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Saúde

Primeiros lotes da vacina Pfizer chegarão aos EUA no dia 15 de dezembro

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Vacina
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Vacina Pfizer chega aos EUA ainda este mês

Os primeiros lotes da vacina experimental contra Covid-19 desenvolvida pela Pfizer serão entregues aos Estados Unidos ainda este mês. De acordo com um documento da Operação Warp Speed, no dia 15 de dezembro as primeiras vacinas estarão disponíveis.

A Operação, cujo documento foi obtido pela CNN, é um programa do governo norte-americano que busca agilizar a distribuição de uma vacina eficaz contra a Covid-19 no país. Cerca de 22 milhões de doses do imunizante já estarão prontos até a data.

Antes da chegada dos lotes, haverá uma reunião com o Comitê de Controle de Vacinas nos EUA, que deve revisar o produto após o dia 15. Além disso, também está prevista, no país, a chegada dos primeiros lotes da vacina da Moderna, que pode ser distribuída a partir de 22 de dezembro.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Polícia investiga desvio de vacinas e desrespeito a prioridades no Rio

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro vai apurar denúncias documentadas apresentadas pelo Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ) de desrespeito a prioridades por profissionais da categoria na vacinação contra a covid-19 no estado.

Em reunião com o delegado Thales Nogueira, os inspetores Rafael Ferreira e Carlos Guerra; a presidente do Coren-RJ, Lilian Behring, a vice-presidente, Ellen Peres e a procuradora Fábia Souza informaram casos de desvio de vacinas, que acabam beneficiando os fura-filas. As denúncias, registradas em todo o estado do Rio, vão servir de base para as investigações da Polícia Civil. A reunião foi ontem (25) no Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DGCOR-LD).

“No dia 20, fomos surpreendidos no Conselho Regional de Enfermagem por inúmeras denúncias, que começaram logo após a deflagração da campanha nacional de imunização, que, em sua maioria, eram de não priorização da equipe de enfermagem na vacinação”, disse Lilian Behring, em entrevista à Agência Brasil.

De acordo com a presidente do Coren-RJ, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem estavam sendo preteridos por outros grupos na hora da vacinação. “Tínhamos pessoas que não estavam recebendo vacinação trabalhando em CTI [centro de terapia intensiva], emergências, Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência], e isso continua”, afirmou Lílian.

Ela disse que, em 24 horas após o início da vacinação, o conselho recebeu denúncias em quase metade dos municípios do estado, o que o levou a montar uma força-tarefa para apurar as ocorrências. “A função do conselho é fiscalizar o exercício legal profissional, que estava sendo preterido, porque se nós, profissionais de enfermagem, que somos os que vacinam, não recebemos a vacina, colocamos em risco a população a ser vacinada e poderíamos colocar em risco o Programa Nacional de Imunização, porque não estávamos tendo prioridade.”

Para o Coren-RJ, o cruzamento de dados por meio do CPF e as informações passadas pelos relatórios das instituições de saúde serão fundamentais para verificar quem foi vacinado. O conselho quer também a colaboração dos responsáveis técnicos das instituições para ter dados sobre abusos e privilégios. Todas as denúncias devem ser anotadas para que sejam encaminhadas à autoridade policial, o que permitirá controle do fluxo de vacinação.

As denúncias vão desde desvio de vacinas às furadas de fila por autoridades que levam a família para se imunizar. Lilian destacou que os profissionais passam também por coação e recebem ameaças, sem condição de reagir. Por causa das investigações, não se pode revelar o número de denúncias já registradas, que aumenta a cada dia, nem as regiões, os nomes e onde trabalham os profissionais , ressaltou Lílian. “Tudo isso está em sigilo por motivo óbvio”, afirmou, lembrando que os profissionais da linha de frente no combate à covid-19 e na vacinação são extremamente vulneráveis às questões de violência.

A presidente do Coren-RJ informou que a categoria reúne cerca de 300 mil profissionais no estado, dos quais 42 mil são enfermeiros e os demais, técnicos e auxiliares de enfermagem. Destes, 129 mil trabalham na capital, onde foi feita a maioria de denúncias, o que levou à primeira reunião do conselho com autoridades para discutir o assunto. Segundo Lílian, no encontro o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, comprometeu-se a tomar medidas para coibir qualquer desvio com relação à vacina.

“Estamos com os conselheiros do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro em todas as regiões do estado do Rio de Janeiro e, além de receber as denúncias, indo in loco para ver a situação dessas pessoas”, afirmou Soranz.

Para reforçar as investigações do DGCOR-LD o conselho terá o apoio da própria enfermagem para relatar casos de abusos, de privilégios indevidos e outras irregularidades. O controle evitará o desabastecimento para a segunda dose, uma vez que cada CPF estará relacionado às duas doses da vacina. “Quem vacina tem que ser vacinado, prioritariamente”, defende o Coren-RJ.

No encontro com o delegado Thales Nogueira, ficou acertado que, em 48 horas, a polícia receberá dados sobre o número de vacinas em estoque e as pessoas imunizadas e cruzará essas informações para evitar possíveis desvios. “O desvio de doses da vacina implica crime de infração de medida sanitária e, dependendo do caso, pode resultar em peculato-desvio, corrupção ativa e passiva, que têm penas que chegam até 12 anos de reclusão”, explica a Polícia Civil.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

São Paulo promete entregar 40 milhões de doses da CoronaVac até abril

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Butantan promete entrega de 40 mil doses até abril
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Butantan promete entrega de 40 mil doses até abril

O governador João Doria reforçou, na manhã desta terça-feira (26), a expectativa de que o Instituto Butantan produza 40 milhões de doses da vacina CoronaVac até abril. A afirmação foi feita após a confirmação do envio de 4,5 mil litros de insumos que deverão chegar ao Brasil no dia 3 de fevereiro.

“Na sequência, após os 4,5 mil litros iniciais, há outro volume de 5,6 mil litros que está processo avançado de liberação, totalizando 11 mil litros, para a produção de vacinas”, frisou o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas. Segundo ele, a chegada de 5,4 mil litros de insumos vai originar 8,6 milhões de doses até 20 dias depois que se cumprir o ciclo de controle de qualidade.

Covas aina lembrou que as doses já produzidas com os insumos recebidos anteriormente começarão a ser liberados diariamente ao Ministério da Saúde a partir de sexta-feira, 29.

Com os dois lotes, o diretor afirma que o Butantan voltará ao esquema inicial de entregas ao Ministério da Saúde, com expectativa dos 40 milhões de doses até abril, com possibilidade de fornecer ainda outras 54 milhões de doses. O Butantan, porém, reforçou a urgência com que o Ministério da Saúde deve sinalizar o interesse ou não de aumentar o lote.

Fonte: IG SAÚDE

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