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Economia

Previsão é que crescimento continue no quarto trimestre, diz Bolsonaro

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MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,6% no terceiro trimestre de 2019

Após o IBGE anunciar que a economia brasileira avançou 0,6% no terceiro trimestre de 2019, o presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta terça-feira (3), que a equipe econômica projeta novo crescimento no quarto trimestre. Bolsonaro disse que o anúncio dos dados do Produto Interno Bruto ( PIB ) veio em “boa hora” e que não foi surpresa para o governo.

“Algo que pode ser inesperado para analistas econômicos, mas da nossa parte sabíamos que viria uma boa notícia. E ela veio em uma boa hora. E a minha equipe econômica, a nossa equipe econômica, é de todos vocês, diz que a previsão para o próximo trimestre é crescer. O Brasil está crescendo”, afirmou Bolsonaro, durante evento de celebração do combate à corrupção.

No terceiro trimestre deste ano, o que mais contribuiu para o resultado positivo foi o comportamento da agropecuária , que cresceu 1,3%. Na sequência, os dois setores que contribuíram para a alta do índice foram a indústria, que avançou 0,8%, e pelos serviços, com alta de 0,4%.

Analistas projetavam que o PIB do país registrasse alta de 0,4%, de acordo com a mediana das projeções compiladas pela agência Bloomberg. 

O resultado mostra uma ligeira aceleração da recuperação da economia entre julho e agosto, embora em ritmo ainda fraco e mais lento do que se esperava no começo do ano. Em valores correntes, o PIB do terceiro trimestre alcançou R$ 1,842 trilhão.

Em relação ao terceiro trimestre de 2018, o crescimento do PIB foi de 1,2%. No acumulado em quatro trimestres terminados no 3º trimestre de 2019, o PIB registrou crescimento de 1%, frente aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

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Economia

BB emprestará R$ 3,7 bi a pequenas empresas afetadas por pandemia

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As micro e pequenas empresas e os empreendedores individuais de todo o país afetados pela crise provocada pela pandemia do novo coronavírus podem contrair empréstimos do Banco do Brasil (BB). A instituição financeira anunciou hoje (1º) que oferecerá R$ 3,7 bilhões em empréstimos por meio do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

De acordo com a instituição financeira, pelo menos 45 mil empresas manifestaram interesse em contratar a linha de crédito. Até agora, foram aprovados 1,5 mil empréstimos, com valor médio de R$ 46 mil cada.

Aposta do governo para destravar o crédito a empreendedores individuais, micro e pequenas empresas, o Pronampe empresta recursos dos próprios bancos com garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO), fundo público que recebe aportes do Tesouro Nacional. Por meio do FGO, o governo cobrirá até 85% da inadimplência do programa, caso os pequenos negócios não consigam quitar os empréstimos.

O grande diferencial do Pronampe em relação às demais linhas de crédito para os negócios de pequeno porte está nos juros, mais baixos que em outros programas. Os empréstimos têm juros máximos iguais à Selic (juros básicos da economia), mais 1,25 ponto percentual por ano. Como atualmente a Selic está em 2,25% ao ano, a taxa pode chegar a até 3,5% ao ano.

Os financiamentos têm prazo de 36 meses (três anos), com oito meses de carência. Dessa forma, o empresário que contratar o empréstimo só começará pagar as parcelas no nono mês.

Cada empresário ou empreendedor individual poderá tomar empréstimos de até 30% da receita bruta anual registrada em 2019. Caso a empresa tenha menos de um ano de funcionamento, o limite de empréstimo sobe para 50% do capital social ou até 30% do faturamento médio mensal, prevalecendo o maior valor.

Contrapartidas

Para contrair o socorro do Pronampe, a empresa precisa manter o número de empregados ou até contratar mais funcionários. Os empregados podem ser substituídos, mas o empregador não pode fechar vagas. Caso a regra seja descumprida, o banco cobrará, de uma só vez, todas as parcelas que ainda estão para vencer.

A lei que criou o Pronampe foi sancionada em maio, mas os empréstimos começam a ser liberados agora porque o programa dependia de regulamentação do Conselho Monetário Nacional (CMN) e de uma nova medida provisória para permitir a injeção de recursos no Fundo Garantidor de Operações.

A ampliação do FGO era considerada pela equipe econômica como essencial para destravar o crédito a micro e pequenas empresas afetadas pela pandemia de coronavírus. Por causa da exigência de garantias por parte dos bancos, como carros e imóveis, os donos de pequenos negócios não estavam tendo acesso aos financiamentos emergenciais com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciados no fim de março.

Edição: Aline Leal

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Economia

Consumo de energia aumenta 2% em junho

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A carga do Sistema Interligado Nacional (SIN) aumentou “aproximadamente” 2% em junho em relação à de maio.

Em nota, o Ministério das Minas e Energia atribuiu o acréscimo “ao retorno gradual das atividades econômicas” no país. “Existem alguns índices, bastante consistentes, de que o país já iniciou sua retomada”, disse o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

O dado, recolhido pelo Observatório Nacional do Sistema Elétrico (ONS), foi considerado positivo pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, que prevê a manutenção da “tendência de retomada gradativa da carga” no próximo mês.

Durante a reunião do comitê, feita por meio de teleconferência, destacou-se também que os reservatórios das usinas hidrelétricas “permanecem, em sua maioria, em patamares superiores aos verificados nos últimos anos”, especialmente na Região Sul – onde o volume de água nos reservatórios aumentou cerca de 20 pontos percentuais, “como consequência dos volumes significativos de precipitações verificadas.”

Por causa desse desempenho, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico revogou as decisões sobre a adoção de medidas excepcionais para preservação dos estoques armazenados nos reservatórios de água das usinas hidráulicas do chamado Subsistema Sul.

Edição: Nádia Franco

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