá para ir ao teatro, tomar uma cerveja artesanal”, completa Denise.  

Vale também visitar visitar La Boca, com muita arte e museus.  Em San Telmo, você conhece o Pasaje de la Defensa, por exemplo. Porto Madero também não deve ficar de fora, assim como a Plaza de Mayo e Casa Rosada. “Explore a cidade pelos bairros, sendo que cada um tem um montão de coisas para disfrutar”, aponta a gerente de imprensa.  

La Boca arrow-options
Divulgação/Travel Buenos Aires

Turistas no bairro de La Boca

Denise também aponta a importância do turismo para o desenvolvimento de Buenos Aires . “É fundamental, sobretudo pelo potencial que tem em gerar trabalho e com a possibilidade de criar novas ofertas e serviços novos. Enquanto cresce, tudo o que o turismo derrama sobre a cidade é positivo porque gera trabalho e também é um intercâmbio cultural”, afirma.  

Leia também: Buenos Aires em 4 dias: dicas para aproveitar um feriado na capital da Argentina

“Não tem cidade que não se beneficie com o intercâmbio cultural, é um benefício a nível mundial, quanto mais turistas, maior a aceitação, a flexibilidade. Faz parte da identidade de um portenho receber bem os turistas , para crescer como cidade, não só pelo trabalho mas também porque entra a moeda argentina entra e faz ter mais renda”, completa. 

Fonte: IG Turismo
publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Turismo

Quer fazer um cruzeiro? Planejamento faz viagem sair até 30% mais barato

Publicado

source

Se o seu desejo é fazer um cruzeiro , mas há uma dúvida quanto às finanças, um mínimo de planejamento pode te fazer pagar até 30% menos num roteiro tradicional. Para se ter uma ideia, o frisson por um lugar “ao mar” se dá entre 120 e 90 dias anteriores ao embarque, reforçando a máxima que brasileiro deixa tudo para a última hora (o que chega a custar mais de R$ 1 mil de diferença por pessoa).

MSC Seaview arrow-options
Divulgação/MSC Cruzeiros

MSC Seaview é um dos navios da companhia para a temporada no Brasil


Leia também: 2.066 cabines: conheça o Seaview, maior navio da MSC para a temporada

Quem dá a dica é o diretor geral da MSC no Brasil, Adrian Ursilli. A empresa, uma das maiores do ramo, opera nesta temporada com navios como o Música e o Seaview. Quem vai aproveitar bem, pagando pouco, são os cruzeiristas que garantiram lugar no máximo até abril.

“O melhor momento de compra é um ano antes da saída do navio . É quando as tarifas saem de 20 a 30% mais baratas. Os preços sobem de acordo com o mercado e a verdade é que esses cruzeiros quase lotam seis meses antes”, explica o executivo, mostrando o motivo de ser natural as últimas vagas serem mais caras.

Leia Também:  Que tipo de turista é você? Faça teste e descubra  qual seu destino ideal

Para quem já é cruzeirista de carteirinha, essa lógica não é tão novidade assim. Segundo Ursilli, entre abril e agosto, praticamente 40% das vagas são ocupadas pelos clientes premium, ou seja, que já fizeram outras viagens antes e retornam a fazer negócios, garantindo compras com parcelamento da reserva.

O mercado de cruzeiros no Brasil, inclusive, levou empresas como a MSC a se adaptarem ao modo de consumo do brasileiro. Há cinco anos, todas as tarifas são negociadas em real, há a possibilidade de parcelar compras no cartão de crédito e faz-se pacotes até mesmo com aéreos para embarques fora do país. Antigamente, tudo era negociado em dólares, cuja cobrança no crédito é única.

Leia também: O que fazer nos navios da MSC? Tem boliche, MasterChef, Fórmula 1 e mais

Hoje, os maiores destinos de brasileiros saindo do país é para o Caribe e Ilhas Gregas, mas já há quem deixe o país para realizar cruzeiros nos Emirados Árabes, que se tornou alvo de grande procura. “Num feriado, por exemplo, a depender do tempo em que a reserva é feita e da quantidade de dias negociada, fica mais barato embarcar no navio do que ficar em São Paulo”, defende Ursilli.

