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Quais são os lugares mais seguros para estacionar motorhome no Brasil?

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Especialista explica quais são o lugares mais seguros do Brasil para estacionar o  motorhome
Estrella Mobil Motorhomes

Especialista explica quais são o lugares mais seguros do Brasil para estacionar o motorhome

Viagens de motorhome estão atraindo cada vez mais adeptos, no entanto, uma das maiores preocupações dos viajantes é em relação ao local para estacionar o veículo. Julio Lemos, engenheiro e fundador da Estrella Mobil Motorhomes, o primeiro passo é realizar uma pesquisa minuciosa acerca do local de destino. Desse modo, é possível verificar se há pontos de apoio na região ou postos 24h. Os pontos de apoio podem ser restaurantes que fornecem água e energia para o usuário, por exemplo.

Além disso, é preciso descobrir quais são as pousadas e hotéis que possibilitam pernoite, que pode ser feito próximo, ou no próprio estacionamento dos espaços. “Tem cidades que permitem parar nas praças para dormir ou praias tranquilas. Já existem aplicativos no Brasil que são preenchidos pelos próprios usuários que marcam onde tem pontos de apoio e lugares tranquilos para o viajante estacionar e descansar. Ou seja, hoje tem bastante plataformas para segurança e praticidade na hora de parar”. 

Entre os aplicativos úteis aos viajantes de motorhome, estão o Google Maps, que apresenta as melhores rotas e funciona em modo off-line; o iOverlander, banco de viagens que mostra restaurantes, hotéis, postos e supermercados; e o Camped, guia de campings brasileiros. 

Julio relata ainda que, no Brasil, houve poucos casos de viajantes de motorhome que passaram por situações de perigo. O engenheiro diz que, caso algo assim aconteça, é fundamental não sair do carro. “Sempre que escutar algum movimento ou barulho estranho não saia do carro e ligue para a Polícia. Mas existem também opções para agregar a segurança. Um exemplo é o ‘botão do pânico’, como se fosse uma sirene no carro para dar uma espantada em quem está fora do motorhome. É possível instalar câmeras de monitoramento também, então estes itens ajudam a monitorar onde o viajante estiver. Existem dispositivos que monitoram todo o trajeto do carro e, se necessário, geram um alerta na central que aciona um parente ou a Polícia regional”, explica.

Nas metrópoles, a cautela deve ser maior, visto que o contingente de pessoas é elevado. “O que é muito importante pensar é se vale a pena estacionar próximo a grandes metrópoles, exatamente pelo alto volume de pessoas transitando, ou seja, maior índice de assaltos e roubos. Estacionar em cidades pequenas é mais tranquilo. Se pararmos para pensar nos lugares mais tranquilos de estacionar no Brasil, nas grandes cidades o ideal é buscar postos 24h”, pontua.

O Brasil possui diversos pontos de apoio seguros, conforme conta Julio. As estruturas mais seguras são os campings, inclusive os específicos para motorhomes. “O ideal mesmo são os campings próprios para motorhomes, pois eles possuem ponto de ligação de água e energia. Então você consegue deixar o motorhome aberto com toldo, cadeiras de praia para fora com total segurança e tranquilidade. Dependendo do formato da viagem, é possível verificar se existem campings próximos para ter um conforto maior na hora de ficar com carro montado e ter sempre um ponto para luz e água”, diz.

Fonte: IG Turismo

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Turismo

Jovem deixa a faculdade e decide virar nômade: “Infinitas possibilidades”

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Em 2014, Paloma Cores resolveu trancar a faculdade e se tornar nômade.
Reprodução / Instagram

Em 2014, Paloma Cores resolveu trancar a faculdade e se tornar nômade.

Aos 18 anos, a artista nômade Paloma Cores decidiu que iria trancar a faculdade e viajar pelo mundo. Na época, estudava Arquitetura e Urbanismo em Juiz de Fora, Minas Gerais, e deu o pontapé inicial em 2014, quando teve a oportunidade de realizar um curso particular de bioconstrução na Amazônia e obteve contato com uma experiência completamente diferente. O curso era de apenas uma semana, mas como a faculdade estava em greve ela ficou durante um mês. 

Paloma conta que o nomadismo surgiu de uma maneira inesperada. “Eu nunca pensei que eu fosse virar nômade, não planejei. Eu nunca tinha saído da minha cidade, nem viajado de avião. Quando eu cheguei na Amazônia, vivi uma outra realidade que eu nunca imaginei. Tanto num cenário físico mesmo, de outro ambiente, de outra cultura, quanto de outras possibilidades de viver a vida. Eu conheci pessoas de outros países, pessoas viajantes, que decidiram ir morar na Amazônia depois de muito viajar”, diz. 


Ao retornar para Minas, percebeu que a antiga vida não fazia mais sentido. No ano seguinte, em 2015, já que a faculdade ainda estava em greve, ela resolveu que iria realizar um mochilão pela Colômbia com uma amiga. “Quando eu voltei para minha cidade, não conseguia me ver mais lá. Sempre tive uma dúvida se fazia arquitetura ou se circo porque quando criança eu estudei em uma escola que tinha aulas circenses e era algo que eu gostava muito. Quando eu fui para a Amazônia, vi que eu poderia ter o circo e a arquitetura no mesmo lugar, que eu não precisava escolher um ou outro. Eu realmente vi as infinitas possibilidades que tinha na vida”, revela. 

Depois de economizar cerca de R$ 3 mil, ela partiu para a Colômbia, passando por cidades como Medellín, Bogotá, Cartagena, Santa Marta e Letícia. Para conseguir se estabelecer na viagem, fez voluntariado, couchsurfing e apresentações circenses e com tecido acrobático. “Onde eu ia pendurava o tecido e conhecia pessoas que viviam de arte e faziam apresentações de rua. Eu comecei a ver que também conseguiria fazer isso. Nessa época, a faculdade já tinha voltado, mas eu decidi que não iria voltar mais, queria continuar vivendo essa experiência, foi algo muito fluido, algo que foi acontecendo”, explica. 

Após o mochilão, que durou um mês, Paloma não voltou para Minas. Dessa forma, foi direto para a Amazônia, por meio de um percurso de barco. Foram quatro dias na embarcação até Manaus, e mais dois dias de volta a Alter do Chão, em Santarém. “Fazer essa viagem de navio pelo Rio Amazonas, conhecer a cultura local, e me desconectar, porque era realmente uma viagem sem sinal telefônico, me fez conectar bastante com as pessoas do barco”, comenta.

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A artista afirma que não foi fácil no início, principalmente porque a família demorou para compreender a sua escolha. “Meus pais e meus amigos estavam preocupados, eles queriam que eu voltasse para a faculdade, não sabiam o que eu faria da vida, como eu me bancaria. Era difícil lidar com isso porque eu sabia, nem tinha essas respostas, ainda estava me descobrindo. Então, nesse momento, eu tive de me afastar um pouco da minha família porque nenhum de nós sabia como lidar com a situação. Fiquei sem me comunicar com eles por alguns meses, me comunicava uma vez por semana, falava que estava tudo bem, mas eu ainda estava me descobrindo”, pontua. 

Neste momento, os pais de Paloma foram visitar a filha, a fim de entender do que se tratava o estilo de vida adotado por ela. “Quando eles chegaram em Alter do Chão, viram que eu estava bem e feliz, que eu não tinha deixado de estudar. E viram que eu estava conseguindo me bancar financeiramente, na época com as artes mesmo, mas também trabalhei com bioconstrução e permacultura em uma comunidade. E eles ficaram mais tranquilos. Hoje, sete anos depois, eles me aceitam, amam o que eu faço, me admiram, me visitam, e eu visito eles pelo menos uma vez por ano. A gente se encontra, se fala sempre por telefone, e temos uma relação muito mais próxima do que antes de eu começar a viajar”, destaca. 

Sobre as maiores dificuldades enfrentadas, Paloma aponta para as questões financeiras. Quando começou a viajar, ela ainda não sabia como se sustentar com o trabalho de artista e não desejava se prender a nenhum emprego considerado usual. “Eu queria viver das coisas que eu acredito, não queria me entregar para um um trabalho convencional que não fizesse sentido para mim. Então, busquei viver de arte desde sempre. É desafiador realmente viver de arte, aprender a colocar o nosso próprio negócio no mundo, sendo que a gente ainda nem sabe qual é o nosso negócio. Hoje eu já tenho mais clareza sobre isso, mas na época não, então eu experimentei de tudo. Eu trabalhei com circo de rua, fazendo malabares no semáforo, espetáculos nas praças, em festas, eventos, trabalhei com turismo, com bioconstrução, tatuagem”, enumera. 

