conecte-se conosco


Turismo

Primeiro hotel boutique multipropriedade do país é aberto em Gramado

Publicado

Laghetto Château é o 1º hotel boutique em modelo multipropriedade do Brasil.
Cássio Brezolla

Laghetto Château é o 1º hotel boutique em modelo multipropriedade do Brasil.

O Laghetto Château é o primeiro hotel boutique em modelo multipropiedade do Brasil, inaugurado em Gramado, no Rio Grande do Sul, formato este que permite que o estabelecimento tenha mais de um dono, e cada um tem direito a usufruir do espaço por um determinado tempo ao longo do ano. No caso do Château, 100% das suítes já foram vendidas, o que demonstra o sucesso desse novo tipo de negócio. O selo de hotel boutique se dá pelo seu tamanho, alto atendimento personalizado e entrega de atmosfera exclusiva para o público de alto padrão. 

“Este é um hotel único na região e passa a ser referência nacional quando falamos em hotel boutique e é um marco para o segmento de multipropriedades. Os serviços que o Château passa a ofertar estão entre o que de melhor podemos encontrar no país hoje”, destaca o CEO do Laghetto Golden Multipropriedades, Ênio Almeida.

O empreendimento do grupo Laghetto Golden Multipropriedades, que reúne as empresas Laghetto Hotéis, WAM, Athivabrasil, ABL Prime, Construtora PRG e Wert Estada & Co, recebeu um investimento de R$ 50 milhões para a consolidação do espaço que funcionava em soft open desde o começo de junho.

Localizado próximo ao centro de Gramado, as obras iniciaram em janeiro de 2020 em plena pandemia e a entrega ocorreu um ano antes do prazo prometido, em apenas 19 meses. Hoje, o local ocupa um antigo espaço utilizado para a prática de asa delta, em um terreno de 10 mil m² e área construída de 7.140 m².

Por ser um hotel boutique, que tem como prioridade não atender muitas pessoas, o que pode retiar a qualidade do atendimento, o Laghetto Château conta somente com  56 suítes decoradas em dois ambientes: a sala de estar com a minicopa integrada e o quarto. As suítes térreas possuem 72 m² com um deck privativo e as demais têm 41 m². Há ainda wi-fi gratuito em todas dependências do hotel e algumas obras da arquiteta e artista local Ana Paula Alcover  compõem o ambiente. O hotel é dividido em duas torres A e B que são interligadas pelos halls. 

Todas as suítes são equipadas com cama king size, enxoval 300 fios, roupões e amenities (artigos de higiene pessoal) da marca Trousseau, menu de travesseiros, sala de estar com lareira a álcool, cafeteira Nespresso, TVs LED de 43 polegadas, frigobar, ar-condicionado, cofre e hidromassagem.

O atendimento é exclusivo e personalizado pelo time de concierges, guest relations e agentes de experiências. Além disso, a hospedagem inclui welcome drink, café da manhã servido das 7h às 11h, room service das 12h às 23h, brunch aos domingos até às 15h, serviço de boa noite e estacionamento com manobrista. O late check out ocorre de acordo com a disponibilidade do hóspede.

O hotel conta também com sala de cinema, espaço kids com monitores de entretenimento, playground, sala de jogos com vídeo games e board games, academia, sauna seca e úmida e o Mahalo Aqua SPA, que oferece terapias holísticas realizadas com produtos veganos. Os espaços funcionam todos os dias das 8h às 22h, mas é preciso agendar alguns serviços, como o SPA.

Das piscinas aquecidas ao ar livre, para adultos e crianças, também é possível admirar a vista para o Vale do Quilombo, que cerca grande parte do hotel, sendo possível escolher suítes com vistas diretas para o Vale. Outro diferencial que o Château oferece é o Tour das Estrelas , que propõe a observação dos astros pelas lentes de um telescópio Celestron de última geração.

Alta gastronomia

Na área da gastronomia, o Château possui dois restaurantes comandados pelo selo Cravo & Canela dos empresários Débora e Paulo Leonhardt e com gastronomia assinada pelos chefs Filipe Ehlers, Roberta Reck e Fernanda Schoeler.

