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Produtores já podem ter acesso a novo programa de composição de dívidas rurais

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A pedido do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um novo programa destinado a equacionar o endividamento do setor agropecuário do País. O Programa BNDES Pro-CDD AGRO, aprovado no início deste mês, tem o objetivo de fazer a composição das dívidas rurais. Por ele, serão oferecidos créditos para liquidação integral de dívidas de produtores rurais ou de cooperativas de produção.

O novo programa possui limite orçamentário de R$ 5 bilhões, a ser utilizado nos financiamentos contratados até 28 de junho de 2019. Serão financiáveis as operações de crédito rural de custeio ou investimento que foram pactuadas até 28 de dezembro de 2017, as dívidas contraídas junto a fornecedores de insumos agropecuários ou a instituições financeiras, inclusive as decorrentes da emissão de Cédula de Produto Rural (CPR) e de Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

Condições financeiras

Podem ser financiados até 100% do valor do saldo devedor, limitado a R$ 20 milhões, com um prazo de até 12 anos, incluindo uma carência de até 3 anos. Os recursos podem ser contratados com base na Taxa de Longo Prazo (TLP). O custo final inclui a remuneração do BNDES, de 1,5% ao ano, e a dos agentes financeiros, limitado a 3% ao ano, totalizando uma taxa mensal final de aproximadamente 1%.

As operações de financiamento poderão ser contratadas com os 55 agentes financeiros credenciados para operar com recursos do BNDES. Entre eles, há bancos públicos, privados, bancos de cooperativa, cooperativas de crédito, bancos de montadoras, agências de fomento e bancos de desenvolvimento. Os agentes financeiros credenciados já estão autorizados a receber as propostas de financiamento por parte dos produtores rurais. 

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Com informações do BNDES

Fonte: MAPA GOV
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Encontro reúne líderes rurais e gestores de projetos financiados pelo FIDA no Mercosul

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), participa do I Encontro de Líderes Rurais e Gestores de Projetos Financiados pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) no Mercosul Ampliado. O evento acontece em Juazeiro, na Bahia, e reúne mais de 80 pessoas de sete países da América Latina.

Representantes do Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai estão no encontro, para trocar experiências e avançar na formulação de acordos de articulação e ações conjuntas que qualifiquem os trabalhos dos projetos financiados pelo FIDA junto à agricultura familiar. Na programação, que encerra nesta quinta-feira (19), painéis de apresentação e debates com os temas: monitoramento e avaliação dos projetos; gestão de água para fins produtivos; acesso a recursos financeiros e mercados para produtos da agricultura familiar; e aumento de renda e redução da pobreza.

No Brasil, entre as iniciativas apoiadas pelo FIDA está o Projeto Dom Helder Câmara (PDHC), coordenado pela Departamento de Estruturação Produtiva (DEP), vinculado à SAF. Para contribuir com a redução da pobreza rural e das desigualdades no semiárido brasileiro, o projeto presta assistência técnica, por meio de parceria com a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), a mais de 57 mil agricultores familiares de 913 municípios do semiárido nordestino, Norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.

A coordenadora técnica do projeto, Josilene Magalhães, falou sobre a experiência do PDHC a partir da implementação do Sistema de Monitoramento e Avaliação, construído em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) e com a Anater. “Os projetos precisam ter um sistema de monitoramento e avaliação bastante consolidado, pois é através dele que conseguimos mensurar os resultados e identificar pontos a serem otimizados. Entre os projetos apoiados pelo FIDA, o Dom Helder Câmara é o único que possui parceria com uma universidade e a participação de especialistas da academia é muito importante nesse processo”, ressaltou.

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Na manhã de ontem (18), dando continuidade à programação do encontro, a coordenadora do PDHC integrou comitiva que visitou os campos experimentais da Embrapa Semiárido. Ao grupo foram apresentadas pesquisas em sistemas de captação e gestão da água, como a que estuda o manejo da água no sistema integrado de produção familiar.

No local, a equipe da Embrapa mostrou que, em uma área de aproximadamente 1,5 hectare, é possível manter, com pouca água, módulos de criação de galinha e peixe, e de cultivo de hortaliças, frutas e milho para a produção de forragem e de sementes. De acordo com os técnicos da empresa, a disponibilidade de água para esse tipo de sistema é de 1 mil litros, com uso diário de 616 litros. O estudo aponta que a produtividade proporcionada pelo sistema garante a produção para consumo e comercialização do excedente.

“Proporcionar o acesso dos agricultores familiares que possuem pequenas áreas de cultivo a esse tipo de tecnologia é fundamental para a promoção da segurança alimentar e geração de renda, com uso racional da água, recurso naturalmente escasso na região do semiárido”, destacou Josilene Magalhães.

Visita aos campos experimentais da Embrapa Semiárido

O encontro é uma realização do FIDA, Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Programa Semear Internacional, Programa FIDA Mercosul Claeh, e Governo do Estado da Bahia, por meio do Projeto Pró-Semiárido, com a parceria da Confederação de Organizações de Produtores Familiares do Mercosul Ampliado (COPROFAM), Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM), Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais (CONTAG), Embrapa Semiárido e de diversas autoridades locais e regionais.

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Projeto Dom Helder           

O Dom Helder Câmara é um projeto de ações referenciais de combate à pobreza e apoio ao desenvolvimento rural sustentável nas regiões semiáridas do Brasil. Tem o propósito de reduzir desigualdades, moderando os efeitos causados pelas condições climáticas adversas com a integração de políticas públicas federais, estaduais e municipais.

Após acordo entre o Brasil e o FIDA, a primeira fase do projeto foi iniciada em 2001, sob coordenação do então Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), hoje Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura. Até 2010, foram beneficiadas 13 mil famílias no semiárido nordestino.

A segunda fase do programa foi iniciada em 2014, após renegociação com o FIDA. Nesta fase, o projeto tem como objetivo atender 74 mil famílias nos seguintes estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Minas Gerais e Espírito Santo.

A execução do PDHC também conta com a parceria do Ministério da Cidadania, por meio do Plano Brasil Sem Miséria (BSM), que já assegurou para mais de 9 mil famílias beneficiadas pelo projeto Dom Helder Câmara o acesso a recursos (R$ 2.400 por família) utilizados na implantação de projetos produtivos construídos em conjunto com os técnicos da Ater.

 O FIDA é uma instituição financeira internacional e uma agência especializada das Nações Unidas com sede em Roma – o centro mundial de alimentação e agricultura da ONU

Mais informações à imprensaCoordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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O Boletim do Leite de setembro já disponível em nosso site!

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Cepea, 19/09/2019 – Nesta edição, confira:

 

Oferta limitada pode elevar cotações em setembro  Depois de registrar forte queda acumulada de 12,1% em julho e agosto, em termos reais (deflação pelo IPCA de agosto/19), os preços do leite recebido por produtores podem reagir em setembro. Isso porque a captação de agosto não se recuperou conforme o esperado por agentes do setor e a disputa das empresas por matéria-prima se intensificou. Leia mais.

 

Apesar de baixa liquidez, preço do leite UHT sobe em agosto O preço do leite longa vida recebido pelas indústrias em negociações com o atacado paulista registrou expressiva alta de 7,3% de julho para agosto, fechando o mês a média de R$ 2,53/litro. Segundo colaboradores do Cepea, os preços do UHT subiram mesmo com as vendas enfraquecidas por conta da oferta limitada de leite no campo durante o mês de agosto – o que influenciou as estratégias de processamento dos laticínios e também impactou os estoques do UHT. Leia mais.

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Alta do dólar eleva exportações; importações ficam estáveis  Em agosto, os embarques nacionais de produtos lácteos subiram, enquanto as importações ficaram praticamente estáveis. As exportações totalizaram 1,8 mil toneladas em agosto, elevação de 2,2% frente a julho, mas recuo de 10,8% na comparação com o mesmo mês do ano passado. O total importado aumentou ligeiro 0,5% frente a julho, mas registrou baixa de 22,9% na comparação anual, com volume de 10,2 mil toneladas. Leia mais.

 

Custos de produção caem em agosto Os custos de produção da pecuária leiteira registraram ligeira queda em agosto. O Custo Operacional Efetivo (COE), que considera os gastos correntes da propriedade na “média Brasil” (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP), recuou 0,45% frente a julho e o Custo Operacional Total (COT), que engloba o COE, o pró-labore e as depreciações, 0,43%. As baixas no COE e COT foram influenciadas, principalmente, pela desvalorização de 0,97% no grupo dos alimentos concentrados, na média Brasil, entre julho e agosto. Leia mais.

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Fonte: CEPEA
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