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Política Nacional

Procurador pede quebra de sigilo de Salles por evolução patrimonial de 604%

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Ricardo Salles com bandeira do governo do Brasil ao fundo arrow-options
Jorge William / Agência O Globo – 1.8.19

Salles disse que acusações são absurdas

O procurador de Justiça de São Paulo Ricardo Dias Leme pediu a quebra de sigilo bancário e fiscal do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles , em um inquérito civil que investiga um suposto enriquecimento ilícito entre 2012 e 2018. De acordo com o jornal O Estado de São Paulo , Leme disse a evolução patrimonial de Salles é “no mínimo curiosa”.

Segundo Leme, ele Salles teria aumentado seu patrimônio em 604%. “É no mínimo curioso que alguém que percebeu a média de R$ 1.500,00 de rendimentos mensais da advocacia em 2013, antes de assumir o cargo de Secretário Particular do Governador, que não possuía rendimentos superiores a cerca de R$ 12.445,00, líquidos em agosto de 2014, possa ter tido uma variação patrimonial de 604% entre 2012 e meados de 2018″, observou.

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O pedido do Ministério Público Estadual já havia sido recusado em primeira instância, mas o autor requerimento Ricardo Manuel Castro recorreu ao Tribunal de Justiça, que fica sob competência da Procuradoria-Geral de Justiça.

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No documento, Leme ainda diz que o ministro do Meio Ambiente ‘ostenta condenação por improbidade administrativa’, se referindo a um processo da época em que Salles era secretário estadual do Meio Ambiente de São Paulo, durante a gestão do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB). Ele foi acusado de favorecer empresas de mineração em 2016 nos mapas de zoneamento do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Tietê.

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Em resposta, Salles disse que as alegações de enriquecimento são “absurdas” por destoarem do conteúdo que consta nos processos. Já no caso envolvendo as empresas de mineração ele afirmou que ainda se trata de uma decisão que corre em primeira instância que ainda não foi para o Tribunal.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

PDT decide encerrar punição a deputados que votaram a favor da Previdência

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Tabata Amaral falando ao microfone com as mãos abertas arrow-options
Cleia Viana/Câmara dos Deputados – 27.3.19

Tabata Amaral foi uma das que foi alvo processo disciplinar no PDT

A Executiva Nacional do PDT avaliou que os deputados suspensos por votar a favor da reforma da Previdência já cumpriram as punições previstas. Os oito parlamentares tiveram suas atividades partidárias suspensas por 90 dias, prazo que acabou no último dia 14. A reunião foi realizada nesta terça-feira na sede do partido.

Com o fim da suspensão, os deputados voltam a ter prerrogativas partidárias normais, como ocupar cargos de vice-líder, por exemplo.

O líder do partido na Câmara, Andre Figueiredo (PDT-CE), disse que a punibilidade prevista era de 90 dias ou até a reunião do diretório nacional. Como a reunião do diretório ficou marcada para dia 25 de novembro, o prazo da suspensão acabou antes. Nessa data, os deputados terão seus casos analisados um por um e podem receber novas sanções. Segundo ele, para os deputados que seguiram orientação partidária depois da votação da reforma da Previdência, o processo está praticamente extinto.

“Nós tivemos transcurso o prazo de 90 dias, então foi extinta a punibilidade para todos e aqueles que pós-votação voltaram a seguir a orientação partidária basicamente extinguiu-se todo o processo, o restante vai ser avaliado ainda, até porque eles entraram na Justiça e nós vamos ter uma reunião do diretório nacional no final do mês de novembro que vai decidir a dosimetria de punibilidade”, disse o líder.

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O PDT suspendeu os deputados Alex Santana (BA), Flávio Nogueira (PI), Gil Cutrim (MA), Jesus Sérgio (AC), Marlon Santos (RS), Silvia Cristina (RO), Subtenente Gonzaga (MG) e Tabata Amaral (SP) após votarem a favor da reforma da Previdência em julho.

Pedidos de desfiliação

Na semana passada, quatro deputados, Tabata Amaral (SP), Marlon Santos (RS), Gil Cutrim (MA) e Flávio Nogueira (PI), anunciaram a desfiliação do partido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A legislação determina que o mandato fique com o partido caso o parlamentar deixe a legenda fora da janela temporária — mas prevê exceções, como perseguição política.

O tema foi debatido na reunião realizada nesta terça-feira, mas o partido está aguardando o ofício da Justiça Eleitoral. Segundo o deputado André Figueiredo, o PDT vai apresentar contra argumentos para manter os mandatos.

“Não fomos oficiados ainda pela Justiça Eleitoral, mas tomamos conhecimento que os quatro parlamentares entraram requerendo a desfiliação na Justiça Eleitoral, estamos aguardando e evidentemente quando formos oficiados vamos manifestar todas as nossas contrarrazões que levam a ver que não existe justificativa nenhuma para que eles requeiram os mandatos deles uma vez que não houve justa causa para isso”, disse.

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De acordo com o líder do partido, os quatro deputados que entraram com a ação na Justiça não comparecem às reuniões de bancada desde a votação em segundo turno da reforma da Previdência. O deputado disse que eles tomaram uma decisão unilateral de se “autodesfiliarem”.

“Os quatro que requereram à Justiça Eleitoral a desfiliação, eles não estão mais comparecendo, desde o segundo turno da reforma da Previdência, às reuniões da bancada. Então eles praticamente tomaram a decisão unilateral de se autodesfiliarem, uma vez que não estão comparecendo a nenhuma reunião da bancada e mesmo estando todos eles nas comissões para as quais foram indicados com exceção daqueles que pertenciam à CCJ”, afirmou o líder.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Waldir diz que é dever de Bolsonaro pacificar “tsunami” no PSL

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Waldir falando ao microfone arrow-options
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Waldir responsabilizou Bolsonaro por crise no PSL

O deputado federal e ex-líder do PSL na Câmara Delegado Waldir cobrou o presidente Jair Bolsonaro para a pacificação da crise que se instalou no PSL. Em entrevista ao Congresso em Foco , o parlamentar disse que é dever do presidente resolver o “tsunami” no qual o partido se encontra. “Eu não criei nenhum clima de implosão. Quem criou foi o presidente da República. Não foi um clima criado por mim ou por qualquer parlamentar. É um clima criado pelo presidente da República. É um tsunami que ele criou. Cabe a ele tentar cessar”, afirmou.

Apesar de ter adotado esse tom mais conciliatório, foi um áudio do próprio Waldir que colocou mais pólvora na briga entre as alas bolsonarista e bivarista do PSL. Nesse episódio, ele que pretende “implodir” o presidente.

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“Eu vou implodir o presidente. Aí eu mostro a gravação dele. Eu tenho a gravação. Não tem conversa, não tem conversa. Eu implodo o presidente. Acabou o cara. Eu sou o cara mais fiel a esse vagabundo. Eu votei nessa porra. Eu andei no sol gritando o nome desse vagabundo”, afirmou o ex-líder do PSL em áudio.

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A escalada de tensão, no entanto, fez Waldir abrir mão da liderança na Câmara. Como consequência, o deputado Eduardo Bolsonaro , filho do presidente, assumiu o cargo e logo em seguida destituiu 12 vice-líderes ligados à ala bivarista da sigla.

Fonte: IG Política
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