Débora e Paulo Leonhardt tiveram por 20 anos em Canela, no Rio Grande do Sul uma pousada de mesmo nome que precisou ser fechada devido à pandemia em 2020. Entretanto, ressurge em parceria com o Laghetto Château, com a outra empresa que possuem na área de Gastronomia e Eventos, que terceiriza as atividades de A&B (Alimentos e Bebidas) para hotéis e pousadas.

O primeiro restaurante mais intimista e com uma proposta slow food, se inspira na gastronomia do norte da Itália, com a presença de risotos, massas frescas, uma variedade de queijos e charcutarias locais para apresentar as especialidades da casa: as Carnes Nobres e o Cheese Fondue. Já o segundo, possui um menu mediterrâneo, com pratos típicos e autorais dessa culinária, assim como a cozinha funcional, vegana e vegetariana, para atender a todas as necessidades.

Para complementar o cenário, o deck panorâmico e Wine Garden é perfeito para degustar os vinhos da Serra Gaúcha e usufruir de um piquenique oferecido pelo estabelecimento. Embora o hotel funcione no modelo de multipropriedadade, é possível realizar reservas de hóspedes comuns, mas é preciso consultar a disponibilidade. Os preços médios da diária giram em torno de R$ 1,5 mil.

O grupo Laghetto Hotéis tem outros 11 empreendimentos em Gramado, sendo: Laghetto Stilo Borges , Laghetto Resort Golden Gramado, Laghetto Siena, Laghetto Toscana, Laghetto Viale, Hotel Laghetto Gramado, Laghetto Fratello, Laghetto Stilo Vita, Laghetto Premio e o Laghetto Pedras Altas. 

Acompanhe o iG Turismo também pelo Instagram e receba dicas de roteiros e curiosidades sobre destinos nacionais e internacionais. Siga também o  perfil geral do Portal iG no Telegram.

Fonte: IG Turismo

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Turismo

Destino dos Famosos: cenário paradisíaco e boa gastronomia na Croácia

Publicado

O território já foi visitamos por algumas celebridades brasileiras ilustres
Reprodução/Redes Sociais – 12.08.2022

O território já foi visitamos por algumas celebridades brasileiras ilustres

A Croácia está entre os destinos mais exóticos e acessíveis da Europa. Possui verão ensolarado, muitas praias e festivais de música para quem gosta de marcar presença nestes eventos internacionalmente. A cada temporada, o destino conquista mais e mais turistas, pois apesar de ser um país pouco populoso – apenas 4 milhões de habitantes –, a Croácia oferece locais paradisíacos para visitar. 

O mês de julho é o mais indicado para visitar o território, pois é quando começa o verão europeu. Os dias são bem quentes, o que estimula os turistas a caminhar pelas praias do litoral croata e as chuvas são diminutas. Sem falar que no começo do mês as cidades ainda não estão muito lotadas, então é ideal para quem prefere passeios mais tranquilos. 

É nessa época que são realizados grandes eventos e festivais de música eletrônica, contando as baladas de praia. A Croácia também é um destino bastante procurado pelos alemães e austríacos, já que as férias escolares são em agosto e depois de julho os hotéis ficam lotados, então vale se planejar com antecedência para evitar esses picos.

Como chegar à Croácia?

Sobre custo benefício, é importante lembrar que a moeda na Croácia é o Kuna (HRK) – que na cotação atual se aproxima bastante da moeda brasileira, com 1 kuna valendo pouco mais de 1 real*. As passagens aéreas costumam valer a pena. O Brasil não oferece voo direto para o destino, por isso a forma mais econômica é ir para algum país mais próximo – como França ou Alemanha – e de lá ir para a Croácia. O voo de Paris para Zagreb, a capital croata, pode custar aproximadamente R$ 200.

Culinária marcante

A comida croata é bem diversa, especialmente dependendo da região – o que se deve à herança deixada pelos povos que dominaram o território na antiguidade. É possível identificar elementos que vão desde a gastronomia romana aos costumes turcos. Por exemplo, na costa da Dalmácia o turista encontra pratos tipicamente gregos e italianos, já em Zagreb e regiões montanhosas o que prevalece é a comida húngara e austríaca. 

