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Quem tem coragem de mexer com o Volkswagen Gol?

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VW Gol
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VW Gol 2020 ainda se mantém entre os modelos mais vendidos do Brasil, mesmo com poucas novidades

O Volkswagen Gol é um daqueles fenômenos do mercado de automóveis. Na mesma geração desde 2008 e enfrentando concorrentes (externos e até internos) mais atuais na mesma faixa de preço, o modelo segue como o mais vendido da marca alemã no Brasil e ainda figura como um dos hatches compactos mais populares do mercado.

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De acordo com dados do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores), o Volkswagen Gol fechou 2019 com 81.285 unidades emplacadas. Melhor resultado para o modelo desde 2016 e que colocou o compacto atrás apenas de Chevrolet Onix (241.214), Ford Ka (104.331), Hyundai HB20 (101.590) e do subcompacto Renault Kwid (85.117).

O mesmo bom resultado se repetiu no 1º semestre deste ano. Apesar dos efeito da pandemia do novo coronavírus, o Gol fechou os primeiros seis meses de 2020 com 24.827 unidades e manteve a 5ª colocação no ranking geral de emplacamentos.

Isso mesmo com uma oferta mais enxuta de versões, que é composta pela configuração de entrada 1.0 (R$ 51.210) e pela versão de topo 1.6, que na verdade podem ser consideradas duas: com o câmbio manual de cinco marchas e o motor 1.6 8V de 104 cv (R$ 62.600), ou o automático, de seis marchas (R$ 62.600), que é combinado ao mesmo motor 1.6 16V de até 117 cv usado no Polo.

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Um dos méritos da Volkswagen para o modelo — e que ajuda a explicar esse desempenho no mercado — é o fato de o Gol ter envelhecido bem. Nesse período de 12 anos de presença no mercado, a atual geração passou por três renovações de visual (2012, 2016 e 2019).

Também houve mudanças na mecânica (com o motor 1.0 de três cilindros da família EA211) e no interior da cabine, com a adoção de um novo painel além da incorporação de equipamentos que passaram a ser exigidos pelo mercado nessa faixa de preço, como as centrais multimídia e o câmbio automático e, mais recentemente (ainda que por força da legislação) apoios de cabeça e cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes do banco traseiro, além do Isofix.

VW Gol vai ter substituto?

SUV do Gol
Divulgação

SUV do Gol chegou a ter um teaser mostrado,mas os planos foram adiados e agora não há prazo estabelecido para ser lançado

Outro ponto que deve ser considerado é a força do nome Gol, com recém-completados 40 anos no mercado. Lançado em 2003, o Fox surgiu com a proposta de ser um substituto mais atual para o modelo veterano. Mesmo tendo “matado” inicialmente as versões mais caras do Gol, acabou não atingindo o mesmo sucesso e atualmente deve se encaminhar para o fim, vendendo quase três vezes menos.

Já o Polo de sexta geração, que chegou ao mercado brasileiro em 2017, foi planejado inicialmente para ser o substituto do Gol. Mas mais caro e sofisticado, acabou sendo posicionado acima, como um modelo premium.

Isso demonstra o desafio que representa para a Volkswagen brasileira o desafio de substituir o modelo que, mesmo sendo um dos mais antigos da sua linha atual, ainda é querido pelo público.

Em abril, numa entrevista para o site Automotive Business, o presidente da Volkswagen para a América Latina, Pablo Di Si, citou que o projeto do novo Gol, que estava previsto inicialmente para 2022, deve atrasar, por conta dos impactos financeiros provocados pela pandemia do novo coronavírus.

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Para manter o posicionamento como um modelo de entrada,, a  marca alemã deve abandonar a plataforma atual — que é exclusiva, um misto da PQ-24, do Polo de 4ª geração e do Fox, com a PQ-25 — e adotar uma nova plataforma no novo Volkswagen Gol . Rumores apontam para uma variação mais simples da modular MQB A0, empregada atualmente em Polo, Virtus, T-Cross e Nivus, e que está sendo desenvolvida na Índia, com o nome de MQB A0 IN.

Fonte: IG CARROS

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A VW Kombi mais antiga do mundo completa 70 anos de existência

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VW Kombi
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VW Kombi mais antiga do mundo já foi van de transporte, já foi carro de coleção e agora é peça de museu

Cinco meses após o início da produção da VW Kombi em Wolfsburg (Alemanha), a fábrica mostra o modelo que hoje é o mais antigo em perfeitas condições, completando incríveis 70 anos de idade. Trata-se do chassi número 20-1880, que viu as ruas pela primeira vez em 5 de agosto de 1950. Seria apenas mais uma entre as pouco mais de 8.000 produzidas naquele ano, mas hoje descansa no acervo de clássicos da Volkswagen.

Como é de se imaginar, sua história é muito rica. Saindo da fábrica, foi cumprir na cidade de Hildesheim (Alemanha) a tarefa de se tornar um veículo de transporte, como muitas “irmãs” mais velhas e mais novas. E a VW Kombi ficou nessa vida durante 23 anos, até se tornar uma peça de coleção, passando boa parte do começo da aposentadoria escondida em algumas garagens alemãs. Em comunicado, a Volkswagen lembra de quando completava 42 anos de vida.

“Em 1992, a Kombi mais antiga do mundo tinha menos de 100 mil quilômetros no hodômetro, e foi rebocada para a Dinamarca. Como ficar 19 anos parado não faz bem a nenhum veículo, algumas peças essenciais foram trocadas para que pudesse rodar novamente. Certo de que ficaria com a Kombi por um bom tempo, Tonny decidiu batizá-la de Sofie, apelido do seu primeiro carro”.

Depois disso, passou por uma restauração que durou entre 2000 e 2003. Uma vez pronta, foi com Sofie e Tonny pelas estradas européias, em vários encontros, que somam mais de 20 mil km de distância. Até que, em 2014, recebeu uma visita do príncipe da Dinamarca ao departamento de veículos comerciais da Volkswagen, agora sediado em Hannover.

“Um concessionário que acompanhava a comitiva mencionou que existia na Dinamarca uma Kombi 1950 à procura de um novo lar”, relata a VW. Tonny, agora mais velho, não viajava mais para os encontros, mas também não queria privar Sofie das aventuras dos últimos anos. Assim, o departamento de clássicos da VW entrou em contato com Tonny, e após semanas de discussões, chegou a uma decisão. “Prefiro vender a Sofie para vocês, onde a VW Kombi ainda poderá fazer as pessoas sorrirem”.

Fonte: IG CARROS

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Novas imagens do interior do SUV Nissan Magnite são reveladas

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Nissan Magnite
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Nissan Magnite mostra semelhanças com modelos da Renault, mas suas linhas esportivas ajudam no seu apelo

Pouco a pouco, a Nissan vai revelando mais detalhes sobre o novo SUV Magnite, que virá para competir abaixo do Kicks. De acordo com a marca japonesa, o carro das imagens é um conceito com linhas muito próximas da versão de produção, que estreia até o final do primeiro trimestre do ano que vem. E, agora, a Nissan revela o seu interior.

É possível notar que o painel do carro terá várias texturas diferentes, com materiais que imitam alumínio escovado para conferir mais sofisticação. Já o console central e a porção mais inferior do painel se assemelham ao Renault Triber, minivan que usa uma variante alongada da plataforma do Kwid e que servirá de base também para o Nissan Magnite . Outros elementos marcantes da cabine exibida na projeção são a grande tela da central multimídia com 8 polegadas.

Entre os equipamentos que podem ser vistos nas imagens, estão ar-condicionado automático, chave presencial com partida por botão, espelhos externos com regulagem elétrica e saídas de ar-condicionado para o banco traseiro. A Nissan também já afirmou que o Magnite poderá ser equipado ainda com câmeras de visão 360 graus e piloto automático.

Com menos de quatro metros de comprimento, o SUV da Nissan tem porte próximo ao dos hatches compactos vendidos aqui no Brasil e será fabricado sobre a base CMF-A+, uma variação da plataforma do Renault Kwid que já está em uso na Índia na minivan Renault Triber.

O Magnite terá um visual distinto do Kicks e de outros SUVs da Nissan. Na dianteira, os destaques vão para a grade frontal no estilo da peça utilizada no compacto Datsun Go e para as luzes diurnas em LED no para-choque. Já a traseira do SUV compacto tem linhas mais convencionais e traz suporte para placa no para-choque.

O conjunto mecânico do Nissan Magnite não foi divulgado, mas a imprensa indiana acredita que o Magnite deverá contar com um motor 1.0 de três cilindros de 72 cv (o mesmo usado no Renault Kwid ) e também um inédito 1.0 turbo de 95 cv. O que faria sentido ao projeto, quando se pensa na sua proposta, seria um câmbio automático CVT para trabalhar em conjunto na sua mecânica.

Fonte: IG CARROS

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