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Internacional

Quatro homens são presos após morte de migrantes em caminhão nos EUA

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Local onde vários corpos foram encontrados no Texas
Reprodução – 28.06.2022

Local onde vários corpos foram encontrados no Texas

Quatro homens já foram presos e acusadas de diferentes crimes após a morte de 53 migrantes dentro de um caminhão em San Antonio, no estado americano do Texas. Nesta quarta foram acusados de crimes relacionado ao tráfico de pessoas o suspeito apontado como o motorista do veículo e outro que teria atuado no transporte ilegal do grupo. Na terça, outros dois suspeitos, ambos mexicanos, haviam sido acusados em um tribunal federal de serem imigrantes ilegais na posse de armas de fogo.

Identificado pelas autoridades como o motorista do caminhão, Homero Zamorano Jr, 45 anos, natural do Texas, foi preso perto do local da tragédia depois de tentar se passar por uma das vítimas. Ele foi acusado de “contrabando de pessoas resultando em morte”, segundo o Departamento de Justiça.

O segundo suspeito formalmente acusado nesta quarta é Christian Martinez, de 28 anos. Ele vai responder por “conspiração para transportar estrangeiros ilegais”. A nacionalidade dele não foi revelada.

Se condenados, Zamorano e Martinez podem ser penalizados com prisão perpétua ou até pena de morte.

Os outros dois homens suspeitos de envolvimento no incidente também são mexicanos. Juan Francisco D’Luna-Bilbao e Juan Claudio D’Luna-Mendez foram detidos em uma residência de San Antonio cujo endereço constava no registro do caminhão. Eles devem permanecer sob custódia até uma audiência preliminar marcada para sexta-feira.

O número de vítimas aumentou de 51 para 53 após novo balanço divulgado pelas autoridades americanas nesta quarta-feira. Outras 11 pessoas seguem hospitalizadas, mas não foram divulgados detalhes sobre o estado de saúde delas.

Até o momento, foram identificados 27 mexicanos, 14 hondurenhos, sete guatemaltecos e dois salvadorenhos, conforme o governo mexicano. A nacionalidade de alguns integrantes do grupo ainda é incerta.

O caminhão abandonado numa estrada foi encontrado com uma porta parcialmente aberta pelos policiais e um corpo estava fora do veículo. O chefe dos bombeiros da cidade, Charles Hood, disse que muitos sobreviventes estavam fracos demais para sair do local por conta própria.

Vítimas tinham tempero de carne espalhado pelo corpo, numa tentativa de disfarçar o próprio cheiro, segundo confirmada por agentes de segurança ao jornal Texas Tribune. Conforme as autoridades, a suspeita é de que os traficantes responsáveis pelo transporte do grupo haviam imaginado que, como a unidade não tinha refrigeração e o Sul dos EUA registrava forte calor, eles poderiam exalar um odor que seria facilmente detectável em alguma patrulha na fronteira.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

FBI executa mandado de busca na residência de Trump, na Flórida

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Donald Trump, ex-presidente dos EUA
Reprodução Documentário ‘Unprecedented’

Donald Trump, ex-presidente dos EUA

O FBI desempenhou um mandado de busca nesta segunda-feira (08) no resort Mar-a-Lago de Donald Trump em Palm Beach, na Flórida. A informação foi confirmada pelo ex-presidente à CNN Internacional. 

“Minha linda casa, Mar-A-Lago, em Palm Beach, Flórida, está atualmente sitiada, invadida e ocupada por um grande grupo de agentes do FBI”, disse o ex-mandatário em comunicado.

Trump não disse a razão dos agentes do FBI estarem em Mar-a-Lago, mas o ex-presidente relatou que a operação não foi anunciada e “eles até arrombaram meu cofre”.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Livro revela que Trump jogava documentos na privada da Casa Branca

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Donald Trump
Reprodução/Twitter

Donald Trump

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump tinha o costume de jogar documentos na privada, e a Casa Branca acionou encanadores para desentupi-la em pelo menos duas ocasiões. É o que revelam fotografias recém-divulgadas de “Confidence man”, o próximo livro de Maggie Haberman, repórter do New York Times e colaboradora da CNN.

Nas imagens publicadas nesta segunda-feira, não está claro o conteúdo dos documentos nem quem os escreveu, mas Haberman e a imprensa americana afirmam que a caligrafia é idêntica à de Trump, que teria usado uma caneta Sharpie, sua preferida. Os rascunhos incluem o nome da deputada republicana Elise Stefanik, uma defensora de Trump.

Segundo Haberman, uma foto é de um banheiro da Casa Branca e a outra é de uma viagem ao exterior, ambas fornecidas por uma fonte da jornalista no governo do ex-presidente. Essa mesma fonte teria dito a Haberman que era muito comum Trump jogar documentos nas privadas e que os encanadores costumavam ser chamados para desentupi-las.

“Que Trump estava descartando documentos dessa maneira não era amplamente conhecido na Ala Oeste [onde fica o escritório da Presidência], mas alguns assessores estavam cientes do hábito, no qual ele se envolveu repetidamente”, disse Haberman ao site Axios, que publicou as imagens em primeira-mão. “Foi uma extensão do hábito de Trump de rasgar documentos que deveriam ser preservados sob a Lei de Registros Presidenciais.”

Em fevereiro, a CNN relatou que Trump costumava rasgar documentos, rascunhos e memorandos depois de lê-los, o que contraria as leis presidenciais de manutenção de registros. Segundo a emissora, quando viajava, o ex-presidente levava até rascunhos de tuítes não lidos a bordo do avião presidencial para revisá-los antes de descartá-los.

Em uma ocasião, Trump também perguntou se alguém da sua equipe gostaria de colocar à venda no eBay uma cópia de um discurso que ele acabara de fazer, de acordo com a CNN.

Trump negou todas as alegações e, em uma declaração dada ao Axios nesta segunda, seu porta-voz disse que a reportagem foi inventada.

“Você precisa estar muito desesperada para vender livros se fotos de papel em um vaso sanitário fizerem parte de sua campanha de marketing”, afirmou Taylor Budowich. “Nós sabemos [que] há pessoas suficientes dispostas a inventar histórias como essa para impressionar a mídia, que está disposta a publicar qualquer coisa, desde que seja anti-Trump.”

Investigações

Em maio, promotores federais dos EUA deram início a uma investigação sobre denúncias de que Donald Trump teria usado de forma indevida documentos confidenciais do governo americano, que foram levados para a residência do ex-presidente no estado da Flórida, já depois de ter deixado a Presidência.

Pelas regras, os itens deveriam ter sido enviados para a administração dos Arquivos Nacionais dos EUA, e, quando os pesquisadores os analisaram, encontraram diversos documentos marcados como confidenciais, contendo informações relacionadas à segurança nacional.

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Fonte: IG Mundo

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