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Pronaf e Pronamp terão os maiores orçamentos de suas histórias no Plano Safra

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O anúncio do Plano Safra 2019/2020, que neste ano voltou a incluir todos os produtores rurais, beneficiou os agricultores familiares, avalia o secretário da Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Fernando Schwanke. “Foi uma excelente notícia, com aumento significativo de recursos”, comemorou.

O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) terá neste ano R$ 31,22 bilhões. Schwanke lembra que na Safra 2018/2019 eram R$ 31 bilhões, mas estavam incluídos cerca de R$ 4 bilhões do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp).

“Isso traz tranquilidade aos agricultores familiares deste país e, certamente, o volume destinado a custeio e investimento alavancará a produção”, ressaltou, destacando que também o médio produtor terá a atividade fortalecida. “Os recursos para o Pronamp passaram para R$ 26,49 bilhões, o que representa um aumento de 32% . Este é um público que receberá atenção especial do Ministério da Agricultura. É uma determinação da ministra Tereza Cristina, e este aumento de recursos já demonstra claramente esta posição”.

Casas financiadas pelo Pronaf

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Schwanke destacou ainda  que uma grande novidade no Plano Safra para a agricultura familiar é a possibilidade de os agricultores financiarem a reforma ou construção de casas pela linha do Pronaf Investimento, com juros de 4,6% ao ano, carência de três anos e até 10 anos para pagar.  Serão destinados R$ 500 milhões a essa finalidade. O secretário estima que será possível construir até 10 mil casas para os agricultores. 

O financiamento de casas pelo Pronaf era um pleito antigo do setor. Trabalho conjunto das secretarias de Política Agrícola (SPA) e de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF) levou ao convencimento de integrantes do Conselho Monetário Nacional para essa necessidade.

“Desde o início, levamos a ministra e técnicos da Secretaria de Política Agrícola para tratar da importância de incluir esse tipo de financiamento. Moradia é dignidade. Estamos muito felizes por essa grande conquista”, destacou Schwanke.

Irrigação e palma forrageira no Nordeste

Para o Nordeste brasileiro,  são prioridades os financiamentos de irrigação e a implantação de áreas de palmas forrageiras. Para tanto, o Pronaf garantiu as taxas de juros de 3% ao ano em ambas as atividades, com três anos de carência e 10 anos para pagamento.

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Plantas medicinais, condimentares e aromáticas

Para cobrir o Programa Bioeconomia Brasil – Sociobiodiversidade, lançado no mês passado pelo Mapa, foi incluída no Pronaf a possibilidade de financiamento para plantas medicinais, condimentares e aromáticas, além de investimentos em agroindústrias e custeio para o extrativismo, nas taxas de juros de 3% ao ano, tanto para o custeio, quanto para investimentos.

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Programa Agrosolidário atende 22 mil pessoas em 2019

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Fortalecimento Institucional

Programa Agrosolidário atende 22 mil pessoas em 2019

São 89 instituições atendidas

15/11/2019

“Esse projeto é um presente de Deus para minha vida! Porque só quem passa por um tratamento oncológico sabe a dificuldade que é para se alimentar. Durante a quimioterapia eu tinha reações adversas, não conseguia me alimentar, mas com a bebida de soja consegui controlar minha imunidade que é tudo no processo de cura”. Essas são palavras da paciente Vânia Silvério de Souza, do Hospital de Câncer de Mato Grosso (Hcan), uma das entidades assistidas pelo Programa Agrosolidário da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), que em 2019 aumentou aproximadamente 83% na quantidade de pessoas atendidas em comparação a 2018. Só neste ano, foram mais de 22 mil atendimentos, em 89 instituições localizadas em 36 município.

O programa de responsabilidade social dos cerca de 6 mil produtores de soja e milho, associados a Aprosoja Mato Grosso, atua em três frentes: distribuição de bebida de soja em seus mais variados sabores, palestras com orientação nutricional para mães de baixa renda e ajuda financeira para incentivo ao esporte, cultura, cidadania e manutenção de entidades não governamentais.

A gerente administrativa da Aprosoja-MT, Gisele Lima, explica que a iniciativa vai muito além dos números. “Eu costumo dizer que o Agrosolidário é mais que um programa de responsabilidade social dos produtores rurais. Esse programa é um ato de amor, doação, carinho e solidariedade”, pontuou.

Por meio do Agrosolidário, os quase seis mil associados da Aprosoja-MT conseguem chegar aos quatro cantos do Estado colaborando com creches, Apaes, lares de idosos, centros de reabilitação, igrejas, escolas, hospitais, projetos esportivos, culturais, ente outros. Este ano um dos diferenciais foi a participação em eventos como o Pantanal Cozinha Brasil e a Semana do Deficiente no Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac), em Cuiabá.

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“São parcerias que mudam muitas vidas. E os recursos investidos em projetos sociais são importantes porque aumentam possibilidades para crianças carentes, de praticarem um esporte, aprenderem instrumento e ficarem fora da rua. É uma oportunidade de vida, e eu falo tanto de saúde quanto de oportunidade social”, enfatizou Gisele.