Leia Também:  Costa Cruzeiros lança promoção para a temporada 2020/21 na América do Sul

É justamente por isso que as ofertas de novas viagens são anunciadas com tanta antecedência. O maior navio da MSC, o Grandiosa, que acaba de ser inaugurado em Hamburgo, na Alemanha, e tem a bordo dois espetáculos do Cirque du Soleil , só chega ao Brasil para uma temporada no final de 2020, mas já é possível fazer uma reserva. Os valores atuais partem de R$ 6 mil. Se a vontade de fazer for grande, você tem 30% mais razões para não achar que tem “tempo bastante” para começar a pensar nisso…

Fonte: IG Turismo
Continue lendo

Turismo

Dicas essenciais para aproveitar ao máximo a área de Star Wars na Disney

Publicado

source

Já pensou em entrar no mundo de Star Wars e fazer parte de uma galáxia muito, muito distante? Essa é a proposta da área dedicada à franquia no Disney’s Hollywood Studios, um dos parques da Disney em Orlando, Estados Unidos. A land   “Star Wars Galaxy’s Edge” é a maior área temática do complexo Disnet, somando 5,1 hectares só de Guerra nas Estrelas.

Star Wars arrow-options
Aretha Martins / Portal iG

Uma das naves da Resistência em tamanho real presentes em Star Wars Galaxy’s Edge

O iG Turismo foi para a inauguração da nova atração do local, a  Rise Of The Resistance . E depois lutar contra a Primeira Ordem e passar dois dias no universo Star Wars ,  decidimos criar um guia para ajudar quem pretende visitar a área a aproveitar tudo da forma mais intensa e completa possível.

Disney na palma da mão

Atenção: para melhorar sua passagem em qualquer parque da Disney , é essencial usar a abusar do aplicativo My Disney Experience. Lá você poderá ver tempo de espera para cada atração, explorar um mapa do parque, ver suas fotos nas atrações e até pedir comida.

Também não deixe de fazer seu FastPass, o “fura-fila” da Disney. Ele já faz parte do ingresso dos parques, e turistas hospedados dentro de resorts da Disney podem marcar o FastPass pelo My Disney Experience com 60 dias de antecedência. Já quem está hospedado fora tem 30 dias antes da data da viagem para agendar seu horário na atração.

No caso de Star Wars, no app, o visitante ainda pode interagir com Droid’s, traduzir escritas no alfabeto de Aurebesh, explorar conteúdo dos containers para colecionar itens virtuais e muito mais. Uma curiosidade interessante é que essa land foi a primeira construída para interagir diretamente com o aplicativo.

Atrações imperdíveis e dicas para aproveitá-las ao máximo

Rise Of The Resistance

Stormtroopers na nova atração de Star Wars arrow-options
Jade Lourenção/ Portal IG

Stormtroopers na nova atração de Star Wars

A mais nova atração do parque cumpre o que era prometido desde o seu anúncio e é a mais imersiva de toda a Disney. Montanha-russa, simuladores, robôs, hologramas e interações durante a entrada no brinquedo fazem a diferença para quem é fã da saga e conquistam aqueles que não são tão chegados assim. 

Para curtir 100% da atração recomendamos deixar o celular bem guardado e reparar em todos os detalhes, desde o momento em que entrar na nave até a parte do carrinho. Dependendo do veículo que o visitante é direcionado ele tem a visões diferentes, e pode perceber detalhes que só serão vistos por quem estiver com a atenção totalmente direcionada ao momento. 

Leia Também:  Comissário de bordo revela os lugares mais sujos de uma aeronave

Millennium Falcon: Smugglers Run

É possível pilotar a Millennium Falcon em Star Wars Galaxy's Edge arrow-options
Disney/Divulgação

É possível pilotar a Millennium Falcon em Star Wars Galaxy’s Edge

Outra atração na land é poder, de fato, pilotar a nave de Han Solo. Uma Millennium Falcon em tamanho real ocupa grande espaço da Star Wars Galaxy’s Edge, e o visitante tem a oportunidade de entrar e assumir o posto do personagem de Harrison Ford

Mas a atração não acaba por aí. O turista pode também ser um engenheiro ou um atirador durante a experiência.

O desafio desta atração é manter a nave intacta. Conforme o tempo passa, os tripulantes “navegam”, encontram desafios que podem tirar ou agregar pontuação, como se estivesse em jogo de videogame. No fim é possível ver fisicamente o estrago feito: pontos de fogo, falta de luz e até gás saindo de partes da Millennium se os pilotos, atiradores e engeheiros não tiverem sido tão bons.

