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Proibição de operações policiais reduz mortes em mais de 70% no Rio de Janeiro

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Proibição de operações policiais reduz mortes em mais de 70% no Rio de Janeiro
Rovena Rosa/Agência Brasil

Proibição de operações policiais reduz mortes em mais de 70% no Rio de Janeiro

A proibição de operações policiais em favelas pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), no início de junho (5) resultou na diminuição da criminalidade e violência no Rio de Janeiro. O dados são do relatório “Operações policiais e ocorrências criminais: Por um debate público qualificado” da Universidade Federal Fluminense (UFF).


O documento aponta que desde a aprovação da medida houve uma redução de 72% das mortes decorrentes de incursões e que o número de feridos caiu em 49,6% em relação à média dos anos anteriores. A pesquisa do Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos (Geni) analisa dados registrados entre 2007 e 2020.

A polícia do Rio é contrária a decisão de Fachin e alega que a proibição dificulta o combate ao crime organizado . Apesar disso, os pesquisadores mostram que pelo menos 30 vidas foram salvas nas favelas, inclusive a de policiais. A média de morte desses profissionais era de 10 e caiu pela metade este ano.

Segundo Daniel Hirata, professor da UFF e um dos autores do documento, o estudo indica ainda a ineficiência da ação policial nas favelas. “Houve uma redução significativa das operações policiais e consequentemente no número de mortos, feridos, sem aumento das ocorrências. Inclusive com a diminuição da morte de policiais”, comentou para O Dia.

A Polícia Militar (PM) continua realizando operações consideradas urgentes, como no caso do dia 28 de julho, em que a polícia precisou agir pelo fim de um tiroteio que envolvia o Comando Vermelho, a maior facção de tráfico do Rio de Janeiro.

A pesquisa também enumera os tiroteios que ocorreram no período analisado e registra uma diminuição de 61% desde a aprovação da medida. Se examinados apenas os casos em que policiais estavam envolvidos na troca de tiros, o número sobe para 82%. 

A UFF contou com o auxílio da plataforma Fogo Cruzado e do Instituto de Segurança Pública (ISP) para organizar os dados da pesquisa.

O STF deve analisar a liminar favorável a suspensão das atividades policiais durante a pandemia essa semana, que marca o fim do recesso do Judiciário. Até então Alexandre de Moraes foi o único que votou contra a proibição das operações nas favelas durante a pandemia, enquanto Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello e Rosa Weber se mostraram favoráveis. O julgamento é virtual e os ministros têm até terça-feira, 4, para publicar seus votos.

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Segurança de metrô ressuscita papagaio eletrocutado com massagem; assista

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Papagaio
reprodução / Twitter

O segurança Everton Rios salvou o “loro” após o animal receber uma descarga elétrica na estação do Metrô

Um agente de segurança do  Metrô de São Paulo usou o treinamento de massagem cardíaca para ressuscitar um papagaio que recebeu uma descarga elétrica. O animal estava rodeado por um bando e todos descansavam juntos em um fio na área externa da estação Oratório.

Os agentes foram acionados após um dos animais não conseguir mais se levantar. O momento da massagem cardíaca foi registrado e compartilhado pela conta oficial no Twitter do Metrô. Após quase um minuto de massagem, o animal da espécie Maracanã voltou a dar sinal de vida.

“Everton, treinado em primeiros socorros como todos os funcionários da operação do Metrô, decidiu então fazer massagem cardíaca na pequena ave. Funcionou! Para a alegria de todos o ” Loro ” foi reanimado e passa bem”, diz o texto compartilhado na rede social.

O papagaio vai ficar sob os cuidados do Centro de Manejo e Conservação de Animais Silvestres (CeMaCAs), responsável pela reintegração de pássaros silvestres à natureza. O órgão é integrado à Prefeitura de São Paulo.

Assista: 


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Membros de quadrilha de roubo de estátuas são presos no Rio

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estátua
Polícia Civil do RJ/Divulgação

Suspeitos usavam kombi para levar estátuas

Policiais da 6ª DP (Cidade Nova) prenderam em flagrante, nesta quinta-feira (24), dois integrantes de uma quadrilha especializada em roubar estátuas de praças do Rio, principalmente de bronze . Os criminosos foram capturados quando estavam tentando furtar um monumento na Praça Onze, no Centro do Rio, durante a madrugada.

De acordo com a Polícia Civil, quando os agentes chegaram ao local viram quatro assaltantes tentando furtar uma estátua . Houve troca de tiros e dois deles conseguiram fugir em direção ao Morro da Providência, que fica na região.

O bando estava com uma Kombi, que usam para transportar o material roubado. Os dois presos estavam com uma grande quantidade de monumentos que haviam sido furtados; são eles: um canhão usado na Guerra do Paraguai, que é Patrimônio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan); uma cabeça de Rosária Trotta, mãe de Frederico Trotta, militar e político brasileiro; uma estátua de uma criança em homenagem a Álvaro Dias, professor da Igreja Presbiteriana e uma placa de bronze

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