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Produtores se reúnem na Acrimat e apresentam estratégias em prol de aumentar a produção de bezerros de corte

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No município de Cáceres, sudoeste de Mato Grosso, na última semana, os produtores da região se fizeram presentes em uma palestra dirigida pelo Francisco Manzi, diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (ACRIMAT). A reunião teve como pauta criar estratégias para aumentar a produção de bezerros de corte.

A palestra foi realizada como parte do projeto de Produção Sustentável de Bezerros, desenvolvido pela Acrimat em parceria com o IDH e Grupo Carrefour, com o intuito de fornecer ferramentas que permitam melhorar os resultados do segmento da cria nos aspectos econômicos e ambientais aos produtores de carne.

Segundo Francisco Manzi, a palestra tem como propósito debater detalhes sobre a “estação de monta”, que é uma importante ferramenta para os lucros da produção, principalmente para atingir o difícil objetivo do criador, que é atingir a meta de produzir um bezerro por ano.

“A estação de monta é o período que os reprodutores ficam com as fêmeas em reprodução para que os bezerros nasçam no período onde as matrizes possam parir na melhor condição corporal, tanto para produzirem bezerros saudáveis quanto para reconceber o mais rápido possível e seus produtos possam se desenvolver da melhor forma possível”, declara.

Dentre os assuntos discutidos, também se destacou os aspectos nutricionais que tem como prioridade trazer eficiência aos pecuaristas e todos os fatores que podem acabar por influenciar no resultado final, sendo eles, o índice de perdas gestacionais e pós nascimento, índice de prenhez, e peso para a desmama. “Com esse número em mãos o produtor pode traçar as estratégias para ser cada vez mais eficiente”, afirmou Francisco Manzi.

A proposta pretende atender propriedades no Vale do Araguaia, nas cidades de Gaúcha do Norte, Paranatinga e Ribeirão Cascalheira, além das fazendas dos municípios de Poxoréu e de Cáceres, que também abrangem o projeto.

O objetivo é aperfeiçoar a qualidade dos bezerros produzidos, possibilitar a recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APP), aumentar a produtividade dentro da propriedade e, assim, garantir melhor renda para todos os agentes da cadeia.

 

Fonte: AgroPlus

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Agricultores iniciam colheita de pluma de algodão em Mato Grosso

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Os agricultores começaram a colher algodão em pluma, uma das culturas cultivadas em Mato Grosso. Nesta safra, a área plantada aumentou para 1,18 milhão de hectares e, em 2021, foram plantados 960 mil hectares.

A produção deve ser de 278 arrobas de algodão em caroço por hectare, apenas um arroba a mais em relação à temporada do último ano.

No entanto, como a área é grande, o volume de algodão colhido deve crescer e ficar próximo de 5 milhões de toneladas, cerca de um milhão a mais que no ano passado.

Na primeira safra, plantada em dezembro, os resultados são bons, enquanto a segunda safra, plantada em janeiro logo após a colheita da soja, não teve o mesmo efeito. O algodão foi cultivado durante o que foi considerado uma boa estação, mas o clima não colaborou com os produtores.

Em uma fazenda em Novo São Joaquim, a 487 quilômetros de Cuiabá, o resultado foi diferente nesta temporada. Segundo o gerente local, Jackson Ferreira, o algodão colhido ocupa 3.000 hectares, 15% a mais que na safra passada.

No início do ciclo, o clima afetou o crescimento da safra e a taxa média de produção foi de 5% em relação ao ano anterior.

“No ano passado choveu muito durante a janela de plantio e não executamos dentro do ideal. Já neste ano a chuva foi muito boa e conseguimos plantar dentro da janela. Durante o ciclo da cultura a chuva foi bem distribuída, mas a safrinha recebeu bem menos volume. Isso vai afetar um pouco na produtividade do algodão. Esperávamos colher 250 arrobas, mas vai chegar no máximo 230 arrobas”, disse Jackson.

Em uma fazenda em Campo Verde, a 139 quilômetros de Cuiabá, a colheita já começou. Segundo o agricultor Rodolfo Bertani Lopes da Costa, foram plantados mais de 1.500 hectares, sendo 580 em dezembro e o restante no mês seguinte.

“Esse ano choveu antes. Eu terminei o plantio do algodão safrinha em 20 de janeiro. Então foi dentro da janela e, com o preço do algodão, resolvemos aumentar as áreas de sarfinha. Só que tivemos um corte de chuva antecipado e isso ocasionou perda e a perspectiva de produção foi reduzida. A gente esperava produzir 120 arrobas de pluma e agora a produção vai ser por volta de 80 arrobas de pluma por hectare. Este ano estamos trabalhando com 40% de algodão safra e 60% de safrinha”, concluiu.

Fonte: Agroplus.tv  

Fonte: AgroPlus

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Exportações de grãos da Ucrânia caem 40% em maio

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As exportações de grãos da Ucrânia tiveram uma queda de 40% na primeira quinzena de junho, se comparada ao mesmo período de 2021, com 613 mil toneladas.

O país embarcava até 6 milhões de toneladas de grãos por mês, antes da invasão russa, que teve início no final do mês de fevereiro, desde então, os volumes diminuíram para cerca de 1 milhão de toneladas.

Isso porque a Ucrânia costumava exportar a maior parte dos seus produtores por portos marítimos e agora foi forçada a fazer o transporte de grãos por meio de trens pela fronteira ocidental.

Fonte: Agroplus.tv

Fonte: AgroPlus

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