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Economia

PT aprova mudanças na Lei das Estatais: ‘Petrobras é do governo’

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Gleisi Hoffmann, presidente do PT
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Gleisi Hoffmann, presidente do PT

A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), disse nesta quarta-feira (22) que apoia mudanças na Lei das Estatais , como defendem também o presidente Jair Bolsonaro e  partidos do Centrão, para reduzir a burocracia na Petrobras e permitir alterações na política de preços da estatal. 

“Se o presidente [da Câmara, Arthur] Lira quiser trazer a Lei das Estatais, nós concordamos, porque é uma lei que criminaliza a política”, disse Gleisi, ao discursar no plenário da Câmara.

“Estatal era subordinada ao governo, e a maioria das ações da Petrobras é do governo”, completou.

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Para Gleisi, um governo “eleito pelo povo, tendo uma linha política, tem que dar a linha [de atuação] para as estatais”.

O texto é foi aprovado em 2016 na esteira das denúncias de corrupção da Lava-Jato. A lei é considerada um marco na gestão pública por blindar as empresas estatais de ingerência política.

À frente desse movimento, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), com apoio do governo, articula mudanças por meio de medida provisória (MP) que abrem caminho para facilitar nomeações políticas e, por consequência, interferir na política de preços da Petrobras.

“Eu concordo com isso. Porque nós somos contra a mudança que eles fizeram na Lei das Estatais, na época do Temer, porque criminalizaram a política”, afirmou Gleisi.

Um dos pontos da legislação criticados pela presidente do PT foi o que impede quem participou de eleição há quatro anos de poder ser indicado diretor da Petrobras ou de uma estatal.

“Não pode ser político nem líder de partido, como se ser político fosse crime. E nós sabemos como funciona. Quem pratica crime, quem vem para cima é a iniciativa privada. É a iniciativa privada que corrompe, e aí eles fizeram isso: não pode ser político”, disse. 

Também nesta quarta, Temer divulgou  nota na qual reagiu às investidas contra a norma.

“Instado a me posicionar sobre possíveis alterações na Lei das Estatais, promulgada em meu governo, tenho a dizer que tal iniciativa não deveria sequer ser cogitada. O que se espera do mundo político é que aperfeiçoe continuamente a legislação e as instituições brasileiras, não que promova retrocessos”, afirmou Temer em nota divulgada à imprensa.

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Economia

Caixa: Guimarães cita esposa e se defende de acusação de assédio

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Acusado de assédio, presidente da Caixa abriu evento do banco nesta manhã citando esposa na plateia: 'Vida pautada pela ética'
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Acusado de assédio, presidente da Caixa abriu evento do banco nesta manhã citando esposa na plateia: ‘Vida pautada pela ética’

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães , participou brevemente, e a portas fechadas, na manhã desta quarta-feira (29) do evento que anunciou estratégias para o Ano Safra 2022/2023, na sede da Caixa Cultural em Brasília. Acusado de assédio , ele contava na plateia com sua esposa, Marcela Guimarães, e a citou no discurso sobre ética:

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“Quero agradecer a presença de todos vocês, da minha esposa, acho que a mulher é muito cara, são quase 20 anos juntos, dois filhos, uma vida inteira pautada pela ética, tanto é verdade que quando o assumi o banco, o banco tinha os piores ratings das estatais, dez anos de balanço com ressalvas”, disse, segundo vídeo obtido pelo GLOBO.

Segundo assessores do banco público, o presidente discursou por cerca de 30 minutos pouco depois das 10 horas da manhã. Em seguida, cancelou a coletiva de imprensa que estava prevista para acontecer na frente do prédio e deixou o local.

Os jornalistas que tentaram acompanhar o evento foram impedidos de entrar no auditório, onde mais de cem pessoas acompanharão os anúncios até às 17h.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Zambelli sinaliza apoio a presidente da Caixa após denúncia de assédio

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Zambelli sinaliza apoio ao presidente da Caixa após denúncias de assédio
Brasil Econômico

Zambelli sinaliza apoio ao presidente da Caixa após denúncias de assédio

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) sinalizou apoio ao presidente da Caixa, Pedro Guimarães , horas após o site “Metrópoles” divulgar múltiplas  denúncias de assédio contra o gestor do banco estatal. O caso é investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) em sigilo. 

A deputada postou uma foto de Guimarães abraçando uma idosa em sua conta no Twitter, sem legenda, mas com dois ‘emojis’, um da bandeira do Brasil e outro de um sinal de ‘jóia’.

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Veja: 

Guimarães é próximo a Bolsonaro e uma das figuras mais frequentes nas viagens presidenciais. Nesta terça-feira (28), ele esteve em Maceió (AL) em cerimônia de entrega de 1.220 moradias. O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, vê a situação como insustentável e  deve exonerar Guimarães ainda hoje. 

O dirigente tinha na agenda desta quarta-feira (29) uma entrevista coletiva a jornalistas nesta quarta-feira para falar sobre estratégias do banco, mas a assessoria de imprensa comunicou o cancelamento do evento na noite desta terça-feira.

Denúncia

Funcionárias da Caixa denunciaram Pedro Guimarães sob condição de anonimato para preservar a identidade das envolvidas. De acordo com a reportagem publicada nesta terça-feira, funcionárias do banco narram toques íntimos não autorizados, convites incompatíveis com a situação de trabalho e outras formas de assédio por parte de Guimarães. “Ele passou a mão em mim. Foi um absurdo. Ele apertou minha bunda. Literalmente isso”, relatou uma vítima. 

Nas entrevistas concedidas ao site, funcionárias do banco narram toques íntimos não autorizados, convites incompatíveis com a situação de trabalho e outras formas de assédio por parte de Guimarães. “Ele passou a mão em mim. Foi um absurdo. Ele apertou minha bunda. Literalmente isso”, relatou uma vítima ao Metrópoles.

Outra funcionária do banco detalhou um jantar em que Guimarães falou sobre a intenção de organizar um “um carnaval fora de época” onde “ninguém vai ser de ninguém. E vai ser com todo mundo nu’”. Outros presentes no local confirmaram as falas do executivo. As situações de assédio aconteciam, na maioria das vezes, em viagens do executivo como parte do programa Caixa Mais Brasil.

Fonte: IG ECONOMIA

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