A experiência realmente varia de acordo com a pontuação, ou seja, uma “ida à atração” provavelmente não será igual e outra. E a dica por aqui é ficar atento às cores do painel da nave, por são elas que indicam qual botão apertar ou qual alavanca puxar. E se for o piloto, lembre-se: as alavancas que comandam a nave são bem sensíveis. 

Oga’s Cantina

Centro de Oga's Cantina arrow-options
Jade Lourenção/ Portal IG

Centro de Oga’s Cantina

Este bar temático é um dos mais disputados dentro da land de Star Wars. Por isso, também é altamente recomendado fazer uma reserva de dia e horário para entrar – mais uma vez, use o aplicativo da Disney para isso. O mais legal no espaço é o droid DJ R-3X, um ex-piloto de Starspeeder 3000.

O bar serve comidas e bebidas – os grandes chamativos são as bebidas com álcool:

  • Bloody Rancor (Vodca Tito’s Handmade, licor de pimenta-poblano, mix de Bloody Mary apimentado e osso de Rancor)
  • Spiran Caf (Café orgânico peruano de Alto Mayo da Joffrey’s Coffee, marmelada de laranja, rum Gosling’s 151, chantili de baunilha e raspas de frutas cítricas).

Para comer, a cantina oferece duas opções: os Aveia Rising Moons (aveia, pitaia, iogurte e fruta da estação) e o Pãozinho de canela Mustafarian, que é descrito no cardápio como uma “delícia doce intergaláctica”. 

Leia Também:  O que fazer no feriado da Consciência Negra em São Paulo?

Mercado de Black Spire Outpost

star wars arrow-options
Aretha Martins/iG

Mercado de Black Spire Outpost

Por esse loca, que parece uma vila, você pode explorar diversas lojas com conteúdos temáticos da saga, desde roupas – mantos Jedi e cintos para carregar sabres de luz, por exemplo – até imãs, pelúcias de Porgs, e outros animais típicos de Star Wars.

Loja em Black Spire Outpost arrow-options
Disney / Divulgação

Loja em Black Spire Outpost

O mercado de Black Spire Outpost foi baseado nos famosos comércios a céu aberto do Oriente Médio. Os responsáveis pela criação de Galaxy’s Edge passaram semanas em diversos mercados de pulgas, tirando fotos das mercadorias, da arquitetura e dos vendedores, para fazer com que a experiência de quem estivesse ali fosse a mais próxima da realidade possível – mas com produtos relacionados a saga. 

Coca-Cola especial de Star Wars arrow-options
Aretha Martins / Portal iG

Coca-Cola especial de Star Wars

Uma das coisas mais legais dessa área e que está disponível em diversos carrinhos em Galaxy’s Edge é a Coca-Cola de Star Wars. A embalagem foi criada especialmente para a land de Guerra nas Estrelas, e tem um formato diferente das comuns.

Droid Depot

Droids em Droid Depot arrow-options
Jade Lourenção/ Portal IG

Droids em Droid Depot


A land ainda conta com algumas experiências que são pagas a parte. Aqui, o visitante pode construir seu próprio Droid. São oferecidos dois tipos de robô: R e BB, como R2D2 e BB8.

Depois de escolher qual modelo quer, o “construtor” recebe uma cesta com instruções de quais peças precisará, e é direcionado para uma esteira com partes de droids de diversas cores.

O robô pode ser customizado desde a montagem até sua voz – que pode ser mudada comprando um chip a parte. Para montar seu Droid é necessário marcar horário e pagar aproximadamente US$ 99 (cerca de R$400).

Savi’s Workshop

Sabre de luz que pode ser construido em Savi's Workshop arrow-options
Disney/Divulgação

Sabre de luz que pode ser construido em Savi’s Workshop

Semelhante à experiência anterior, neste local o turista poderá construir seu sabre de luz. O momento é mágico, e começa com a escolha de um entre os quatro tipos: Peace and Justice, Power and Control, Elemental Nature e Protection and Defense. E, também assim como a montagem do droid, construir o sabre de luz tem preço: US$ 200 (R$800, aproximadamente).

Depois, o visitante é direcionado a uma sala em que um cast member explica todo o processo, o que significa a cor de cada saber (azul, verde, roxo e vermelho) e pede para que cada um escolha seu cristal Kyber – que é responsável pela cor.

Uma bandeja é colocada na frente de cada pessoa com peças ligadas à escolha do tipo de arma feita no começo, e cabe ao turista montar o sabre com os pedaços que mais o agradam.

*Repórter viajou a convite da Walt Disney Company

Fonte: IG Turismo
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana