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Ironia ! Em confronto direto, Mixto vence o Poconé, e torce para Operário vencer Luverdense neste domingo

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Alvinegros e poconeanos fizeram uma partida sem técnica, mas com muita entrega neste sábado /Foto: Ascom Mixto

JORGE MACIEL / FUTEBOLPRESS

Em partida única na briga direta para fugir do rebaixamento, abrindo a oitava rodada do Campeonato Mato-grossense, neste sábado, na Arena Pantanal, o Mixto achou um gol salvador, através de Mateus, ao 39 minutos da primeira etapa, venceu o Poconé e respirou aliviado ao fim do duelo, afastando maiores riscos de rebaixamento.

Com a vitória de 1 x 0 sobre os poconeanos, o Mixto que era vice-lanterna,  subiu uma posição e deixou o Luverdense no seu lugar. Nas quatro últimas posições da tabela, o Poconé permaneceu com oito pontos, em sétimo, o Mixto subiu para a oitava colocação, com sete pontos, o Luverdense vem logo abaixo, em nono, com cinco pontos, e o Araguaia ainda não pontuou e está virtualmente rebaixado.

Neste domingo, Luverdense pega o Operário-MT e pode voltar a superar o Mixto, fazendo com que retorne à vice-lanterna, caso vença o tricolor várzea-grandense.

Emoções já pela manhã

Dando prosseguimento à oitava rodada, às 11 horas o Operário-VG recebe o ameaçado Luverdense, no estádio Dito Souza. O Operário, com 12 pontos, em quarto na tabela e fechando o G4, já está classificado e o Luverdense está na penúltima posição. Na nona e última rodada, no próximo fim de semana, serão definidos matematicamente os rebaixados.

Briga de titãs

Na Arena Pantanal, à tarde, às 16 horas, o líder Cuiabá, com 17 pontos, enfrenta o União, vice-líder com 15 pontos, partida em que o Cuiabá, se vencer, pode se isolar ainda mais na ponta ou ser ultrapassado pelos colorados, já que a diferença entre ambos é de dois pontos.

Cumprindo tabela

No estádio Zeca Costa, em Barra do Garças, o já praticamente rebaixado Araguaia, com mínimas chances de passar de fase, recebe o já classificado Dom Bosco, que está em 6º na classificação. Fechando a jornada, o Sinop visita o Nova Mutum, jogo agendado para Valdir Duílio, às 16:30 horas. Os dois times já estão classificados.

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Vôlei: Sesi aposta em campeão olímpico e abre espaço para nova geração

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Presença constante nas finais dos torneios de vôlei no Brasil e até mesmo na América do Sul desde 2009, quando foi criada, a equipe masculina do Sesi parte para uma temporada no mínimo diferente.

William, Éder, Lucas Loh, Alan e Sidão, além do técnico Rubinho. Esses são apenas alguns dos nomes de peso que não tiveram os contratos renovados e deixaram a equipe. Assim, o Sesi deu a largada para a temporada 2020/2021 nessa semana com um plantel recheado de caras novas, com muitos atletas ainda juvenis.

A principal referência dentro da quadra vai ser o campeão mundial e medalhista olímpico Murilo Endres, que aceitou uma redução salarial para permanecer na equipe. Permanecendo no time, ele terá também a oportunidade de passar por uma experiência diferente. Vai jogar junto com o sobrinho, Eric Endres, de 20 anos. O garoto é filho do campeão olímpico Gustavo Endres.

“É fantástico tê-lo aqui. Está acontecendo algo parecido com aquilo que eu passei. Quando eu comecei lá no Banespa, o meu irmão Gustavo já estava lá. Entrei na base e cheguei na equipe principal. Dividi a quadra com ele muitas vezes. É bem o que está rolando agora comigo e com o Eric. Na última temporada, ele não conseguiu entrar em um jogo, mas nessa temporada isso vai acontecer e será especial demais” comentou à Agência Brasil o atual líbero e ex-ponteiro.

O jovem Eric vai começar pela primeira vez na carreira uma Superliga no elenco principal e justamente na posição em que o tio fez muito sucesso, sendo considerado o melhor jogador do mundo em 2010. “Quando eu comecei a jogar, lá em Canoas (RS), ainda mirim, eles me colocaram como central por causa da minha altura. E, além de ser a posição do meu pai, eu achava muito chato ser central. Não gostava. Depois, já quando estava no infantil, eu comecei a treinar passe. E daí apareceu a chance em um jogo que a equipe estava sem ponteiro. Entrei, fui muito bem e não saí mais” disse o atleta gaúcho.

“O Murilo é fundamental no crescimento do Eric. Toda experiência que ele teve como ponteiro. Passe, defesa, ataque, bloqueio, saque. Ele fazia tudo muito bem. Hoje ele é líbero.Mas como ponteiro, o Murilo fez história e o Eric se espelha demais nele. Vê muitos vídeos e tudo. Estar nessa Superliga vai ser uma baita oportunidade para o meu filho. Jogar e conviver com grandes atletas vai ajudar no desenvolvimento dele como atleta e como pessoa”, falou o pai, Gustavo Endres, campeão olímpico em 2004 e prata em 2008.

Eric e Gustavo Endres Eric e Gustavo Endres

Eric e Gustavo Endres – Arquivo Pessoal – Direitos Reservados

Campeão olímpico no comando da equipe

No comando da jovem equipe do Sesi, também estará um estreante com técnico de times adultos, mas com muita história dentro das quadras. Marcelo Negrão, campeão olímpico nos Jogos de Barcelona, em 1992, e ex-técnico do time sub-19 do Sesi, vai encarar o primeiro desafio na Superliga.

“Sempre tive a consciência de que precisava conhecer mais do meu próprio esporte. Não é porque eu fui da seleção, campeão olímpico, que eu sei tudo. Por isso optei por começar justamente no mirim. Foi uma coisa minha. Implantando o meu método de treinos, e lembrando também das coisas que eu aprendi com Zé Roberto, Bebeto de Freitas, Bernardinho e muitos outros. Achei que era a atitude mais correta”, salientou à Agência Brasil, Marcelo Negrão, de 47 anos.

Para mostrar a confiança que tem no projeto, ele lembra de uma passagem que teve no início da carreira de atleta. “Olhando nos olhos deles, consigo ver algo parecido com o que ocorreu comigo. Fui lançado bem jovem lá no Banespa, com 15, 16 anos, pelo Josenildo de Carvalho. Com 17 já estava na seleção adulta. E com 19 já fui campeão olímpico. Vou fazer um trabalho para que eles não tenham lesões, mas percebo que eles tem uma estrutura física muito forte e com muito talento. É claro também tem o peso de substituir o Rubinho, que é um grande treinador, é uma situação bastante complicada. Respeito demais todo o trabalho feito por ele. Mas o Sesi vai seguir sendo muito bem representado”.

Gustavo Endres também aprova a atitude do Sesi de apostar na base e no trabalho do Marcelo Negrão. “Acredito que, no futuro próximo, muitos desses garotos estarão na Seleção. Jogando contra o Cruzeiro, Taubaté, Campinas, eles vão crescer demais. E o Negrão é um cara fantástico. Os meninos vão poder absorver muito conhecimento dele. Esteve junto no final daquela geração dos anos 1980, foi campeão olímpico. Joguei com ele no Banespa e na Seleção. Ele vai ajudar demais com certeza”, diz.

Para Negrão, a parceria com o Murilo será fundamental para que a equipe tenha sucesso. “No meu início de carreira, eu tive como ídolo o Montanaro. E cheguei a jogar junto com ele. Joguei também com o Amauri, que esteve com a gente lá em Barcelona na conquista do ouro. Eles sempre agiram de uma forma muito responsável e profissional. Serviram sempre de inspiração para os amantes do vôlei. E é esse papel que o Murilo vai desempenhar aqui nessa nova etapa do Sesi. Esses garotos estão no período de formação do caráter não só como atleta, mas como cidadãos. É o Murilo é um cara sensacional que vai ajudar muito o nosso time nesse lado também”, disse o comandante.

O atual líbero da equipe fala sobre as primeiras conversas que vem tendo com o novo treinador. “Ele está muito empolgado. Gosta demais desse trabalho com os jovens. Tem muito conhecimento. Eu também vou fazer o máximo possível para ajudar essa gurizada nessa transição da base para o profissional. Muitas vezes, os times mais fortes não conseguem dar tantas chances para os garotos. Mas nesse ano aqui no Sesi vai ser diferente. E espero que todos eles aproveitem.”
 

Edição: Liliane Farias

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Esportes

Rio de Janeiro terá torcida nos estádios a partir de julho

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A prefeitura do Rio de Janeiro liberou, em publicação extra do Diário Oficial, a presença de torcedores nas arquibancadas de estádios a partir de 10 de julho. A medida foi tomada menos de 10 dias após o Campeonato Carioca de futebol ser reiniciado com portões fechados e o estado registrar um recorde de novos casos da covid-19 em 24 horas (6.061, no último dia 19). A decisão vai na contramão do adotado nas principais ligas da Europa, onde o pico da pandemia do novo coronavírus foi em abril. A maior parte das competições por lá foi retomada sem público e assim continua.

A volta da torcida aos estádios na cidade do Rio de Janeiro terá restrições, como o distanciamento de quatro metros quadrados por pessoa, venda de ingresso online e liberação de apenas um terço da capacidade dos estádios. Conforme a publicação, o planejamento é sujeito a alterações. Se o cronograma for mantido, a final da Taça Rio, segundo turno do torneio estadual, prevista para depois do dia 10, poderá ter presença de torcedores.

A decisão consta na página 4 do D.O. especial da última sexta-feira (26). Segundo o texto, estão permitidos “Centros de treinamentos esportivos abertos para treino, sem público, sendo vedado uso de sauna, piscina e banheira de hidromassagem. Competições esportivas com capacidade simultânea máxima de um terço, sem ultrapassar a regra de quatro metros quadrados por pessoa. Venda de ingressos somente online ou caixas de auto atendimento. Atividades de lazer e esporte em piscinas, vedado o compartilhamento de objetos. Clubes, associações, hipódromos, quadras de aluguel e congêneres abertos, vedado esportes de contato”.

A autorização é prevista na fase 3B de flexibilização do isolamento social na cidade. Já a fase 5, começando em 1º de agosto, autorizará a utilização de dois terços da capacidade de público do estádio, mas, também com distanciamento entre torcedores e vendas online.

Até 18h45 (de Brasília) de sábado (27), o estado do Rio de Janeiro registrou 108.803 casos de covid-19, com 9.789 mortes, sendo 202 nas últimas 24 horas. A taxa de mortalidade (56,7 a cada 100 mil habitantes) é a maior da região Sudeste e é mais que o dobro da nacional (27,2), segundo o Ministério da Saúde. 

Europa

Na Europa, onde o futebol retornou entre meados de maio e o início de junho, sete das 10 maiores ligas do continente – de acordo com o ranking da União das Federações Europeias de Futebol (UEFA) – retomaram seus campeonatos nacionais após o pico da covid-19, em abril. França, Holanda e Bélgica foram as exceções. Em seis dos países em que a bola voltou a rolar, a determinação foi de portões fechados. Entre eles, Itália e Inglaterra, que estão entre os cinco com mais mortes pelo novo coronavírus.

A exceção entre essas sete ligas foi a Rússia, que permitiu a ocupação de 10% da capacidade dos estádios no retorno. Já na França, apesar de o campeonato local ter sido encerrado, a federação obteve liberação do governo para um público máximo de 5 mil pessoas nas finais das copas nacional, em 24 de julho, e da liga, uma semana depois.

O Campeonato Carioca segue neste domingo (28) com quatro jogos, ainda com portões fechados, pela quarta rodada da Taça Rio: Botafogo x Cabofriense, Madureira x Resende, Vasco x Macaé e Fluminense x Volta Redonda. A rodada começou com vitória do Flamengo por 3 a 0 sobre o Bangu, no Maracanã, no último dia 18, e um empate sem gols entre Portuguesa e Boavista, no estádio Luso-Brasileiro, no dia 19.

Edição: Aline Leal

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