Os pratos mais tradicionais são a Peka (feito com carne, vegetais ou frutos do mar, com batatas, especiarias, óleo e sal), o Fuzi (massa servida com molho de creme de trufas ou molho vermelho suave com carne ou frango) e o ensopado, que em croata é chamado de Buzara (prato simples feito com mexilhões em caldo de vinho, alho e pão ralado).

O que visitar? 

A cidade de Dubrovnik é um dos mais belos pontos do país, tanto que é apelidada de “Pérola do Adriático”. Ela oferece praias com água cor de esmeralda e mar calmo para praticar atividades aquáticas como caiaque ou nado. A cidade conserva muralhas da época medieval que são muito visitadas. Essa arquitetura foi o cenário principal da série “Game Of Thrones”, incluindo a mansão Trsteno Arboretum, o Parque Gradac, Forte Lovrijenac, o Portão de Pile que faz parte da entrada para a Cidade Velha e a Torre Minceta.

Como segunda maior cidade da Croácia há Split, o principal centro da região da Dalmácia. Ela é considerada um museu a céu aberto, totalmente cercada pelas montanhas na costa do Mar Adriático. De todos os atrativos disponíveis, o mais visitado é o palácio de Diocleciano, rodeado por muralhas e vielas com chão de pedra que levam a restaurantes, lojinhas e bares. 

Para quem prefere os cenários mais paradisíacos, a ilha Hvar fica em meio ao Mar Adriático e abriga várias praias e locais recheados de história – sem contar os restaurantes que oferecem o melhor da gastronomia croata. É a ilha mais ensolarada do país e nela o turista pode visitar as praias de Hula Hula, conhecida como praia das pedras e Pokonji Dol, famosa pela calmaria e tranquilidade.

Zagreb, a capital, é a única metrópole de todo território croata e curiosamente um dos pontos mais visitados, mesmo com a ausência de praias. Conhecida como “Nova Toscana”, a cidade tem águas belíssimas, os balneários de Rijeka e Pula e ruas bem arborizadas e limpas. Os atrativos históricos e culturais são bem fortes, com opções de museus, bibliotecas e teatros. 

*Valores apurados em 12 de agosto de 2022.

Acompanhe o  iG Turismo também pelo Instagram e receba dicas de roteiros e curiosidades sobre destinos nacionais e internacionais. Siga também o  perfil geral do Portal iG no Telegram.

Fonte: IG Turismo

Continue lendo

Turismo

Conheça o Aman, hotel mais caro de Nova York, com diárias de US$ 5.500

Publicado

Aman Nova York
Reprodução/Instagram @amannewyork 12.08.22

Aman Nova York

A marca de hotéis de luxo Aman chegou à ‘Big Apple’ . Com 83 suítes e instalado no Crown Building, na esquina da Quinta Avenida com a 57th Street, o Aman New York foi inaugurado oficialmente no dia 2 de agosto, embora ainda estivesse na metade da construção naquela semana.

Após anos de publicidade, foi a abertura de um hotel mais aguardada que a cidade experimentou na última década. Afinal, trata-se de uma marca cujos resorts faturam mais de US$ 2.000 por noite em qualquer destino.

Além das 83 suítes, o Aman NY também contará com 22 residências particulares – uma novidade para a rede. Os apartamentos terão de um a seis quartos e seu proprietários terão acesso às comodidades do hotel, além de terraços ao ar livre e piscinas aquecidas.

Tão grande é a fé na capacidade da Aman em elevar os já altos padrões de luxo de Nova York que os moradores locais pagaram US$ 100 mil em taxas de iniciação para se tornarem membros fundadores de seu primeiro Aman Club no mundo durante o período de pré-abertura. O custo de inscrição dobrou desde então, não incluindo US$ 15 mil em anuidades.

Depois, há as taxas de pernoite. Se parecia que o novo Ritz-Carlton NoMad, com seu design maximalista e restaurantes José Andrés, estava ultrapassando o limite cobrando US$ 1.400 por noite por um quarto standard, o Aman passou a frente.

Os quartos mais humildes do hotel nem são vendidos sozinhos: no Aman New York, os estúdios de cerca de 31 metros quadrados podem ser reservados apenas como uma opção adjacente para as suítes de US$ 20 mil por noite, como forma de torná-los ainda maiores.

As suítes premium , a maioria dos quartos do hotel é de cerca de 76 metros quadrados, estão entre as únicas reservas que podem ser feitas até o fim do ano. Embora o hotel diga oficialmente que as diárias desses quartos começarão em US$ 3.200, eles atualmente custam US$ 4.200 na maioria das noites da semana e até US$ 5.500 por noite nos fins de semana até o fim deste ano.

Isso não é por causa do tamanho dos quartos, já que uma suíte de proporções semelhantes no hotel Carlyle, recém-reformado, custa menos da metade do preço nas mesmas datas. Este é um produto do prestígio e seguidores dedicados da rede Aman.

A marca atrai aqueles que valorizam o luxo discreto. Ele tende a preencher edifícios arquitetonicamente importantes, como palácios de verão em Pequim  e palácios venezianos monumentais , e fazê-los parecer residências ultra-privadas para os poucos hóspedes que podem chamá-los de casas temporárias.

“Há uma grande diferença entre nós e todos os outros – diz o presidente e CEO da Aman, Vlad Doronin, falando por videochamada de Ibiza. “Nossos clientes não apenas estarão dispostos a pagar dinheiro que for pelo luxo que construímos, mas também se sentirão muito felizes com o valor que receberam no momento do check-out”, afirma.

Doronin admite que “não poupou despesas” e estourou seu orçamento – estimado em cerca de US$ 300 milhões apenas no hotel, embora adquirir o prédio e adicionar residências elevou a conta total para cerca de US$ 1,45 bilhão.

Isso se deve parcialmente aos desafios que surgiram com a construção de um hotel seis estrelas em meio a uma pandemia e crise na cadeia de suprimentos. Ainda assim, o resultado é, como Doronin prometeu, diferente de tudo o que Nova York já viu.

Um resort vertical

Desenvolver e operar um hotel em Manhattan  vem com desafios únicos que não são familiares para a rede Aman. De suas 34 unidades, apenas o posto avançado de Tóquio  está situado em uma grande metrópole. Construir em centros urbanos, no entanto, é primordial para a estratégia de expansão de Doronin: Bangkok  e Miam  serão os próximos.

Esses destinos não apenas podem oferecer um melhor potencial de venda de residências, que compensam os custos de desenvolvimento hoteleiro, mas também ajudam a marca a atrair um público mais jovem. Doronin diz que a idade média dos hóspedes da Aman começou a mudar de cinquenta e poucos anos para jovens na faixa dos 30 e poucos anos com grandes empregos na  área de tecnologia.

Doronin diz que a única diferença real entre a propriedade de Nova York e qualquer outro local da Aman é que as comodidades são empilhadas verticalmente, em vez de espalhadas por pavilhões em tons de rosa, como em Marrakech, no Marrocos , ou em suas caixas de arenito hiper-minimalistas no  deserto de Utah.

As comodidades são realmente suficientes para constituir um resort de bem-estar adequado.  Os quartos ocupam apenas seis andares do edifício; o spa e o centro de bem-estar ocupam três pavimentos e incluem espaço para câmaras de crioterapia e uma piscina coberta.

Um consultório médico totalmente funcional ocupa todo o último andar do spa. É onde o Dr. Robert Graham, formado em Harvard, usa uma série de máquinas para medir os níveis de inflamação e estresse em todo o corpo antes de prescrever “programas de imersão de bem-estar” que consistem tratamento como acupuntura, aumento de peptídeos intravenosos ou oxigenoterapia hiperbárica. .

Mais suntuosas são duas casas de banho  que são como spas privados dentro do spa. Lá, em espaços semelhantes a apartamentos completos com quartos e áreas de jantar, pequenos grupos ou casais podem compartilhar uma experiência de meio dia ou dia inteiro que gira em torno de um hammam marroquino ou banya do leste europeu.

Qualquer esfoliação é seguida por mergulhos em piscinas externas quentes e frias – situadas em um terraço com jardim privativo com teto retrátil – além de menus de almoço personalizados e massagens complementares. O custo dessas mordomias: $ 8.500 para duas pessoas para o pacote de dia inteiro.

