conecte-se conosco


Saúde

Quais são os riscos da cinza vulcânica para a saúde?

Publicado


source
Vulcão Cumbre Vieja, em La Palma
Reprodução: Redes Sociais

Vulcão Cumbre Vieja, em La Palma

Recentemente o  vulcão Cumbre Vieja entrou em erupção nas Ilhas Canárias, em La Palma. Desde o domingo (19) , dia da primeira atividade sísmica , o vulcão tem emitido nuvens de cinzas pela cidade e preocupando a saúde dos moradores da ilha. 

Segundo o governo de Canarias , as cinzas vulcânicas podem ser sugadas profundamente para os pulmões e causar irritação e coriza, dor de garganta ou tosse seca e irritação do trato respiratório em pessoas com asma ou bronquite.

As autoridades ainda alertam para que a população não faça exercícios ao ar livre e nem permaneça em área descoberta. É recomendado também, o uso de máscaras FFP2 e sistemas de proteção ocular no território.

O que são as cinzas vulcânicas?

As cinzas vulcânicas são compostas por partículas finas de rocha vulcânica fragmentada. Essas partículas podem ter películas ácidas que conseguem causar irritação dos pulmões e olhos.

Segundo a Rede Internacional dos Perigos Vulcânicos para a Saúde (IVHHN), os efeitos da cinza para a saúde podem ser divididos em várias categorias: problemas respiratórios, sintomas oculares, irritação cutânea e efeitos indiretos.

Quais são os riscos para a saúde?

Em certas erupções as partículas de cinza podem ser tão finas que são inspiradas profundamente até os pulmões. Caso o indivíduo tenha muita exposição, ele poderá ter desconforto no peito, com aumento de tosse e irritação. Isso pode acontecer mesmo em pessoas saudáveis.

Sintomas comuns, a curto-prazo, incluem:

  • Irritação e corrimento nasal

  • Irritação e inflamação da garganta, por vezes acompanhada de tosse seca.

  • Pessoas com problemas preexistentes no peito podem desenvolver graves problemas de bronquite que se prolongam alguns dias após a exposição às cinzas (por exemplo, tosse seca, aumento da produção de saliva, dificuldade em respirar, ou respiração acelerada).

  • Irritação das vias respiratórias em pessoas com asma ou bronquite; queixas comuns de asmáticos incluem respiração acelerada, dificuldade em respirar e tosse.

  • Respirar torna-se desconfortável.

Apesar de raro, a exposição prolongada a cinzas vulcânicas pode conduzir a doenças pulmonares graves, de acordo com a IVHHN.

Fonte: IG SAÚDE

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Pfizer vai pedir à Anvisa uso de vacina em crianças de 5 a 11 anos

Publicado


A Pfizer informou que deve submeter pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aprovação do uso da sua vacina contra a covid-19, a ComiRNAty, em crianças entre 5 a 11 anos no mês de novembro deste ano.

Conforme divulgou a Reuters, a vacina da Pfizer/BioNTech apresentou 90,7% de eficácia contra o novo coronavírus em um ensaio clínico com crianças de 5 a 11 anos, informou a farmacêutica norte-americana na sexta-feira (22).

Atualmente, a vacina da farmacêutica tem autorização da Anvisa para ser aplicada em adolescentes com 12 anos ou mais. Sua aplicação para jovens de 12 a 15 anos foi autorizada no mês de junho deste ano pela agência sanitária.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

Continue lendo

Saúde

Saúde firma acordo para instalar unidade da Universidade de Oxford no Brasil

Publicado


source
Registro da Universidade de Oxford, no Reino Unido
Reprodução/ Oxford Student

Registro da Universidade de Oxford, no Reino Unido


Uma unidade da Universidade de Oxford deve ser instalada no Brasil até 2022. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (27) pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na sede da instituição de ensino, no Reino Unido.

Segundo a Folha de S. Paulo, o plano foi firmado com a assinatura de um termo de compromisso entre Queiroga e a universidade. O objetivo da unidade brasileira é priorizar a pesquisa em saúde global e promover a formação de novos profissionais especializados em doenças infecciosas, pesquisas clínicas e no desenvolvimento de vacinas.

Ao lado do laboratório AstraZeneca, a Universidade de Oxford é responsável pelo desenvolvimento de um dos principais imunizantes contra a Covid-19 . De acordo com a publicação, mais de 113 milhões de doses dessa vacina foram distribuídas no Brasil.


Diante dos propósitos apontados, a unidade brasileira deverá ter cursos de mestrado, PhD e também atualizações para profissionais da área. O jornal conta que a iniciativa tem apoio do governo britânico e suporte acadêmico e científico da Universidade de Siena, na Itália, do Institute for Global Health, do Internacional Vaccines Institute e de outras entidades internacionais. Um candidato considerado provável para sediar o projeto no Brasil é o Instituto Nacional de Cardiologia, que fica no Rio de Janeiro.

Fonte: IG SAÚDE

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana