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Economia

Prévia do PIB recua no segundo trimestre e indica início de recessão técnica

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Isac Nóbrega/PR

Prévia do PIB recuou no segundo trimestre, indicando início de uma recessão técnica

A economia apresentou retração no segundo trimestre deste ano. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) apresentou queda de 0,13% no segundo trimestre, comparado com o período de janeiro a março deste ano. As informações, divulgadas nesta segunda-feira (12), em Brasília, indicam o início de uma recessão técnica.

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Esse é o segundo trimestre seguido com retração da atividade econômica, o que configura a recessão técnica . De acordo com dados revisados, o IBC-Br apresentou retração de 0,52% no primeiro trimestre, comparado ao período de outubro a dezembro de 2018.

De janeiro a junho deste ano, o indicador acumula crescimento de 0,62% (sem ajustes), na comparação com o primeiro semestre de 2018. Em 12 meses, a expansão chegou a 1,08%. Em junho, o IBC-Br registrou crescimento de 0,30% na comparação com maio (dado dessazonalizado). Na comparação com junho de 2018, houve queda de 1,75%.

O índice serve como uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic , que caiu neste ano para o menor patamar da história, atingindo 6% ao ano.

IBC-Br incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. O indicador oficial sobre o desempenho da economia, no entanto, é o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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A tendência de queda da atividade econômica no Brasil já se prolonga neste ano, e no mês passado o governo se viu obrigado a revisar a previsão de crescimento do PIB deste ano de 1,6% para 0,8%. No início do governo de Jair Bolsonaro (PSL), a expectativa de alta era de 2,5%.

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Economia

Caixa atualiza informações sobre auxílio emergencial

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O presidente da Caixa Econômica Federal , Pedro Guimarães, participou de entrevista online, nesta segunda-feira (3), sobre operação de pagamento do auxílio emergencial. 

Veja entrevista na íntegra

O Ministério da Cidadania publicou hoje (3) no Diário Oficial da União portaria com calendário de pagamento do auxílio emergencial para beneficiários que tenham feito contestação ao resultado do cadastro e foram considerados elegíveis. Saiba mais. 

Auxílio emergencial elevou em 24% renda pré-pandemia, mostra pesquisa

As pessoas que recebem o auxílio emergencial, pago pelo governo federal durante a pandemia de covid-19, tiveram seus rendimento aumentados em 24% em relação ao que recebiam usualmente antes da pandemia. Os dados, divulgados na quinta (30), são do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da Fundação Getulio Vargas (FGV).

O impacto do auxílio emergencial é maior no caso dos empregados informais, cuja elevação de renda proporcionada pelo auxílio chegou a 50%, passando de uma média de R$ 1.344 (pré-pandemia) para R$ 2.016.

Edição: Liliane Farias

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Economia

Ao vivo: Caixa atualiza informações sobre auxílio emergencial

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Neste momento, o presidente da Caixa Econômica Federal , Pedro Guimarães, participa de entrevista online sobre operação de pagamento do auxílio emergencial. 

Acompanhe ao vivo

O Ministério da Cidadania publicou hoje (3) no Diário Oficial da União portaria com calendário de pagamento do auxílio emergencial para beneficiários que tenham feito contestação ao resultado do cadastro e foram considerados elegíveis. Saiba mais. 

Auxílio emergencial elevou em 24% renda pré-pandemia, mostra pesquisa

As pessoas que recebem o auxílio emergencial, pago pelo governo federal durante a pandemia de covid-19, tiveram seus rendimento aumentados em 24% em relação ao que recebiam usualmente antes da pandemia. Os dados, divulgados na quinta (30), são do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da Fundação Getulio Vargas (FGV).

O impacto do auxílio emergencial é maior no caso dos empregados informais, cuja elevação de renda proporcionada pelo auxílio chegou a 50%, passando de uma média de R$ 1.344 (pré-pandemia) para R$ 2.016.

Edição: Liliane Farias

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