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“Quem deve explicações é o PT”, diz deputado de MT, sobre esquema de propina da JBS com o partido

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Neri Geller foi citado em conversa entre executivo da empresa e o então coordenador de campanha de Dilma Rousseff

O deputado federal e ex-ministro da Agricultura Neri Geller (PP), teve seu nome citado em uma conversa que trata de esquema de propina entre a empresa JBS e o Partido dos Trabalhadores (PT), em 2014.

Conforme reportagem da Rede Record de televisão, no final de novembro, interceptações telefônicas feitas com autorização da Justiça indicam pagamento de R$ 6,5 milhões da empresa de Joesley Batista para Dilma Rousseff, então recém-eleita presidente da República, via Partido dos Trabalhadores.

A conversa que cita o ex-ministro Neri Geller ocorreu entre Edinho da Silva, na época coordenador financeiro da campanha de Dilma e atualmente prefeito de Araraquara (SP), e Ricardo Saudi, executivo da J&F, controladora da JBS. Na ligação, Edinho orienta o executivo a ligar para Manoel Sobrinho, que seria o seu braço direito, segundo a Polícia Federal.

O federal Neri Geller (PP) afirma que sobre este caso,  “quem deve explicações é o PT”. Segundo o parlamentar, os áudios são de terceiros. “Estão falando comigo? As possíveis negociações são comigo? Não. Então, por favor. Se houve arrecadação lícita de campanha, isso passou por ordem e determinação do partido da ex-presidente da República, e certamente, os fatos devem ser esclarecidos a partir disso”, argumentou.

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Geller disse ainda que o seu foco manter o seu trabalho na Câmara Federal. “Meu foco é no trabalho! Quem me conhece sabe disso”, disse, acrescentando que está à disposição da Justiça e que aguarda a elucidação dos fatos.

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Mato Grosso assina termo de cooperação com Governo Federal para agilizar regularização fundiária

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Primeiro acordo assinado no país e totalmente construído levando em consideração o Programa “Terra a Limpo”, desenvolvido no Estado

O governador Mauro Mendes assinou na manhã desta quarta-feira (11), na presença da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, um termo de cooperação com o Governo Federal para agilizar a regularização fundiária de terras da União, que será modelo para os demais Estados da Amazônia Legal.

Esse é o primeiro acordo assinado no país e foi totalmente construído levando em consideração o Programa “Terra a Limpo”, desenvolvido no Estado. Na avaliação do governador, com trabalho em conjunto, em sinergia, é possível produzir bons resultados para o cidadão mato-grossense e “esse é o nosso dever”.

“O Intermat (Instituto de Terras de Mato Grosso) cederá infraestrutura para que o Incra possa acelerar o programa de regularização nas terras de competência federal. O Intermat já está acelerando os processos de regularização fundiária nas terras estaduais e para o início de 2020, já temos a perspectiva de entregar 6.200 títulos e muitos outros nos próximos anos”, disse o governador Mauro Mendes.

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A assinatura aconteceu em Brasíli, e também contou com a presença do presidente do Intermat, Francisco Serafim de Barros, além do deputado federal Nelson Barbudo e do senador Wellington Fagundes.

De acordo com o governador Mauro Mendes, esse termo irá contribuir com “o cidadão que não tem o título definitivo da propriedade e que, por isso, não consegue fazer um financiamento, tem dificuldade para fazer investimentos e, diretamente, prejudica a geração de emprego e crescimento de Mato Grosso”.

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Cinco nomes já se articulam em busca de apoio do agro para disputar o Senado

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O ex-senador Blairo Maggi, apesar de negar, é cotado para disputa novamente o cargo

A eleição suplementar para o Senado da República, prevista para o próximo ano, em virtude da cassação da senadora Selma Arruda (Podemos), promete uma disputa acirrada para conquistar o apoio do agronegócio. Pelo menos cinco prováveis nomes que cogitam a possibilidade de disputa buscam o apoio do setor que é a mola propulsora de Mato Grosso.

Até agora entre os nomes que buscam o apoio do agronegócio estão Antonio Galvan, presidente da Aprosoja de Mato Grosso, Adilton Sachetti (PRB), Nilson Leitão (PSDB), Carlos Fávaro (PSD) e Blairo Maggi (PP).

Dono de uma das maiores fortunas do Brasil, o ex-ministro Blairo Maggi (PP), embora tenha admitido na mídia que não vai disputar a eleição suplementar ao Senado, dá sinais de que está preparado para qualquer disputa eleitoral.

Recentemente, o ex-ministro reuniu para uma confraternização em sua chácara, lideranças como o governador Mauro Mendes (DEM), e os ex-governadores Osvaldo Sobrinho (PTB), Júlio Campos (DEM) e Moisés Feltrin.

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O deputado estadual Paulo Araújo (PP), defende o nome do ex-ministro para a disputa suplementar ao Senado. Segundo ele, “é uma honra não só para o partido, mas para o Estado, ter o ex-senador e ex-governador Blairo Maggi na disputa”. Para Araújo, “Maggi é a maior referência política que o Estado tem”.

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