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Política MT

Projeto destina recursos arrecadados pelo Femam para combate às queimadas em MT

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Se aprovado o projeto, os recursos serão utilizados para compra de equipamentos

Foto: Marcos Lopes

Visando à aquisição de equipamentos, de forma emergencial, para a implementação de ações e o enfrentamento ágil das situações de emergência ambiental, o deputado sargento Elizeu Nascimento (DC) apresentou, na quarta-feira (23), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o Projeto de Lei  nº 831/2020, que destina a aplicação de parte dos recursos arrecadados pelo Fundo Estadual do Meio Ambiente (Femam) para combater o desmatamento, as queimadas, os incêndios florestais e os desastres naturais originários em solo mato-grossense.

Caso o projeto seja aprovado, os recursos poderão ser utilizados para a compra de roçadeiras, mangueiras, sopradores, tanques para armazenamento de água, veículos, maquinários e até aeronaves.

“A população de Mato Grosso e a nossa fauna e flora têm sofrido muito com os incêndios acontecidos em nossos municípios, principalmente esse no Pantanal, que tem causado verdadeiros desastres ao meio ambiente, com a devastação das nossas matas e a mortandade de animais silvestres, configurando prejuízos incomensuráveis à biodiversidade, por isso peço aos meus colegas de Parlamento a urgente aprovação desse projeto”, declarou Nascimento.

Neste ano, os municípios mato-grossenses mais afetados pelos incêndios são Poconé, Barão de Melgaço e Cáceres – todos na região do Pantanal.

Quando o cidadão encontrar um foco de incêndio, por menor que ele seja, deve entrar em contato com o Corpo de Bombeiros de MT pelo telefone 193.

Fonte: ALMT

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Ibope em Cuiabá mostra empate técnico entre Abílio e Emanuel; Gisela reage e encosta em Roberto França

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Emanuel chegou a 25% das intenções de voto e Abílio manteve 26%; Gisela foi a 16% e está empatada com França, que recuou três pontos

A segunda rodada de pesquisa do Ibope, divulgada no início da noite desta sexta-feira (30), pela TV Centro América, manteve o candidato do Podemos, Abílio Júnior, na frente pela disputa da prefeitura, com 26% das intenções de voto, repetindo seu desempenho no primeiro levantamento. Abílio está praticamente empatado com o candidato à reeleição, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), com 25%.

Em terceiro aparecem empatados o ex-prefeito de Cuiabá, Roberto França (Patriota), com 16% e Gisela Simona (Pros), também com 16%. Em 16 de outubro, Abílio tinha 26%, e manteve. Emanuel Pinheiro aparecia com 20%, agora está com 25%, Roberto França (Patriota), tinha 19% na pesquisa anterior, agora apareceu com 16% e Gisela Simona (Pros), que estava com 11%, foi para 16%.

Julier Sebastião (PT), tinha 3% e manteve na pesquisa desta sexta-feira, 3%, Aécio Rodrigues apareceu com 2% e manteve os 2%, Paulo Henrique Grando (Novo), tinha 2%, agora não pontuou na nova pesquisa do Ibope. Brancos e nulos somavam 11%, agora são 7%, não souberam ou não responderam, eram 7%, agora 4%.

O Ibope também fez várias simulações de segundo turno. Entre Abílio Júnior e Emanuel Pinheiro, Abílio venceria, com 42% e Pinheiro ficaria com 40%. Numa disputa entre Abílio e Roberto França, Abílio venceria com 41% e França teria 36%. Um segundo turno entre Abílio e Gisela Simona, apontou a vitória da ex-superintendente do Procon, com 43% dos votos e Abílio teria 37%.

O Ibope também avaliou o índice de rejeição dos candidatos. Conforme a pesquisa, o prefeito Emanuel Pinheiro lidera o índice de rejeição com 42%, seguido pelo vereador Abílio Júnior e pelo ex-prefeito Roberto França, com 31%. Julier Sebastião, do PT, vem em terceiro no índice de rejeição, com 8%, Aécio e Gilberto estão empatados com rejeição de 8%, e Paulo Grando tem 6%. 10% não responderam a pesquisa e 1% disse que poderia votar em qualquer um dos candidatos.

O Ibope ouviu 602 entrevistados no período de 28 a 30 de outubro e a pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso sob o número 05058/2020.

 

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Frical acusa Jaime de ter enriquecido na política e garante que vai abrir a “caixa preta” da prefeitura de Várzea Grande

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Em entrevista à TV Cuiabá, candidato disse que o atual senador e a família Campos ficaram ricos e VG pobre durante os anos [Foto – O Documento]

O empresário Flávio Vargas (PSD), o Flávio Frical, candidato a prefeito de Várzea Grande, em entrevista ao vivo nesta sexta-feira (30), na TV Cuiabá – HDTV 47.1, no programa Comando Geral, afirmou que a família Campos terá que explicar muita coisa aos várzea-grandenses até o dia da eleição.

“Muita coisa essa família tem que explicar. O que fizeram em Várzea Grande e também, o Jaime Campos, tem que explicar para a população como que em 82, quando não tinha nada, e em 38 anos de política, ficou um dos dez homens mais ricos do Brasil sem nunca dar um emprego na Várzea Grande”, disparou o candidato.

Conforme Flávio Frical, “enquanto ele (Jaime) e a família enriqueceu, Várzea Grande empobreceu. Essa mágica que ele tem que explicar para a população e, com certeza, nós, lá dentro, vamos descobrir qual foi a mágica que ele fez”, afirmou.

Flávio Frical garantiu que vai abrir a caixa preta da Prefeitura de Várzea Grande. “Vou abrir a caixa preta da prefeitura. É obrigação, de quem ganhar, mostrar a realidade de Várzea Grande, de tantos recursos que vieram para o município durante 40 anos e a cidade está parada no tempo, não tem nada”, observou.

Segundo Frical, “as obras grandes, como a ponte nova, foi Dante que fez, pega a Sérgio Mota, foi Dante que fez. Essa família, em duas gestões de senador, duas de governador, deputado federal, prefeito a vida inteira, e não temos uma obra que a cidade mereça, uma obra grande relevância, um parque para o várzea-grandense passar o fim de semana, é uma vergonha”.

Flávio Frical aponta que os Campos nunca pensaram na população. “Não pensaram na população, agora colocaram esse aí (Kalil) candidato, só para promover politicamente, não pensaram na população. Colocaram ele para gerir a maior pandemia da história do mundo, uma pessoa desqualificada, sem condições de assumir, e aí deu no que deu, quase 500 mortos em Várzea Grande, simplesmente por pensar só na política, em nenhum momento na população”, completou.

 

 

 

 

 

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