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Política Nacional

Projeto que garante internet para alunos de escolas públicas será votado nesta quarta

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Após acordo em Plenário, os senadores decidiram adiar para esta quarta-feira (24) a votação do projeto que prevê repasse de R$ 3,5 bilhões da União para estados, Distrito Federal e municípios para garantir serviços de internet de qualidade a estudantes da escola pública. A matéria estava como segundo item da pauta desta terça-feira (23).

O projeto (PL 3.477/2020) determina como fonte dos recursos o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para que estados e municípios garantam a conexão de alunos da rede pública de ensino que pertençam a famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) e os matriculados nas escolas das comunidades indígenas e quilombolas. O texto também inclui professores da educação básica das escolas públicas.

Já foi aprovado na Câmara dos Deputados, o texto recebeu parecer favorável do relator, senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). O pedido de adiamento foi feito pelo senador Zequinha Marinho (PSC-PA). Ele manifestou preocupação da Frente Parlamentar da Agropecuária, que segundo ele teme a prejudicialidade de outros projetos de universalização da internet já em execução no país.

— Nós da Frente Parlamentar da Agropecuária, fazendo uma análise bem ampla do projeto de lei, entendemos que, como já existem programas com a mesma finalidade da ação proposta pelo projeto, exemplo disso é o Projeto de Educação Continuada do Ministério da Educação, o PL coloca em risco a ampla universalização do acesso à internet no Brasil — disso, ao pedir mais tempo para discutir o assunto com o relator.

Mas para o relator, Alessandro Vieira, a matéria já passou por amplo processo de discussão e já está “madura” para votação. Para ele, é urgente oferecer melhores condições de acesso à internet e educação para alunos e professores.

— Nós estamos falando de cerca de 18 milhões de estudantes brasileiros pobres que estão excluídos da educação. Estamos falando de cerca de 1,6 milhão de professores excluídos da educação. Então não é possível retardar. Eu quero lembrar os colegas, eu sei todos muito conscientes da sua responsabilidade, cada dia sem auxílio emergencial é gente com fome. Cada dia sem acesso à educação é gente que será excluída do mercado de trabalho — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Política Nacional

Neste sábado, comitiva brasileira embarca para Israel em busca do spray nasal

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Spray nasal contra o novo coronavírus está sendo desenvolvido em Israel
Reproducao / CNN

Spray nasal contra o novo coronavírus está sendo desenvolvido em Israel

Neste sábado (06), uma comitiva encabeçada pelo ministro das Relações Exteriores , Ernesto Araújo, vai para Israel tentar negociar o spray nasal que passa pela fase de testes clínicos. O governo brasileiro busca negociar produto para incorporar no tratamento do novo coronavírus . Entre os escalados para a viagem, está o filho do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL). As informações foram apuradas pela CNN Brasil. 

O atual presidente Jair Bolsonaro , declarou que irá acompanhar a saída da comitiva da base aérea de Brasília. De acordo com Bolsonaro, os representantes brasileiros irão se encontrar com o primeiro ministro Benjamin Netanyahu. 

Com o nome EXO-CD24, o spray, não tem sua eficácia comprovada ainda e está passando pelo seu desenvolvimento pelo Centro Médico Ichilov, em Israel . Até então, o medicamente era escolhido para casos de câncer no ovário. 

Ainda em sua fase de testes, o spray nasal passou a ser implementado em testes contra o novo coronavírus . Os primeiros resultados revelam que 29, dos 30 voluntários, não evoluíram para casos graves da doença. 

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Política Nacional

Bolsonaro muda discurso e admite tomar vacina contra a Covid-19 “lá na frente”

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante pronunciamento em rede nacional de rádio e TV
Carolina Antunes/PR

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante pronunciamento em rede nacional de rádio e TV

O presidente Jair Bolsonaro, que no passado afirmou que não tomaria imunizantes contra a Covid-19, agora admite a possibilidade de se vacinar “lá na frente”. Embora ainda não se saiba quanto tempo duram os anticorpos após contrair a doença, Bolsonaro afirmou que está “imunizado” por já ter sido infectado em julho do ano passado.

“No meu caso, o pessoal fica perturbando ‘tome a vacina’. O que é vacina ? Não é um vírus morto? Eu já tive o vírus vivo. Então estou imunizado. Deixa outro tomar a vacina no meu lugar. Lá na frente, depois de todo mundo, se eu resolver tomar, porque no que depender de mim é voluntário, não pode obrigar ninguém a tomar vacina, eu tomarei”, declarou Bolsonaro .

Como de praxe, o presidente não usava máscara de proteção durante a conversa com apoiadores, que ocorreu em frente ao Palácio da Alvorada.

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