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Qual versão do Toyota Corolla mais perdeu valor ao longo dos anos?

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Na quinta geração nacional, o Toyota Corolla ganhou a inédita motorização híbrida flex – a que mais perderá valor no futuro

Com quase três décadas de mercado, o Toyota Corolla é um dos queridinhos dos brasileiros. O sedã chegou ao Brasil em 1991, importado do Japão na mesma versão que era direcionada aos Estados Unidos. Com o sucesso nas vendas, a marca optou por iniciar sua produção nacional em 1998, no Complexo Industrial de Indaiatuba (SP) – que chegou no mercado como modelo 1999.

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A disputa com o principal rival, o Civic, durou até 2009, quando o Toyota Corolla ultrapassou o sedã da Honda para nunca mais deixar a liderança. Já são vinte anos como veículo nacional, e dez de liderança absoluta. A KBB, plataforma de análise e precificação de automóveis, publicou um levantamento mostrando quais versões do Corolla desvalorizam mais, e quais perdem menos valor – considerando apenas os modelos nacionais.

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De acordo com a KBB, a versão que menos perde valor é a GLi 1.8 CVT da geração que acaba de sair de linha, em agosto (2014 – 2019). O modelo conta com 144 cv de potência a 6.000 rpm e 18,6 kgfm a 4.800 rpm, com câmbio do tipo CVT capaz de simular sete velocidades. Seu porta-malas tem capacidade para 470 litros. Confira abaixo a lista dos modelos do Corolla que menos perdem valor.

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Quinta geração do Toyota Corolla é valorizada no mercado de seminovos, com depreciação de apenas -4,89%

5 – G3 (2009 – 2005) – GLi 1.8 automático – -7,26%
4 – G2 (2003 – 2008) – SEG 1.8 automático – -7,14%
3 – G2 (2003 – 2008) – XLi 1.6 automático – -6,22%
2 – G3 (2009 – 2015) – XLi 1.8 automático – -6,04%
1 – G4 (2015 – 2019) – GLi 1.8 CVT – -4,89%

O que mais deprecia

O levantamento também aponta que o Corolla SEG da primeira geração (1999 – 2003), com motor 1.8 e câmbio automático, é o que mais perde valor desde a nacionalização. Para refrescar a memória, o modelo tinha 136 cv de potência e 17,5 kgfm de torque, com a transmissão automática de apenas quatro marchas. Para sua época e tamanho, o porta-malas de 437 litros era bem expressivo. Confira abaixo a lista dos modelos que mais perdem valor.

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5 – G3 (2009 a 2014) -Altis 2.0 automático – 7,69%
4 – G1 (1999 a 2002) – XLi 1.8 automático – -8,51%
3 – G1 (1999 – 2002) – XEi 1.8 automático – -8,36%
2 – G4 (2015 – 2019) – XEi 2.0 automático – -9,02%
1 – G1 (1999 – 2002) – SEG 1.8 automático – -10,19%

Fonte: IG Carros
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JAC lança rival do Compass, em versão única, com motor 1.5 turbo e câmbio CVT

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JAC T60 chega com conjunto moderno e boa lista de equipamentos de série como atributos para encarar os rivais

A JAC lança o SUV médio T60 no Brasil a partir de R$ 99.990. O carro chega para disputar um lugar de destaque no mesmo segmento do Jeep Compass, o líder absoluto de vendas, com 54.524 unidades entre janeiro e novembro, de acordo com o balanço da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos). Como principal atributo na briga com os rivais, o modelo da marca chinesa conta com a relação entre custo e benefício.

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Na lista de itens de série, o JAC T60 conta com controles eletrônicos e estabilidade e tração, monitoramento da pressão dos pneus, botão de partida, multimídia com tela de 10,25 polegadas, freio de estacionamento elétrico, câmera de 360° e painel de instrumentos digital com tela TFT entre outros equipamentos.

Como opcional, a fabricante oferece para o SUV médio o pacote com teto solar elétrico e bancos revestidos de couro por R$ 5 mil extras, o que leva o preço para R$ 104.990.

O JAC T60 da linha 2020 vem com motor 1.5 turbo, com injeção direta da gasolina e rende 168 cv e razoáveis 21,4 kgfm a 2.000 rpm. No sistema de transmissão está incluído o câmbio automático CVT , que simula seis marchas e a tração é dianteira. São números para acelerar de 0 a 100 km/h e, 9,6 segundos e atingir 195 km/h, diz a fabricante.

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A reportagem de iG Carros está no lançamento do JAC T60 da linha 2020 e logo terá maios detalhes da novidade, inclusive as primeiras impressões ao dirigir.  

Fonte: IG Carros
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Yamaha R15, “Irmã” menor da R3, traz visual mais esportivo na linha 2020

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Yamaha R15: Pequena esportiva carenada seria a única da categoria no Brasil, na faixa das 150 – 160 cc

A Yamaha R15 acaba de chegar em sua linha 2020 na Índia, com novas cores e grafismos. Agora, vem com rodas de liga leve azuis e esquema de cores de corrida com a mesma cor na carenagem. Com preço de 1,45,300 Rúpias Indianas (R$ 8.484, em conversão direta), a esportiva carenada é da família da R3, vendida no Brasil por R$ 23.990. Se viesse ao mercado brasileiro, poderia sair por pouco mais que os R$ 11.190 cobrados pela Fazer 150. Entretanto, questionada pela redação do iG Carros, a Yamaha do Brasil afirma que essa moto não virá.

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A moto herda o mesmo design agressivo e esguio, com linhas fortes e pontiagudas, de “irmãs” maiores como a Yamaha R3 , em uma família que ainda tem modelos de 250 cc a 1.000 cc. Por outro lado, os outros componentes da Yamaha R15 seguem inalterados da linha 2019. O motor é o monocilíndrico de 155 cc (o mesmo da nova Yamaha NMax), mas com 18,6 cv e 1,4 kgfm. Isso não é muito menos que os 21,5 cv e 2,1 kgfm da Fazer 250 (R$ 15.990), que pesa 16 kg a mais (137 kg ante 153 kg).

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Mais equipamentos

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Painel é totalmente digital e mostra os dados de forma que o piloto interprete com facilidade

A lista de equipamentos para um bom desempenho segue. Entre eles, o sistema Assist & Slipper Clutch, visto apenas em motores grandes na Ásia. O recurso auxiliar faz o funcionamento da embreagem mais leve, para que o piloto tenha mais conforto ao operá-la, enquanto a embreagem deslizante faz o câmbio mais suave, principalmente em reduções de marcha em rotações mais altas. Na dianteira a suspensão é do tipo invertida, enquanto a traseira conta com sistema monoshock com ajustes na pré-carga da mola.

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Entre outros equipamentos, a Yamaha R15 traz luzes dianteiras e traseiras em LED, além painel de instrumentos totalmente digital, inclusive o velocímetro e conta-giros. Já o tanque de combustível tem capacidade para 11 litros, o que deve gerar autonomia na casa dos 350 km, segundo dados do fabricante. Os pneus têm medidas de 100/80 na dianteira e 140/70 na traseira. Nos ‘contras’, vale lembrar a falta dos freios ABS.

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Fonte: IG Carros
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