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Política MT

Projeto isenta de impostos os residentes em áreas rurais na compra de armas em MT

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Foi protocolado durante sessão plenária de quarta-feira (9), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o Projeto de Lei (PL) n° 1081/19  que aletra a Lei n° 7.089 de 30 de dezembro de 1998 que consolida normas referentes ao Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).

A matéria, de autoria do deputado estadual Paulo Araújo (PP), tornará isenta de ICMS as armas de fogo e munições quando adquiridas por residentes na zona rural, por colecionadores, atiradores e caçadores.

“Já existe em tramitação projetos similares nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. O objetivo desse projeto é facilitar a compra de armamento por parte dos produtores rurais, no intuito de auxiliar na proteção do seu patrimônio e muitas vezes levar segurança para sua família, tendo em vista que muitas áreas rurais são afastadas da proteção do poder publico”, defendeu Paulo Araújo.

O parlamentar afirma ainda que colecionadores, atiradores e caçadores também serão beneficiados caso o Projeto vire Lei. “O Brasil tem grande tradição no esporte de Tiro Olímpico, vale ressaltar que a primeira medalha olímpica da historia desse país foi na modalidade tiro esportivo em 1920. Logo penso, que caso essa proposição seja aprovado, estaríamos de certa forma incentivando o crescimento dessa modalidade esportiva aqui em Mato Grosso”, comentou Araújo.

Atualmente tramita nesta Casa de Leis os Projetos de Lei dos deputados Thiago Silva e o Delegado Claudinei onde ambos também solicitam a isenção do ICMS para a compra de armas de fogos a profissionais ligados a área da segurança publica.

Tramitação

O projeto precisa passar pelas Comissões de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) e a de Segurança Pública e Comunitária, e só então entrará em votação no plenário das deliberações.  

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Política MT

Estado cumpre calendário e paga folha salarial de novembro aos servidores nesta terça-feira

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Folha de pagamento de novembro chega a R$ 535 milhões

O Governo do Estado paga, nesta terça-feira (30), os salários e proventos do mês de novembro dos servidores públicos ativos, inativos e pensionistas. A folha de pagamento líquida deste mês, segundo a Secretaria Adjunta do Tesouro Estadual, da Secretaria de Fazenda, foi de R$ 535.376.562,46.

Desse total R$ 350.816.123,91 destinam-se ao pagamento dos servidores ativos e R$ 184.560.438,55 para inativos e pensionistas. Vão receber salários e proventos cerca de 115 mil pessoas. As ordens de pagamento foram encaminhadas ao Banco do Brasil nesta segunda-feira (29).

Até meio dia de terça-feira todos os depósitos já terão sido processados pelo Banco do Brasil. Os valores estarão liberados tanto para quem tem contas no Banco do Brasil, como para aqueles que fizeram portabilidade a outros bancos.

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Política MT

Projeto cria política estadual de valorização da mulher no campo

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Valdir Barranco (PT) apresentou à Assembleia Legislativa da Mato Grosso (Almt), no último dia 10, o Projeto de Lei nº 1045/2021, que institui a política estadual de valorização da mulher no campo. O objetivo é fomentar a atividade rural das mulheres, sua inclusão qualificada na atividade agrícola com o desenvolvimento de ações que resultem no respeito à sua capacidade produtiva e suas potencialidades profissionais, bem como na asseguração à sua plenitude emocional, física e psíquica.

Para o parlamentar, a realidade rural termina por constituir-se num espaço de múltiplas formas de desigualdades sociais, de discriminação, de violência doméstica, de gênero e patrimonial o que, por conseguinte, traduz-se numa conjuntura de desvalorização do trabalho agrícola exercido pela mulher, ocasionando em dificuldades impostas com relação ao acesso à terra, a créditos e a insumos agrícolas.

De acordo com o Anuário das Mulheres Brasileiras, publicado pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), em 2011, dos 27,1% de empregos permanentes na agropecuária, somente 5,1% eram ocupados por mulheres. De modo inversamente proporcional, as mulheres lideram as estatísticas somente no que tange o trabalho agrícola não remunerado, correspondendo a cerca de 30,7% dos que exercem a atividade sem expectativa de ganho monetário, enquanto os homens representam cerca de 11,1% na mesma situação.

“É importante evidenciar também que, apesar de ganharem menos e exercerem a maior parte dos trabalhos rurais não remunerados, as mulheres chegam a gastar até 90% de sua renda com a família, enquanto que entre os homens o gasto fica em torno de 30 a 40%”, explicou Barranco.

Ainda em sua justificativa para o projeto, o deputado afirmou que a trabalhadora rural exerce um relevante papel como provedora de suas famílias, por meio da agricultura de subsistência, em especial nos países em desenvolvimento, e são as primeiras a serem afetadas pelos impactos de produtos químicos perigosos no ambiente, principalmente pelos pesticidas.

“Assim sendo, a superação desta situação adentra na modificação das relações de gênero a partir de ações emancipatórias e construção da autonomia da mulher camponesa e somente através de sua participação nos diversos espaços de poder, será possível romper com a lógica histórica que permeia as desigualdades de gênero e de desvalorização do seu trabalho no meio rural e nos demais setores da sociedade”, defendeu o parlamentar.

Fonte: ALMT

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