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Economia

Putin promete desbloquear exportação de grãos da Ucrânia

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Presidente da Rússia, Vladimir Putin, promete solução para problema
Reprodução/Kremlin – 09.05.2022

Presidente da Rússia, Vladimir Putin, promete solução para problema

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, conversou neste sábado (28) com o mandatário da França, Emmanuel Macron, e com o chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, e disse estar pronto para encontrar soluções para desbloquear a exportação de grãos da Ucrânia.

Atualmente, cerca de 22 milhões de toneladas de grãos estão armazenadas em silos ucranianos e não podem ser transportadas a outros países devido ao bloqueio naval imposto pela Rússia no Mar Negro, situação que ameaça provocar uma crise alimentar de proporções globais.

Segundo o Kremlin, Putin disse que está “pronto para ajudar a encontrar opções para a exportação sem entraves de grãos, incluindo as exportações de grãos ucranianos pelos portos no Mar Negro”.

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“O aumento da oferta de fertilizantes e produtos agrícolas russos também vai ajudar a reduzir a tensão no mercado global de alimentos, o que, obviamente, exigiria a remoção das sanções”, acrescenta um comunicado do governo russo.

Por meio de uma nota, o Palácio do Eliseu confirmou o teor da conversa divulgado pelo Kremlin e a promessa de Putin de criar um acesso de navios ao Porto de Odessa, o principal da Ucrânia, “para a exportação de cereais”.

Segundo o jornal espanhol El País, a União Europeia cogita inclusive instituir uma missão naval para escoltar navios de grãos no Mar Negro, que está repleto de minas e é patrulhado por embarcações militares e submarinos russos.

A Rússia alega que a crise alimentar já estava em curso por causa dos efeitos globais da pandemia de Covid-19 e piorou com as sanções ocidentais contra o regime de Vladimir Putin em função da guerra na Ucrânia.

As potências do Ocidente, no entanto, acusam Moscou de usar o bloqueio à exportação de grãos ucranianos como arma de guerra.

Durante a conversa deste sábado, Scholz e Macron pediram para Putin estabelecer “negociações diretas e sérias” com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que insiste para ter uma conversa cara a cara com o líder russo.

“A pergunta não é o que eu quero negociar com ele [Putin], a questão é que não tem ninguém mais com quem negociar. Ele construiu um Estado em que ninguém decide nada. Portanto, não importa o que diga o ministro das Relações Exteriores, não importa se ele manda uma delegação para falar conosco. Essa gente não é ninguém, infelizmente”, disse Zelensky à emissora holandesa Nieuwsuur.

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Economia

Esposa defende Guimarães após acusação: ‘destruir nossa família’

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Pedro Guimarães pediu demissão após acusações de assédio sexual na Caixa
Reprodução TV Brasil

Pedro Guimarães pediu demissão após acusações de assédio sexual na Caixa

Mulher do ex-presidente da Caixa Pedro Guimarães, Manuella Pinheiro pronunciou-se pela primeira vez nesta segunda-feira sobre as acusações de assédio que levaram à demissão do seu marido. Sem comentar diretamente o caso, Manuella afirmou que os dois têm sido alvos de “ataques deliberados e impiedosos” e que querem “destruir” sua família. Ela recebeu apoio da primeira-dama Michelle Bolsonaro.

“Sabíamos que na luta pelo Brasil haveria deslealdade, inveja, sordidez e falsidade. Sabíamos que seriam acompanhados de ataques deliberados e impiedosos com objetivo único de destruir nossa família”, escreveu Manuella em sua conta no Instagram.

Michelle respondeu a publicação escrevendo “querida”. Pedro Guimarães também comentou na postagem, dizendo amar a mulher, e republicou o texto em sua própria conta.





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Guimarães foi exonerado na quarta-feira, um dia após o site Metrópoles revelar denúncias de assédio sexual apresentadas por funcionárias contra o então presidente da Caixa.

Manuella também relacionou o caso às acusações contra o seu pai, Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS. Pinheiro foi preso no âmbito da Operação Lava-Jato e posteriormente firmou um acordo de delação premiada.

“Para muitos, minha guerra por um Brasil melhor começou em 2019 com o Pedro Presidente da Caixa Econômica Federal. Entretanto, começou em 2014 com o meu pai, Leo Pinheiro”, escreveu ela.

Fonte: IG ECONOMIA

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Caixa: nova presidente afastou pessoas do gabinete de Guimarães

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Caixa: nova presidente diz que afastou pessoas do gabinete de Guimarães
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Caixa: nova presidente diz que afastou pessoas do gabinete de Guimarães

A nova presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, anunciou no seu primeiro dia de trabalho à frente do banco, nesta segunda-feira (4), o afastamento de um grupo de pessoas ligadas diretamente ao ex-presidente Pedro Guimarães. São pessoas com cargo de confiança, como chefia de gabinete e cinco consultores “estratégicos”.

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Em entrevista à Globo News, ela informou também que tomou a decisão de afastar o vice-presidente de Logística e Operações, Antonio Carlos de Souza.

Na sexta-feira, foi afastado o vice-presidente de Negócios de Atacado, Celso Leonardo Barbosa. Ele entregou uma carta renúncia, após o afastamento de Pedro Guimarães, acusado de assédio sexual contra mulheres no banco.

Celso também é citado nas denúncias que estão sendo apuradas pelo Ministério Público Federal. Já Antônio Carlos é citado por testemunha por assédio moral.

Daniella anunciou também os primeiros nomes da sua equipe: Danielle Calazans, secretária de Gestão Corporativa do Ministério da Economia, Alexandre Mota, dirigente da Empresa Gestora de Ativos (Emgea) e Caroline Busatto, que exercia função na Secretaria de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia.

Guimarães deixou o cargo na semana passada, após se tornarem públicas denúncias de funcionárias do banco, que relataram ter sofrido do ex-presidente abordagens que configuram assédio sexual e moral. Ele nega as acusações.

O Ministério Pública Federal (MPF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) investigam o caso.  O Tribunal de Contas da União (TCU) também abriu processo para apurar a conduta do ex-presidente e os mecanismos de combate e prevenção ao assédio dentro do banco.

Fonte: IG ECONOMIA

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