Já diretor administrativo da Aprosoja-MT, Lucas Costa Beber, destacou os principais avanços da ação que, no início de 2018, atendia 72 instituições e hoje trabalha com 89 instituições. “São 16 mil atendimentos diretos e outros 6.450 indiretos com a realização de eventos. Ajudamos tanto com a distribuição da bebida de soja, quanto com o aporte financeiro. Apoiamos projetos esportivos como Karatê, Vôlei Kids, e de incentivo à cultura como o Flauta Mágica. Portanto, a Aprosoja-MT tem dedicado grande parte de seus esforços e seus recursos ajudando a sociedade e promovendo trabalhos sociais”, enaltece.

Um dos maiores cases de sucesso do Agrosolidário é o Hospital de Câncer. Além de estar presente com trabalho social, como doação de bonecas para crianças e recursos financeiros para manutenção e reformas, também são entregues as bebidas de soja. Os pacientes em tratamento oncológico, crianças, adultos e idosos, ingerem o complemento alimentar inclusive via sonda. O que tem proporcionado a boa nutrição deles para continuarem os procedimentos como quimioterapia e radioterapia.

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Para a presidente da Associação Mato-grossense dos Cegos (AMC), Kelli Cristina Ramos de Oliveira, o apoio financeiro do Agrosolidário que é destinado a manutenção da associação, significa muito. “Somos uma instituição filantrópica e sobrevivemos de doações. E temos nos mantido de portas abertas graças a essa ajuda da Aprosoja. Agradeço a todos os produtores em nome dos 540 associados que têm no instituto uma porta de integração com a sociedade”, agradeceu.

Na AMC, os cegos recebem vários serviços nas mais diversas áreas como educação, esporte, lazer, cultura e saúde. Das pessoas com deficiência que chegam lá para se cadastrar, 98% precisam passar por uma reabilitação e aprender a ser independente. "E muitos são extremamente carentes e por isso também participam de cursos profissionalizantes, como informática. O investimento na área do esporte já trouxe resultado: o goalball feminino ficou em 3º lugar e os meninos do Futsal em 4º lugar em nível de Brasil”, comemorou Keli.

Entre os 36 municípios atendidos pelo programa em 2019 estão Cuiabá, Várzea Grande, Alto Garças, Campo Novo do Parecis, Canarana, Cláudia, Confresa, Cocalinho, Ribeirão Cascalheira, Santa Rita do Trivelato e Vila Rica.

“Esse projeto significou para mim um afeto, um carinho muito bem-vindo num momento tão difícil que é passar por um tratamento oncológico, só tenho a agradecer”, finaliza Vânia Silvério de Souza.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA
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Universidades da Amazônia firmam compromisso de desenvolver pesquisas em bioeconomia

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Reitores de diferentes universidades da região amazônica brasileira assinaram uma carta de compromissos pelo desenvolvimento de pesquisas em bioeconomia para benefício do país e, principalmente, dos estados que abrigam a Amazônia.

O ato marcou o encerramento do 1° Encontro de Bioeconomia e Sociobiodiversidade da Amazônia, realizado nos dias 12 e 13 de novembro, na Universidade do Estado do Amazonas, em Manaus. O evento foi promovido pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Na carta, os reitores se comprometem a atuar de forma colaborativa para produzir conhecimento e propor políticas públicas voltadas para bioeconomia.  O objetivo da rede é criar alternativas inovadoras baseadas em novas tecnologias e estratégias que possam valorizar e proteger os ecossistemas da Amazônia e melhorar a qualidade de vida das populações que vivem no bioma.

 

Foto: Nelson Ponce/Copronat

“As universidades têm o papel estratégico na geração e aplicação de novos conhecimentos científicos, tecnológicos, culturais e humanísticos, consolidando parcerias interinstitucionais brasileiras e internacionais em áreas estratégicas da bioeconomia”, diz trecho da carta.

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O documento foi assinado por representantes das seguintes instituições: Universidade do Estado do Amazonas, Instituto Federal do Amazonas, Fiocruz Amazônia, Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), Centro de Biotecnologia da Amazônia e as universidades federais do Amazonas, do Acre, do Oeste do Pará, de Roraima, do Amapá,  do Tocantins e Rural da Amazônia.

Workshops

Nesta quarta-feira, o Encontro também promoveu quatro workshops que discutiram de forma prática como desenvolver escolas de negócios sustentáveis, diálogos da sociobiodiversidade e castanha, cadeia produtiva de ervas medicinais, aromáticas, condimentadas, azeites e chás especiais, além de definir encaminhamentos do Plano Estratégico para a Bioeconomia do Amazonas.

Em um dos grupos,  as chefs de cozinha Teresa Corção e Maria do Céu, conhecidas como ecohefs, realizaram uma dinâmica de reconhecimento sensorial de ingredientes da Amazônia e de outras regiões do país.

Informações à imprensaDébora Brito
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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