Até a academia guarda surpresas: inclui uma esteira Technogym de alta intensidade chamada Skillmill, um stepper de escada VacuTherm, de US$ 17 mil, que parece ter sido instalado dentro de uma sauna – é envolto em elementos de calor infravermelho para fazer você suar mais – e bancos estilo Jetsons com rolos infravermelhos nodosos para drenagem linfática.

“Queríamos que fosse divertido e que desse às pessoas algo que elas nunca viram antes – diz Yuki Kiyono, chefe global de bem-estar e spa da Aman.

Academia superequipada, piscinas cobertas e outros luxos

Há também um amplo bar com terraço de 650 metros quadrados, envolto como uma elaborada caixa de joias em chapas de treliça de metal e ripas de bambu, todos escondendo painéis de vidro retráteis para delimitar o espaço em dias frios ou chuvosos.

Adornado com fogueiras, árvores japonesas e espelhos d’água, ele se tornará um local ideal para drinks depois do trabalho , reservado a pequenos grupos que não estão pagando as taxas diárias completas.

O spa também será aberto para não hóspedes, com tratamentos exclusivos de duas horas a partir de US$ 785. O público em geral também poderá usufruir dos dois restaurantes do Aman New York em um lobby de pé-direito duplo, localizado no 14º andar: Arva e Nama servirão pratos italianos e japoneses, respectivamente. Por enquanto, porém, todos estarão em um modo de abertura suave, limitado aos membros do clube e aos que passam a noite.

O objetivo, afinal, não é trazer moradores locais, como a maioria dos hotéis urbanos do mundo tenta fazer, mas manter pessoas suficientes de fora para que a vibe permaneça exclusiva e privada. Até os vizinhos da Billionaire’s Row descobrirão que sua melhor chance de entrar é se inscrever para a taxa de iniciação do clube de US$ 200.000.

Um espaço já está aberto ao público: um clube de jazz  subterrâneo com programação com curadoria do trompetista Brian Newman, líder da banda do show de Lady Gaga em Las Vegas . Este é um espaço íntimo, mas chamativo, com um sistema de som tão raro que o único outro local público de Nova York que afirma tê-lo é o Jazz at Lincoln Center.

Algumas áreas serão limitadas aos membros do clube, o que significa que, mesmo que você pague US $ 20.000 por uma das suítes master, não poderá entrar. Isso inclui um pequeno salão de charutos escondido atrás de uma porta secreta no lobby e uma biblioteca de vinhos privada que armazenará rótulos raros.

O quanto vale

Doronin diz que, embora Nova York seja um destino que ajudará a rede Aman a aumentar sua participação de mercado – atualmente o público da marca é apenas 37% americano, por exemplo – o hotel esgotou principalmente seu estoque de 2022 para os chamados “Amanjunkies”, uma casta de seguidores leais que colecionam estadias nos hotéis Aman da mesma forma que os estudantes dos anos 80 colecionavam cartões de beisebol.

Na verdade, Doronin diz que 85% de seus hóspedes se tornam visitantes recorrentes; poucas marcas de hotéis podem competir com esse número, mesmo quando oferecem programas de fidelidade de pontos e noites grátis, o que seria impensável no mundo de Doronin.

Ao combinar as suítes do Aman New York com condomínios – 22 unidades no total, variando de cerca de US$ 5,9 milhões a US$ 75 milhões – e adicionando um modelo de clube de associados, Doronin expandiu o universo de Aman. Agora não são apenas férias; mas um estilo de vida.

“Esta inauguração é um marco importante para a nossa marca”, ressalta o executivo.

Isso explica por que Doronin investiu pesadamente para tornar Aman New York uma joia tão preciosa – e por que ele confia que os consumidores pagarão a conta.

“Meus consultores financeiros ficavam perguntando o que eu estava pensando, criando algo como um lobby de pé-direito duplo. Esse espaço poderia valer mais US$ 60 milhões em apartamentos. Mas eu não os escutei”, diz ele, radiante. “Este produto é muito importante para a marca”, finaliza.

Acompanhe o iG Turismo também pelo Instagram  e receba dicas de roteiros e curiosidades sobre destinos nacionais e internacionais. Siga também o perfil geral do  Portal iG no Telegram.

Fonte: IG Turismo

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana