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Público reage a comentário de Bolsonaro com frases exaltando Nordeste

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Bolsonaro fez comentário sobre Nordeste antes de coletiva de imprensa arrow-options
Marcos Corrêa/PR – 19.7.19

Presidente Jair Bolsonaro disse que fome no Brasil “é uma grande mentira”

Um dia após o presidente Jair Bolsonaro chamar governadores nordestinos de “paraíbas”, jornalistas, políticos e outros internautas reagiram nas redes. Com exaltações à região brasileira, a hashtag #OrgulhodoNordeste era a segunda mais comentada do twitter na manhã deste sábado (20).

A jornalista Miriam Leitão, anteriormente hostilizada pelo presidente, que negou o fato de ela ter sido torturada durante a ditadura, foi uma das primeiras a se posicionar exaltando o Nordeste . “Um dos orgulhos que eu tenho na vida é de ser filha de nordestino. Meu pai era pernambucano. Nascido em Recife, criado em Garanhuns”, disse.

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A polêmica

O presidente Jair Bolsonaro classificou toda a região Nordeste do Brasil como “ Paraíba ” em comentário com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, pouco antes de conversa com jornalistas estrangeiros. “Daqueles governadores de… Paraíba, o pior é o do Maranhão. Não tem que ter nada com esse cara”, falou. Ele não sabia que o seu microfone estava ligado

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O governador do Maranhão , Flávio Dino, diretamente citado no comentário do presidente, também se posicionou por meio das redes sociais. “Lamento e espero explicações, pois isso é algo realmente inédito e incompatível com a Constituição”, afirmou. O governador da Paraíba, João Azevêdo, também se posicionou. “A Paraíba e seu povo, assim como o Maranhão e os demais estados brasileiros, existem e precisam da atenção do Governo Federal independentemente das diferenças políticas existentes”, disse.

Fonte: IG Nacional
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Governo Trump avalia acabar com cidadania por nascimento no país

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Donald Trump arrow-options
Isac Nóbrega/PR

Trump tem promovido medidas de combate aos imigrantes

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (21) que seu governo está considerando a possibilidade de acabar com o direito à cidadaniaamericana às crianças nascidas no território do país, em decisão que afetaria principalmente os filhos deimigrantes ilegais.

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“Estamos analisando isto muito seriamente, (a questão da) cidadania por direito de nascimento, na qual você tem um bebê no nosso território, você cruza a fronteira, tem um bebê e ‘parabéns, o bebê é agora um cidadão dos EUA’. Francamente, isso é ridículo”, afirmou Trump na Casa Branca, no mesmo dia em que anunciou que pretende  acabar com o limite legal de 20 dias para a detenção de crianças que entram irregularmente no país.

O presidente está fazendo da luta contra a imigração irregular um dos pontos centrais de sua Presidência e campanha pela reeleição no ano que vem, mas muitas das mudanças nas regras feitas por decreto em seu governo estão sendo derrubadas ou amenizadas pelos tribunais.

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Em entrevista ao site de notícias Axios em outubro do ano passado, Trump contou que pretendia acabar com a cidadania por direito de nascença via um destes decretos, conhecidos no país como “ordem executiva”. Especialistas, porém, alertaram que tal medida violaria a Constituição americana.

Em sua 14º Emenda, aprovada após a Guerra Civil americana em meados do século XIX para garantir a cidadania plena aos negros americanos, a Constituição dos EUA diz textualmente que a cidadania americana seria concedida a “todas pessoas nascidas ou naturalizadas nos Estados Unidos ”.

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Tal disposição à qual Trump se referiu tem sido rotineiramente interpretada como uma garantia de cidadania à maioria das pessoas nascidas nos EUA, sejam seus pais cidadãos americanos ou não e estejam eles vivendo legalmente no país ou não.

Fonte: IG Nacional
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Entidades judiciárias se juntam para ato contra lei do abuso de autoridade

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Presidente da Apamagis arrow-options
Divulgação/Apamagis

Presidente da Apamagis entende que lei de abuso de autoridade vai contra o que a sociedade escolheu nas eleições


Entidades de classe da Magistratura, do Ministério Público, dos delegados e dos auditores e fiscais, no Estado de São Paulo e nacionais, vão realizar ato público nesta quinta-feira (22), às 11h, no Fórum Criminal da Barra Funda, contra o projeto de lei de abuso de autoridade, que visa a definir novos crimes praticados por agentes públicos.

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 As entidades entendem que a lei de abuso de autoridade é um revés para as carreiras de Estado que formam o Sistema de Justiça e de Segurança Pública porque criminaliza atos praticados por magistrados, promotores, policiais e fiscais no exercício de suas funções típicas.

“O PL 7596/17 representa justamente o movimento contrário ao que a sociedade exigiu nas urnas na última eleição. Esse PL enfraquece o sistema da Justiça e da segurança pública e coloca em cheque a fiscalização, a investigação, os oferecimentos de denúncia, e o próprio julgamento e execução das sentenças criminais” afirma Fernando Bartoletti , presidente da Apamagis (Associação Paulista de Magistrados).

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Leia mais: Dodge diz que projeto de abuso de autoridade pode se tornar ‘veneno’

Há dois anos em tramitação na Câmara dos Deputados, o chamado projeto do Abuso de Autoridade aguardava formação de comissão especial. No dia 14 de agosto, após votação de requerimento de urgência da proposta, foi aprovado pelo plenário da Câmara em votação simbólica.

Fonte: IG Nacional
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