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Quadrilha que fraudou contratos do governo do Rio é alvo de operação policial

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Lancha está entre os itens apreendidos durante a operação desta terça-feira no Rio

A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (12) uma operação contra uma quadrilha que fraudou contratos firmados em 2016 pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão do governo do estado do Rio de Janeiro.

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Seis mandados de prisão temporária e 15 de busca e apreensão foram expedidos para ação, que é a primeira resultantes dos trabalhos da 1ª Vara Criminal Especializada do Crime Organizado do Tribunal de Justiça do Rio .

“O departamento de lavagem desbaratou um esquema criminoso de fraude a licitações e visou além das prisões , o sequestro de bens para o devido ressarcimento dos recursos públicos”, afirmou a delegada Patricia Alemany.

Até 7h20, quatro pessoas haviam sido presas. Robson Silva Portugal, Sthefany Alves Marques, Valter Marques Filho e Walter José da Silva (que era o chefe do grupo) foram detidos pela operação realizada em parceria com o Ministério Público. Eles também foram alvos dos mandados de busca e apreensão, assim como Emily Marques de Souza, Evelyn Marques de Souza, Giselle Teixeira Mendonça e as empresas Diboa Comerical LTDA e Somar Rio Distribuidora LTDA.

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De acordo com a polícia , o prejuízo gerado pelas fraudes nos acordos para aquisição de papel ultrapassou R$ 10 milhões. As investigações foram iniciadas a partir de informações repassadas pela Controladoria Geral do Estado. Além da capital, os agentes atuam em mansões em Angra dos Reis, fazendas em Santa Maria Madalena e imóveis em Duque de Caxias, Araruama e Niterói.

Fonte: IG Nacional
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São Paulo terá sexta-feira 13 com chuva, raios e alagamentos

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CGE alerta sobre chuvas fortes e possibilidade de alagamentos

A previsão do tempo para esta sexta (13), na capital paulista é de muitas nuvens e tempo abafado devido à alta umidade, que permanece durante todo o dia acima de 60%.  A temperatura mínima será de 19ºC e a máxima de 25ºC. A informação é do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas ( CGE ).

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Uma frente fria vinda do oceano trará áreas de instabilidades que provocam pancadas de chuvas generalizadas, raios e rajadas de vento por São Paulo . O CGE alerta riscos de queda de árvores, alagamentos, deslizamento e transbordamento de rios e córregos.

Fonte: IG Nacional
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Bolsonaro quer vetar projeto que muda investigação de lesões contra menores

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Agência Brasil

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O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira que irá vetar integralmente um projeto aprovado pelo Congresso que autoriza o Ministério Público (MP) a apresentar ação por crimes de lesões corporais leves e culposas contra menores de 18 anos do sexo masculino mesmo sem uma manifestação da família da vítima. O veto ainda não foi publicado no Diário Oficial da União (DOU).

Atualmente, o crime de lesões corporais é processado por meio de ação pública incondicionada — ou seja, o MP pode promover a ação mesmo sem a manifestação da vítima. Isso não ocorre nos crimes de lesões corporais leves e lesões culposas, com exceção de quando as vítimas são menores de idade e do sexo feminino, por determinação da Lei Maria da Penha. O objetivo da proposta é estender essas permissão para menores de idade do sexo masculino.

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“Assim, nessa hipótese, cria-se uma distinção injustificável, baseada apenas no sexo, para o início da persecução penal nos crimes de lesões corporais leves ou culposas nos quais a vítima é menor ou incapaz”, argumentou a autora do projeto, a ex-senadora e hoje deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), na justificativa da proposta.

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Além de estender a determinação para casos em que a vítima é do sexo masculino, o projeto determina que a permissão só vale quando o agressor “conviva ou tenha convivido com a vítima ou em que haja prevalência das relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade”.

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Em transmissão ao vivo no Facebook nesta quinta-feira, Bolsonaro anunciou que vetará o texto porque ele poderia atrapalhar policiais.

“O que eu vi? Imagina uma ação qualquer, policial, onde o menor seja detido, sofra uma agressão , até verbal. O policial vai ser processado, o MP vai para cima dele. Não ia faltar algumas ONGs, esses partidos que vocês conhecem de esquerda, que só fazem a balbúrdia, (para) achar uma maneira junto ao MP para que esse policial viesse a sofrer um processo. Eu resolvi vetar então por causa disso”, afirmou.

Caso o veto seja confirmado, ele será submetido ao Congresso, que poderá mantê-lo ou derrubá-lo.

Fonte: IG Nacional
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