Paloma diz que nunca passou fome ou ficou sem lugar para dormir, mas que por diversas vezes teve dificuldades devido à saúde mental. “Quando a gente é dono da nossa própria empresa tem que se bancar psicologicamente também para que a empresa funcione. Em momentos que eu não estive tão bem psicologicamente, não estive bem financeiramente também. Consequentemente, tive dificuldade para encontrar um lugar para dormir, de ter lugar pra comer. Mas sempre encontrei pessoas incríveis ao longo do caminho que me ajudaram e isso foi a parte rica do momento desafiador. De ver que mesmo eu estando passando pelos perrengues, sempre consegui passar tranquilamente porque eu tinha pessoas ao meu redor que me ajudaram”, esclarece. 

A artista já passou pela Colômbia, Peru, Pará, Jericoacoara, Pipa, Canoa Quebrada, Rio de Janeiro, Curitiba e Florianópolis. No entanto, viajar sozinha não é um problema para ela. “Eu não consigo dizer que viajo sozinha porque sempre estou com alguém, acompanhada com uma pessoa que eu conheço durante a viagem. Mesmo nas vezes em que eu peguei um ônibus sozinha, conheci pessoas durante o caminho e nunca me senti solitária. Estou sempre acompanhada de pessoas muito queridas. Sempre peço muita proteção ao universo, peço que cheguem pessoas de bem, que cheguem pessoas positivas, que cheguem pessoas que ressoem com as coisas que eu acredito, e com essa confiança sempre chegam pessoas e assim vou seguindo o meu caminho”, finaliza.

Fonte: IG Turismo

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Casa de “Esqueceram de Mim” pode ser alugada no Airbnb por apenas R$ 150

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Casa em que foram gravadas as cenas de
Divulgação

Casa em que foram gravadas as cenas de “Esqueceram de Mim”, pode ser alugada em Chicago.

O Airbnb acaba de anunciar que a casa em que ocorreram as gravações do filme “Esqueceram de Mim” estará disponível para aluguel. A iniciativa foi impulsionada pelo lançamento de “Esqueceram de mim no lar, doce lar”, nova produção que estreou na Disney+ no dia 12 de novembro de 2021. Quem irá recepcionar os hóspedes é Buzz McCallister, irmão mais velho do protagonista, Kevin. 

A casa da família McCallister ficará disponível para reserva de uma noite, no dia 12 de dezembro, para até quatro pessoas. “Esqueceram de Mim”, filme estrelado por Macaulay Culkin, estreou em 1990 e marcou a infância de muita gente. Na história conhecemos Kevin, garotinho que, durante as férias da família, foi deixado em casa sozinho por engano. 

Ao perceber que seu lar estava sendo ameaçado por ladrões, precisou colocar toda a sua astúcia em prática para se livrar dos bandidos. Os fãs que quiserem reviver as cenas clássicas do filme natalino deverão despender de US$25 (cerca de R$150), acrescendo taxas e impostos. No entanto, pessoas que residem no Brasil não são elegíveis para alugar a casa. A reserva estará disponível a partir de terça-feira, 7 de dezembro, neste link , e os interessados deverão se deslocar até Chicago, nos Estados Unidos.

Durante a estadia os hóspedes poderão aproveitar:

  • Um cenário aconchegante com luzes natalinas e uma árvore decorada em comemoração à época do ano.
  • Armadilhas contra invasores (mas não se preocupe, você irá montá-las e não cair nelas).
  • Loção pós-barba à vontade e a oportunidade de para poder gritar ao se olhar no espelho.
  • Comidas deliciosas, incluindo as melhores pizzas de Chicago e um jantar à luz de velas de macarrão com queijo de microondas.
  • Conhecer uma tarântula real.
  • Uma sessão de cinema da mais nova aventura “Esqueceram de mim no lar, doce lar”.
  • Uma miniatura da casa de “Esqueceram de mim” em LEGO para levar para sua casa.

Como medida de prevenção ao Covid-19, a equipe do Airbnb segue as normas sanitárias estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tais como o uso de máscara, distantanciamento social quando exigido pela lei, além de obedecer ap Protocolo Avançado de Higienização do Airbnb.

Fonte: IG Turismo

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