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Procon alerta sobre cuidados com a compra de roupas pela internet

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Para o Procon, o caminho mais seguro é optar por lojas com boa reputação para evitar o golpe

É no fim do ano que o comércio se aquece e oferece aos clientes as famosas promoções , especialmente quando se trata de roupas para o fim do ano. Com a tecnologia dos aplicativos, a praticidade de comprar nem sair de casa já é uma realidade, ainda mais quando os preços oferecidos no universo do online compensam mais do que os vistos nas lojas físicas.

Apesar de preços mais atrativos para alguns consumidores, alguns cuidados ainda são necessários durante a pesquisa nos sites com descontos . É preciso se certificar de que o barato não saia mais caro posteriormente.

Blusas na promoção , calças pela metade do preço e combo de descontos que enche os olhos do cliente. Para evitar fraude, o Procon do Rio de Janeiro indica que o cliente precisa se certificar sobre os valores anunciados pelos sites e o que é cobrado no carrinho da compra.

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O órgão também indica a necessidade de desconfiar de lojas online com preços muito abaixo do comercializado no mercado. Para o Procon, o caminho mais seguro é optar por lojas com boa reputação para evitar o golpe.

Em entrevista ao site EXTRA , a diretora de fiscalização do Procon Carioca, Elisa Freitas, explicou que no caso de roupas, as peças precisam ter as especificações de cor e tamanho, como largura e comprimento, explícitas.

Ela também garantiu que o consumidor tem até sete dias após a compra ou o recebimento do produto para se arrepender do negócio. Não há necessidade de justificar o cancelamento: basta providenciar a devolução da peça para ser ressarcido da quantia paga.

Já sobre a política de trocas online, é preciso saber qual posicionamento da loja. Segundo Elisa Freitas, os estabelecimentos não têm obrigação de trocar, a não ser por algum defeito de fabricação. O prazo, nesses casos, é de 30 dias depois da compra.

Para reclamações por descumprimento das normas do Código de Defesa do Consumidor (CDC), os consumidores podem entrar em contato com o órgão nos postos de atendimento presencial, pelo site, pelo aplicativo “Procon RJ” ou pelo telefone 151.

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Fonte: IG Economia
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Imóvel por uma pechincha? Confira leilão de bancos com até 60% de descontos

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Foto: Divulgação/Frazão Leilões

Apartamentos são leiloados por bancos Santander e Itaú

Por falta de pagamento dos financiadores, muitas vezes, imóveis são devolvidos aos bancos, que por meio de leilões com descontos, vendem ao público principalmente pela internet. É o caso de 10 apartamentos localizados em São Paulo – capital e interior – que retornaram ao Itaú Unibanco. Os imóveis estão com até 60% de desconto em relação à avaliação de mercado das unidades.

Com lances iniciais que variam entre R$ 180 mil e R$ 1 milhão, os leilões encerram nos dias 12 e 19 de dezembro. As unidades podem ser arrematadas  na Loja do Itaú Unibanco no Superbid Marketplace.

De acordo com a instituição financeira, o pagamento pode ser feito em até 78 parcelas e o banco oferece 10% de desconto para pagamento à vista, com posse imediata.

Os imóveis estão localizados nas seguintes regiões: Guarulhos, Piracicaba, Campinas, Santos, São Paulo e São Bernardo do Campo.

Um dos apartamentos destaques na capital paulista é o lote de 108 m² de área privativa, localizado no bairro Chácara Santo Antônio, disponível para lances até o dia 19. O lance começa com R$ 816 mil, e a unidade tem 3 dormitórios, sendo uma suíte, sala com varanda gourmet e lavabo, cozinha com armários, banheiro e área de serviço. O método usado na internet é o mesmo de qualquer leilão: quem der o maior lance, leva a oferta.

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Santander

Já o Banco Santander está leiloando imóveis residenciais, como casas e apartamentos, galpões comerciais e lotes com descontos de até 50% sobre o valor de mercado.

Há imóveis em Minas Gerais, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. O preço médio é de R$ 400 mil, mas há imóveis com o lance inicial bem mais baixo. A condição de pagamento para todos os itens em leilão é à vista.

Em São Paulo, por exemplo, há um apartamento na região do Ipiranga, bairro da Zona Sul, que conta com 38 m² de área total, um dormitório e uma vaga na garagem. Para esse apartamento, o lance mínimo é de R$ 191.452,30. Segundo o Santander, o imóvel é avaliado em R$ 281.241,46.

Os interessados nos imóveis podem participar da negociação online através do site oficial da Frazão Leilões. Já é possível realizar lances online. Já o leilão presencial será realizado no dia 17 de dezembro, às 14h30, na Rua da Mooca, 3547, em São Paulo.

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Fonte: IG Economia
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Economia

Abono salarial PIS/Pasep pode passar a ser inferior a um salário mínimo; entenda

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PEC Emergencial propõe reduzir valor do abono PIS/Pasep a menos de um salário mínimo

O abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), uma espécie de ’14º salário’ pago a trabalhadores que recebem até dois salários mínimos, volta a estar na mira do governo de Jair Bolsonaro e pode ter seu valor reduzido.

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Hoje, tem direito ao abono salarial quem recebe até dois salários mínimos (R$ 1.996), trabalhou por carteira assinada por pelo menos 30 dias no ano anterior e está inscrito no PIS/Pasep há no mínimo cinco anos. O valor recebido é proporcional ao tempo trabalhado, variando de R$ 84 (um mês) a R$ 998 (doze meses).

A Proposta de Emenda à Constituição 186/2019 (PEC Emergencial), que faz parte do pacote de medidas econômicas apresentado pela equipe econômica chefiada por Paulo Guedes e que foi alterada pelo Congresso, porém, propõe reduzir esse valor a menos de um salário mínimo em caso de aperto nas contas públicas.

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A medida não fazia parte do texto original do governo, mas foi incorporada ao parecer do relator da matéria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Oriovisto Guimarães (Podemos-PR). A nova versão do texto prevê que o valor do abono varie de acordo com a renda do trabalhador.

A PEC Emergencial , que deve ser votada somente em 2020, define regras a serem adotadas em situações de grave crise nas contas públicas, sendo uma delas, a partir do relatório de Guimarães, a redução do teto do PIS/Pasep. O valor do abono deixaria de ser estabelecido pela Constituição e passaria a ser negociado anualmente de acordo com os recursos disponíveis e o nível de dificuldade do governo em honrar os pagamentos.

O relator chegou a propor que o pagamento do PIS/Pasep fosse opcional em caso de grave crise das contas públicas, mas recuou e manteve o que é previsto constitucionalmente hoje.

Durante a Previdência, governo tentou limitar pagamentos do abono

A reforma da Previdência , principal vitória do primeiro ano de governo Bolsonaro, precisou superar a resistência de diversos setores e passou por pequenas derrotas durante a tramitação no Congresso para enfim ser aprovada e promulgada. As principais delas envolvem justamente o PIS/Pasep.

O texto original da PEC 6/2019 previa que o pagamento deixasse a ser pago a quem recebe até dois salários mínimos, sendo limitado aos trabalhadores com rendimento mensal médio de até um salário mínimo, ou seja, R$ 998.

No entanto, a comissão especial da Câmara, etapa responsável por analisar o mérito da proposta, elevou o valor de abrangência de R$ 998 para R$ 1.364,43, cerca de 1,3 salário mínimo, impondo a primeira pequena derrota do governo em relação ao tema. Ainda assim,  12,7 milhões de brasileiros perderiam o direito a receber o ’14º’.

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Porém, no apagar das luzes, quando o texto-base da proposta já havia sido aprovado pela Câmara e o Senado, a votação dos destaques impôs a segunda e derradeira derrota de Bolsonaro e Guedes, assegurando que o pagamento do benefício não seria alterado com a nova Previdência, ou seja, a faixa de incluídos segue abrangendo quem recebe até dois salários mínimos.

Fonte: IG Economia
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