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Policial

PRF intensifica fiscalização de velocidade na região de fronteira

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O objetivo é combater uma das principais causas dos acidentes na região – o tráfego com velocidade incompatível com a estabelecida para a via

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) intensificou, nos dias 14 e 15 de fevereiro, as fiscalizações de combate ao excesso de velocidade no trecho compreendido entre Cáceres e Cuiabá, na BR-070. O objetivo é combater uma das principais causas dos acidentes na região – a velocidade incompatível com a via.

Com radares móveis posicionados em pontos estratégicos da rodovia, aqueles onde se observa maior cometimento da infração e registro de acidentes graves, os PRFs, em 14 horas de operação, capturaram imagens de 180 veículos trafegando com velocidade superior a permitida na via que é de 100 km/h para veículos leves e 90 km/h para veículos pesados, nos trechos de pista simples.

Os motoristas mais apressados que circulavam com velocidade 50% acima da permitida foram abordados. Dois deles, sendo um flagrado a 162 km/h e outro a 191 km/h, além de autuados pelo excesso de velocidade, responderão perante a justiça a um Termo Circunstanciado de Ocorrência – TCO pelo crime de direção perigosa.

Infrações destes tipos se enquadram no art. 218 do Código de Trânsito Brasileiro. São divididas de acordo com o excesso registrado:

– Infração média: excesso de velocidade em até 20%, o motorista perde quatro pontos na carteira e paga multa no valor de R$ 130,16;

– Infração grave: excesso de velocidade entre 20 e 50%, o motorista perde cinco pontos na carteira e paga multa no valor de R$ 195,23;

– Infração gravíssima (x3): excesso de velocidade acima de 50%, o motorista perde sete pontos na carteira e paga multa no valor de R$ 880,41 e suspensão do direito de dirigir.

Velocidade incompatível – Só neste final de semana, de 15 a 17 de fevereiro, a PRF flagrou 782 motoristas trafegando com velocidade incompatível com a máxima estabelecida pela sinalização nas BRs.

Na região de Rondonópolis, na BR-163, um bitren foi flagrado transitando a 133 km/h. O veículo circulava no sentido sul, onde a velocidade máxima permitida é de 80 km/h.

A PRF permanecerá reforçando as fiscalizações para inibir esse tipo de conduta que é uma das principais causas de acidentes graves e com óbitos nas rodovias de todo o país. Em Mato Grosso, o foco será os veículos pesados, que circularão em maior número nas BRs em razão do escoamento da safra.

Texto: PRF Bruna de Lima

Imagens: Nucom PRF MT

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência PRF)

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Policial

Polícia Civil investiga mãe que quebrou dedo da filha em Lucas do Rio Verde

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A Polícia Civil, por meio do Núcleo de Atendimento à Criança, Adolescente, Idoso e Mulher de Lucas do Rio Verde (354 km ao norte de Cuiabá), instaurou inquérito policial para apurar a conduta de uma mãe que quebrou o dedo da filha de 7 anos, enquanto a agredia como forma de correção.

A mulher, de 34 anos, poderá responder pelo crime de lesão corporal qualificada.

As diligências iniciaram após a equipe da Polícia Civil ser acionada, na terça-feira (05.07), por funcionários do Hospital São Lucas, os quais informaram que tinha dado entrada na Unidade de Saúde uma criança com fratura em um dos dedos.

As investigadoras do Núcleo de Atendimento foram ao local, onde conversaram com a mãe da vítima, que alegou que estava agredindo a filha com chineladas, para corrigi-la, quando a criança colocou a mão na frente, ocorrendo a fratura.

Diante dos fatos narrados, as policiais conduziram a mãe da menina até a Delegacia de Lucas do Rio Verde, onde ela foi ouvida pelo delegado Eugênio Rudy Júnior.

Após prestar os devidos esclarecimentos, a suspeita foi liberada e sendo instaurado inquérito policial para apurar a conduta da mãe em relação à criança.

Fonte: PJC MT

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Policial

Corpo que pode ser de adolescente desaparecido em Juruena é localizado próximo à estrada rural

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A Polícia Civil localizou nesta quarta-feira (06.07) o corpo que pode ser de um adolescente que estava desaparecido em Juruena, na região noroeste do Estado, há pouco mais de um mês. O corpo, em decomposição, estava enterrado em uma propriedade rural, na estrada São Cristóvão, à beira de um alagadiço.

O corpo estava com as mãos amarradas e a cabeça decapitada. Pela altura do cadáver e as vestes encontradas, semelhantes às que o adolescente usava na noite em que desapareceu – uma camiseta azul e uma bermuda vermelha – a suspeita é de que o corpo seja do adolescente.

A perícia da Politec foi acionada para recolhimento do corpo e análise do local. O delegado Mateus Reiners explica que aguardará o resultado do exame de necropsia para confirmar a identidade do corpo.

Desaparecimento

Ariel da Silva Andrade, de 15 anos, foi visto com vida pela última vez na noite do dia 31 de maio. De acordo com a investigação realizada pela equipe da Delegacia de Juruena, o adolescente estava em uma conveniência da cidade com um grupo de conhecidos, onde passou a tarde. Por volta das 18h, o grupo saiu do local. Depois, ele foi visto pela última vez após enviar uma mensagem por celular, quando estava próximo a um posto de combustível.

O antigo patrão da vítima foi ouvido na Delegacia de Juruena e informou em depoimento que o adolescente prestou serviços na construção de cercas, há três meses.

Conforme as informações coletadas na investigação, a vítima teria dito que era do Maranhão onde já tinha, supostamente, integrado uma facção criminosa e mostrava em rede social um código que identifica o grupo criminoso.

Execução 

A suspeita, conforme as primeiras investigações e com base em dados coletados pela equipe policial, é que o adolescente tenha sido executado a mando de uma facção rival, após ser descoberto pelos criminosos durante sua passagem pela cidade. O modo como o corpo foi encontrado – com mãos amarradas e a cabeça decapitada – é um claro indício de crime cometido por facção criminosa, apontou o delegado.

Um familiar do adolescente também foi ouvido pela Polícia Civil e a equipe da Delegacia de Juruena está com outras diligências em andamento para esclarecer as circunstâncias e autoria do crime.

O delegado destacou o empenho da equipe de investigação, que desde o registro do desaparecimento, realizou levantamentos e reuniu elementos informativos para chegar ao paradeiro de Ariel.

Fonte: PJC MT

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